domingo, 11 de novembro de 2007
Aguenta!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Um Obrigada especial...
Por me perceberes. A mim e às minhas pancas.
Por ouvires as minhas loucuras e os meus desabafos.
Por veres as minhas séries e ouvires as minhas músicas.
Por andares ao meu ritmo.
Por me leres o pensamento e me tirares as palavras da boca.
Por seres quem és!
Por estares aqui, hoje e sempre. Por estares aqui sempre que eu preciso. Por estares aqui mesmo quando não é preciso. Por estares!
E por teres ficado. Acima de tudo por teres ficado, sempre aqui, ao meu lado! Mesmo quando eu julgava que não precisava de ti, tu ficaste. E mesmo quando eu andava demasiado ocupada com coisas que não interessavam, tu estavas ao meu lado. E eu preferia ignorar. E hoje sinto-me mal, só de pensar no que te poderei ter feito! Sei que entendes que não era "eu" mas não sei se isso, para mim, chega! Não há desculpa possível. Fui injusta contigo. Sem motivo nenhum. Sem mereceres, sequer! Sei disso. Tu, não sei se sabes. Mas eu sei. Sei que fui contigo algo que jurei nunca ser com ninguém! E isso corrói-me por dentro.
Tento ao máximo compensar-te! Compensar-te pelo tempo em que não te vi. (Agora vejo bem. Agora esfreguei os olhos e o céu. Agora, foram-se as nuvens. Agora vejo o que merece ser visto!)
Só sei que te adoro. A cada vez mais dependo de ti e do teu apoio. Da tua presença. Do que me dizes. Tudo o que, mesmo não sendo verdade, me dizes, e me faz sentir melhor.
Sinto que me estou a completar. Encontrei em ti mais um pedaço de mim.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Brincando aos Turistas!
14h17. Já estavam as três, mãe e filhas, à porta de casa. É verdade que o combinado era 14h30, mas já estavam prontas e não havia mais nada a fazer lá em cima. Pelo mesmo motivo, a amiga já se aproximava. As duas senhoras puseram-se à conversa (sobre a família, o tempo, as aulas…) e as miúdas continuaram as palhaçadas do costume.
Nenhuma delas aparenta a idade que tem. A mais nova é bem mais alta, pinta as unhas e está sempre a reclamar. Passa metade do tempo agarrada ao telemóvel, mensagens para a frente e para trás. Todos os dias (ás vezes várias vezes) escreve o seu "capítulo", como costumam dizer, a gozar, a mãe a irmã mais velha. Essa, que insiste em continuar a ser miúda. Gosta de mandar uma piada de vez em quando, para animar as hostes, e está quase sempre a cantar (o que enerva um bocado a caçulinha!) Quando não canta, é uma tagarela- aí é com os nervos da mãe que mexe! Estavam as duas a preparar-se para fazer uma corrida até à paragem de autocarro quando ouviram uma voz familiar atrás dela. Voltaram-se e viram o loirinho dos olhos brilhantes, que tão bem conhecem, a correr pelo passeio em direcção a elas. Atrás, ao lado da mãe, vinha a mais velha, segurando a mão da pequenina (que, por acaso, crescera imenso durante o Verão). Todos eles traziam a sua própria mochila às costas: bonés, óculos de Sol, garrafas de água – não faltava lá nada para uma tarde inesquecível!
Depois dos beijinhos, dirigiram-se à paragem de autocarro da rua de baixo. Passaram-se alguns minutos até que avistaram, parado no semáforo, o grande autocarro amarelo. Era “agora”, o momento por que esperavam, começava o passeio que planeavam desde já nem sabem quando. Subiram, pagaram e resolveram ir sentar-se no andar de cima. “Estamos em Setembro, já não há muitos turistas!”
Seguiram viagem. Passaram por vários sítios que já conheciam, mas mais parecia que era a primeira vez que lá passavam, tal a excitação. (E era. Pelo menos, daquele ponto de vista! ) Tiraram fotografias, acenaram a quem passava... Estava um dia excelente, e a companhia só ajudava!
Chegados à Ribeira resolveram "hop off". As águas tinham acabado e estavam a ficar com fome. Aliás, até precisavam de esticar as pernas! Deram uma voltinha até que encontraram um café. Não era o "Pinto" mas lá teria que servir! A pequenina pediu um croissant, os restantes quiseram gelados. Um SuperMaxi para o rapaz, um Cornetto de Chocolate para a irmã e um Magnum Double Caramel para cada uma das outras. As senhoras tomaram um café. Definitivamente, não se comparava com o "Pinto" e o croissant também não era DoceMar...
Quando acabaram, pagaram e resolveram ir para a paragem. O tempo não parava e ainda havia muito para ver... E mesmo que não houvesse, tinham que regressar ao ponto de partida!
Passados poucos minutos, avistaram o autocarro. Fizeram sinal para ele parar, e assim que as portas se abriram, saltaram lá para dentro. Voltaram a subir as escadas e foram instalar-se lá em cima. De facto, aquela perspectiva era lindíssima!
O autocarro deu umas voltas pela baixa. Viram S. Bento, a Avenida dos Aliados, a Torre dos Clérigos... Passados uns 25 minutos, estavam a descer a Boavista... Passaram perto das diversas escolas, e aí quase que se fez um minuto de silêncio... A perspectiva do regresso (tanto às aulas como a casa - sim, o percurso estava a chegar ao fim) não agradou a ninguém.
Aproveitaram os últimos minutos para tirar fotografias todos juntos, uns ao colo dos outros, sempre em grandes gargalhadas, para mostrar aos pais (e a todos os outros), mas só para isso! Porque, como é óbvio, eles nunca se esqueceriam daquele dia. O dia em que finalmente embarcaram no autocarro amarelo! O dia pelo qual ansiaram tanto tempo. Não, de facto, esse dia nunca seria esquecido.
Chegados ao ponto de partida, desembarcaram. Olharam à volta, como se estivessem perdidos. Era o sítio de tantos outros dias... Mas não podiam ficar lá, não naquele dia. Desceram até à beira da praia para um passeio. Apesar de ter sido uma grande dia, ninguém se sentia cansado nem, acima de tudo, com vontade de ir para casa.
Peço desculpa, mas não consigo concluir. Não consigo acabar o nosso dia. Não quero que acabe! Não quero regressar a casa! Não quero regressar à rotina. Quero ficar na praia, a ver o pôr do Sol. Quero voltar a entrar naquele autocarro para mais uma volta. Quero voltar ao princípio e fazer tudo outra vez. Só não quero que acabe!
Há perguntas que têm de ser feitas...
Tudo ou Nada...
domingo, 21 de outubro de 2007
OBRIGADA!
Sou assim...
[...]
I never pretend to be something I'm not
You get what you see, when you see what I've got
We live in the real world, I'm just a real girl
I know exactly where I stand
And all I can do is be true to myself
I don't need permission from nobody else
'Cause this is the real world, I'm not a little girl
I know exactly who I am
Mutya Buena
Real Girl
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Se fosse um filme...
[...]
If we were a movie
You'd be the right guy
And I'd be the best friend
That you'd fall in love with
In the end
We'd be laughin'
Watchin' the sunset
Fade to black
Show the names
Play that happy song
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Tem que ser...
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Adoro-te Princesinha!
Bem, primeiro devo dizer que a Margarida é aquela pessoa fantástica! E é por isso que eu gosto tantoooo dela…
Sei que ela está comigo quando eu precisar, que me ouve e também me atura. É evidente que ela também se ri quando só digo disparates… vejo sempre um sorriso naquela cara, uns olhos a brilhar…e mesmo que caia o “Carmo e a Trindade” ela está sempre Feliz (pelo menos é essa a impressão que eu tenho dela, e sei que estou certa =P)
Talvez a nossa amizade seja muito grande e muito “demorada” e talvez seja por isso que eu gosto tanto da minha princesinha da foz. =)
Acho que se algum dia nos tivéssemos de separar ia ser muito difícil. Podemos não estar todos os dias juntas, mas os pequenos momentos que estamos são muito bem aproveitados. (ainda há de chegar o dia em que subo contigo para o autocarro AMARELO = P).
Enfim, é tão difícil descrever a nossa amizade! É insubstituível. Como diz um dos teus textos do blog: “não te esqueças de mim que eu não me esqueço de ti.” As boas recordações marcam, porque eu até posso conhecer 1000 pessoas mas te garanto que só 10 são verdadeiros amigos, aqueles que põe as mãos o fogo por ti, e te garanto também que desses 10 tu és um deles!!! Ah, e quanto àquele texto “ à menina do diploma com relógio igual ao meu”, já percebi! Até os acessórios nós temos iguais, o que só prova que somos mesmo muito parecidas…
Ah, e estou aqui a lembrar-me duma coisa que eu acho muito importante na amizade… a confiança, e eu confio 101 % na Margarida. Espero também que ela confie em mim.
ADORO-TE * Beijinhos
26/09/07

quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Pancas!
Because of you
I never stray too far from the sidewalk
Because of you
I learned to play on the safe side so I don't get hurt
Because of you
I find it hard to trust not only me, but everyone around me
Because of you
I am afraid
[...]
My heart can't possibly break
When it wasn't even whole to start with
Because of You
Kelly Clarkson
Vendo bem, até faz sentido!
----------------------------------------------
[...]
I would never wish bad things, but I don't wish you well
[...]
If she really knows the truth, she deserves you
A trophy wife, oh how cute
Ignorance is bliss
But when your day comes, and he's through with you
And he'll be through with you
You'll die together but alone
[...]
You couldn't say it right to my face
Give me that Sunday school answer
Never again will I hear you
Never again will I miss you
Never again will I fall to you
Never
Never again will I kiss you
Never again will I want to
Never again will I love you
Never
Does it hurt to know I'll never be there
Bet it sucks, to see my face everywhere
It was you, who chose to end it like you did
I was the last to know
You knew exactly what you would do
And don't say, you simply lost your way
She may believe you but I never will
Never again
I never will
I never will
Never again
Kelly Clarkson (outra vez...)
Never Again
Um tanto ou quanto contraditório, visto que (como já disse) não acredito no "para sempre"/"nunca". De qualquer forma, faz algum sentido!
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Por culpa da rádio...
I was stupid, for a while
Swept away, by you
And now I feel like a fool
So confused
My heart’s bruised
Was I ever loved by you?
Out of reach, so far
I never had your heart
Out of reach, couldn’t see
We were never meant to be
Catch myself, from despair
I could drown if I stay here
Keeping busy, everyday
I know I will be ok
But I’m So confused
My heart’s bruised
Was I ever loved by you?
Out of reach, so far I never had your heart
Out of reach, couldn’t see
We were never meant to be
So much hurt, so much pain
Takes a while to regain
What is lost inside
And I hope that in time
You’ll be out of my mind
I’ll be over you
And know I’m
So confused
My heart’s bruised
Was I ever loved by you?
Out of reach, so far I never had your heart
Out of reach, couldn’t see
We were never meant to be
Out of reach, so far,
You never gave your heart
In my reach, I can see
There’s a life out there for me
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Hey there Delilah
Hey there Delilah
What's it like in New York City?
I'm a thousand miles away
But girl tonight you look so pretty
Yes you do
Times Square can't shine as bright as you
I swear it's true
Hey there Delilah
Don't you worry about the distance
I'm right there if you get lonely
Give this song another listen
Close your eyes
Listen to my voice it's my disguise
I'm by your side
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
What you do to me
Hey there DelilahI know times are getting hard
But just believe me girl
Someday I'll pay the bills with this guitar
We'll have it good
We'll have the life we knew we would
My word is good
Hey there Delilah
I've got so much left to say
If every simple song I wrote to you
Would take your breath awayI'd write it all
Even more in love with me you'd fall
We'd have it all
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
A thousand miles seems pretty far
But they've got planes and trains and cars
I'd walk to you if I had no other way
Our friends would all make fun of us
and we'll just laugh along because we know
That none of them have felt this way
Delilah I can promise you
That by the time we get through
The world will never ever be the same
And you're to blame
Hey there Delilah
You be good and don't you miss me
Two more years and you'll be done with school
And I'll be making history like I do
You'll know it's all because of you
We can do whatever we want to
Hey there Delilah here's to you
This ones for you
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
Oh it's what you do to me
What you do to me.
Plain White T's - "Hey there Delilah"
Sem dúvida alguma, uma das melhores musicas deste Verão!
domingo, 5 de agosto de 2007
Às vezes...
Uma voz trémula e incessante murmura palavras disconexas cujo sentido o vento levou...
O esboço de um sorriso vai-se desvanecendo,
Qual bolha de sabão a rebentar à luz resplandecente do Sol.
Por vezes no silêncio ténue da tristeza,
Uma voz vibrante de surpresa exclama palavras de louvor...
A vida, vida, vida... ai a vida...
O que é isto afinal?! Uma flor?! Um animal?!
Porque nos suga? Porque nos arrasta para o infinito?
Por vezes no tédio saudoso de um abraço,
Uma leve brisa sussurra frases outrora levadas pelo vento...
Frases isentas de significado,
Frases sentidas e esquecidas nas páginas em branco da vida.
Posteriormente, esquecemo-nos do verdadeirto sentido da palavra vida...
Esquecemo-nos do significado de inúmeras vozes que,
na alegria ou na tristeza, na ausência ou na presença
exultam ondas de esperança!
A nós... seres profunda e claramente carentes de verdadeiro sofrimento,
Resta ponderar, repensar e reviver...
Memórias eternas que nos enchem a alma...
Memórias doces, sublimes e singelas que dão verdadeiro sentido á vida...
Verdadeiro sentido à palavra "amar".
Não te preocupes... qualquer dia cresces e já te orientas! A adolescência não é eterna! Dispõe SEMPRE!
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Sei lá...
sábado, 23 de junho de 2007
'Cause I liked the view
sábado, 16 de junho de 2007
Recreio
Brincam no intervalo
Largam da mão o pássaro da ilusão
E vão depois felizes agarrá-lo.
O mestre aquece os pés
Ao Sol do Inverno
Já foi menino mas cresceu
Aprendeu e descobriu as manhas do destino
Sabe que ele nos engana
Seja qual for o oiro que nos dê,
O pássaro da ilusão é uma ilusão
Só a inocência o vê, porque nao o vê."
Duas horas que valeram a pena, só para te ver, puto!
Não mudes nunca!
terça-feira, 1 de maio de 2007
Lembras-te?
Les deux, installés sur un coeur,
On ira, jusqu'a la fin du monde
Tous les deux ensemble et amoureux!
Voir un film, comme des amoureux,
Mais le film c'est qu'un prétexte pour
Qu'on soit les deux ensemble et amoureux!
Et amoureux!
domingo, 15 de abril de 2007
Tenho Saudades.
Saudades de entrar e te ver, logo ali, sentada naquela cadeira.
Saudades das nossas tardes de Verão, naquele escritório, à conversa, sobre os "que não pagam", os "que vão ser postos fora", os "espanhóis"...
Saudades da música.
Saudades do fim do expediente.
Saudades de ir aos correios, às compras, às escolas...
Saudades de te ensinar os melhores caminhos.
Saudades daquela nossa viagem de camioneta (há quase um ano!).
Saudades de tudo o que fizemos juntas.
Basicamente, saudades TUAS.
Aquela casa não é o mesmo sem ti!
Precisamos de ti!
Precisamos que voltes.
Só não sei é se há algo para voltar...
sábado, 14 de abril de 2007
Sorry.
Sorry that we are here
That we take your time
Sorry
Sorr that we breathe in your air
That we walk on your ground
That we stand on your view
Sorry
That my name is not David
Or Catherine
Or Mary
But Rushed
And Hotly...
And sorry that we brought nothing
The only thing we have is a story
Not even a happy story."
terça-feira, 20 de março de 2007
I'm more than what you made of me.
E depois da tempestade, a bonança.
Umas férias, e tal, um repouso, uma meditação e um novo Eu. Um Eu renovado, revigorado, novamente de braços abertos para o mundo. E só nesse momento é que vi - o mundo, de braços abertos para mim também! Agora, tenho vontade. Não sei bem de quê... acho que se chama viver, sentir o bom da vida. Apetece-me Sol todos os dias. Apetece-me sentir o coração a bater, como quando a equipa marca Golooo! Apetece-me aquele aperto no peito de quando vemos o nosso filme preferido, vezes sem conta, e continua a dar-nos aquele arrepio, tal como a primeira vez. Apetece-me suspirar tão fundo que me sinta a pairar. Apetece-me gritar tão alto que me doa a garganta. Apetece-me chorar e ouvir música aos berros. E ainda me apetecem mais coisas, que agora não me consigo lembrar!
segunda-feira, 5 de março de 2007
Mais uma vez, obrigada!
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Penso...
NÃO! Hoje não! Hoje não penso, não é dia de pensar. Hoje apenas me lembro. Lembro-me bem! Lembro-me das nossas brincadeiras, das nossas frases e expressões, das nossas aventuras culinárias, de tudo o que passámos, das memórias que (acho eu) ainda hoje partilhamos. E, automaticamente, lembro-me da dor. Aliás, já nem é dor. Agora é apenas mágoa. Mágoas de, depois de tudo, ter "sobrado" um bocado de “nós” (um bocado sem mim), do tempo, que, tal como diz a Marta, agora me parece desperdiçado com pessoas que não o mereciam, de não saber ao certo onde começa a mentira. Por vezes pergunto-me, se alguma vez fomos realmente amigas, ou se era apenas uma ilusão minha (mais uma…), e de tantas outras pessoas. Parece que nunca saberemos…não é?
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Obrigada Benedita!
rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia
tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões
no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância
diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha forças
para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei considerar-me um derrotado.
Talvez em algum instante
eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo
tombado no chão.
Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Mas então irei banhar-me na chuva.
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos
que apontarão na minha direcção.
Talvez numa dessas noites frias,
eu derrame muitas lágrimas,
mas não terei vergonha por esse gesto.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar
que em algum lugar alguém merece
a minha confiança.
Talvez com o tempo
eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando
o meu caminho.
Talvez com o decorrer dos anos
eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que
realmente são meus verdadeiros amigos,
nunca estarão perdidos.
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente
da fraternidade por onde passar.
Talvez eu fique triste ao concluir que
não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a música siga
o compasso dos meus passos.
Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar, nem que
seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas
as lições necessárias.
Mas terei a consciência que
os verdadeiros ensinamentos
já estão gravados na minha alma.
Talvez eu me deprima por não ser
capaz de saber a letra daquela música.
Mas ficarei feliz com as outras
capacidades que possuo.
Talvez eu não tenha motivos
para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar
com as pequenas conquistas.
Talvez a vontade de abandonar tudo
se torne a minha companheira.
Mas ao invés de fugir,
irei correr atrás do que almejo.
Talvez eu nunca consiga descobrir
um arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar um,
nem que seja dentro do meu coração.
Talvez eu não seja exactamente
quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.
Porque no final saberei que,
mesmo com incontáveis dúvidas,
eu sou capaz de construir
uma vida melhor.
E se ainda não me convenci disso,
é porque como diz aquele ditado:
"ainda não chegou o fim".
Porque no final não haverá
nenhum "talvez" e sim a certeza
de que a minha vida valeu a pena
e eu fiz o melhor que podia."
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Tu é que pediste!
Gozas com ela, e acha-la sinistra (que escândalo!). Levas tudo a mal. És uma chata! Tens desdém à música quem mais me faz vibrar, e não te cultivas. Tens a mania que és gorda. E ainda por cima, insistes em chamar-lhe aquilo que eu já te pedi milhões de vezes para não chamares. Não consegues perceber que isso só me leva às memórias de uma fase da minha vida que já passou, acabou com muita pena minha. Foi pelo melhor, agora vê-se, porque eu não quero ser como aquilo que agora vejo. Mas a verdade é que ainda tenho algumas saudades. Olhando para trás só penso no tempo que desperdicei e acredita custa. E não é só a mim!
domingo, 11 de fevereiro de 2007
7h da manhã e ...
- Não te preocupes, que vai correr tudo bem. Eu ligo mal lá chegue!
- Eu sei que sim...Vai lá ter com os teus amigos, e faz boa viagem!
- OK! Vou ter saudades tuas...
- Eu também!
Depois de um longo abraço, ela corre e acena à mãe. A mãe acena à carrinha que se afasta, dá meia volta e limpa a lágrima teimosa que lhe corre pela face.
A minha adaptação do que se passa hoje...
Boa Viagem Isabelinha!
Benedita, já sabíamos que este dia ia chegar...Mas ela volta!
sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
You've got a friend!
Muito obrigada!
domingo, 21 de janeiro de 2007
O texto do comboio...
Aquelas que me ensinaram a ler poesia, a escrever a minha vida, a somar as alegrias, a subtrair as maldades, multiplicar o amor e dividir o carinho.
Aquelas que durante anos se cruzam comigo, nos corredores, na rua, nos intervalos, e não deixam de me sorrir.
Aquelas que, provavelmente, já nem se lembram de mim, mas de quem eu nunca me vou esquecer (as caras já são uma neblina, mas as memórias são cristalinas!)
Aquelas que durante horas a fio me ensinaram e partilharam comigo a sua sabedoria.
Aquelas que marcaram pela positiva, pela bondade, pela atenção, pelos sorrisos, pela competência e pela saudade que deixam.
Aquelas que marcaram pela neutralidade, por não terem grande relevância, mas que lá estavam.
Aquelas que marcaram pela negativa, porque não me agradavam, talvez, só por estarem a substituir, desintencionalmente, aquelas que me agradavam, o que me parecia uma tentativa de usurpar o seu lugar em mim.
Aquelas que oscilaram, escalaram e escorregaram na minha consideração.
Aquelas que surgiram ocasionalmente, não-oficialmente, por isto ou aquilo.
Aquelas que , ainda hoje, me vêem, me dizem Olá!, me abraçam, me ouvem e me dizem, mais uma vez, palavras sábias.
Sim, são aquelas pessoas, as professoras e professores que, ao longo desta curta existência, já passaram por mim, a quem quero agradecer muito, por serem como são e me terem ajudado e ensinado a ser como sou hoje. Àquelas pessoas todas, (já devem rondar a centena...) àquelas marcas que foram deixadas em mim ao longo dos anos e me apoiaram na contrução da pessoa que tento ser - OBRIGADA!
(escrito ao longo de uma viagem de comboio de 3 horas) 20-01-2007
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Caminha...Sorri.
Traça o teu destino, lentamente. Dia-a-dia!
Sonha. Sorri. Age. Vibra.
Não te deixes ficar pela passividade do aceitar!
Discorda. Questiona. Indaga.
Corre o mundo... O Universo! Tudo o que existir...
A tua resposta está aqui?! Quem to garante?!
Se calhar o teu olhar esboça-se num outro local. Mas o teu corpo não. E isso não é fácil de aceitar.
Porque não consegues sair de ti! Dividir-te.
Seres duas pessoas numa só!
Seres duas almas que se completem.
Mas isso é uma aprendizagem. Que se apreende! Que se adquire.
Se lutares...
Com luta tudo é mais fácil... Ou será mais difícil?!
Tenta. Responde-me tu!
Não aguardes que alguém te diga.
Encontra a essência da resposta por ti mesmo.
Avança. E se for preciso, recua.
Sorri, mesmo para isso tenhas que chorar.
Vibra, mesmo que para isso tenhas que sofrer.
Grita. Fala. Canta. Dança. VIVE!!
E agarra a felicidade...
Ela está aí...
...sim, mesmo aí!
Não a viste??? Então corre...
Talvez ainda a apanhes!"
Por Francisco Coelho
10-01-2006
Para mais, consultar www.fotolog.com/xikinho_hop
sábado, 6 de janeiro de 2007
Tributo à rabanada.
Adeus, calda brilhante.
Adeus, pau de canela reluzente.
Adeus, fatia de pão dourada.
Adeus...? Não! Até Dezemembro!
Força aí (Só por hoje).
Foi naquela mesa, onde estávamos nós (e um bolo de chocolate, por ti assassinado) à conversa, que vi. Conversámos. E eu ouvia-te, a falar de quem amas. Eu ouvia-te, olhando-te, vendo nos teus olhos a tristeza. Sim, lá no fundo e profundo do teu olhar, cuja cor agora não sei. (Tanto olhei que vi nos teus olhos uns outros olhos, que conheço de cor, de cor também incógnita. Uns outros olhos cansados e doces que vislumbro ocasionalmente.) Foi sem dúvida aí que entendi. Já deves ter ouvido que os olhos são o espelho da alma. Pois foi nesse espelho, embaciado, para que ninguém se apercebesse, que eu vi a tua tristeza! Força aí! Anima-te! Acredito que tens força para ultrapassar isto. Tens garra! Não é preciso muito para o perceber. E não te preocupes, se esses olhos meigos verterem lágrimas, pois eu terei sempre um lenço para os limpar. Já me disseste "quem tem amigos tem tudo!". Pois aqui me tens, para o que der e vier.
Um beijo*
sábado, 30 de dezembro de 2006
Deu-me!
I never thought one day you'd be gone,
away forever more
No one can say, no one could explain why you were taken
[...]
It's time to say goodbye
Block out the sun and pack up the sky
Don't let my tears start to make you cry
Each time I try to say my goodbye
[...]
Goodbye - The Corrs
[...]
I don't forget you
Oh it's so sad
I hope you can hear me
I remember it clearly
The day you slipped away
Was the day I found
It won't be the same
[...]
Slipped Away - Avril Lavigne
How can I just let you walk away?
Just let you leave without a trace?
When I stand here taking every breath with you
[...]
How can you just walk away from me?
When all I can do is watch you leave?
'Cause we shared the laughter and the pain
and even shared the tears
[...]
I wish I could just make you turn around
Turn around and see me cry
There's so much I need to say to you,
So many reasons why
[...]
So take a look at me now
'Cause there's just an empty space
And there's nothin left here to remind me
just the memoryof your face
Take a look at me now
[...]
Against all odds - Phil Collins
Para já, só me lembrei disto. Talvez mais tarde, ouça outras coisas que te tragam à minha memória, por mais que eu não queria. Mas por agora, é só isto.
Margarida Feijó
30 e 31/12/2006
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Capuf!
Foi-se. Morremos. O "nós" foi assasinado. Eu sei disso. Tu sabes disso. Ou pelo menos, devias saber. Afinal de contas, és tu o culpado deste homicídio. Sim, porque também deves saber que não foi natural. Foi forçado. Tu forçaste! Voçês forçaram. E não tinham esse direito. No entanto, não hesitaram em pôr em práctica o vosso meticuloso plano, aparentemente inofensivo, mas que , agora, me atira à cara, com todas as forças, todos os vestígios da vossa premeditação. É, sem dúvida,cruel.
Agora vivo com o medo das nostálgicas memórias ("mas por que raio é que eu tenho tão boa memória?!") de tudo o que passámos, que me assaltam variadíssimas vezes durante o dia. Porque é que tenho tantas histórias para contar, e porque é que estás sempre lá? Porque é conseguiste avançar sem mim e porque é que eu não consigo esquecer-te definitivamente? É INJUSTO. Vivo dentro da música, dizendo "Realmente, foi isto que aconteceu. Está tudo dito!" Não quero. Quero paz, sossego, para mim e para os meus. Para quem me ajudou. Para quem apanhou os meus bocados e voltou a colar-me. Para quem está aqui comigo, e me merece no meu melhor, que eu já não consigo dar.
E tenho pena, de não poder dar a quem quero o melhor de mim, porque o gastei contigo. NÃO É JUSTO. If I knew then what I know now! Teria tudo sido diferente. Menos rancor. Menos raiva. Menos lágrimas.Quiçá melhor, mais pacífico. Sim, teria sido bem melhor!
sábado, 2 de dezembro de 2006
Porque, um dia, alguém grande me disse...
"Porque parar de sonhar é morrer"
Pedra Filosofal.
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.
Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é Cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
É simples.
E foi assim...
Agora são vocês. Não me importo. Porque agora, eu faço parte de um nós. Um nós perfeito. Nós completamonos. Vocês são tristes. Dá pena olhar. São superficiais, e orgulham-se disso. Nós até somos meias esquesitas, mas somos juntas! Digam o que disserem, nós somos! E com prazer. Agora vocês...bem podem ir pentear macacos, que eu estou pouco importada. Porque agora, tirando os momentos em que estão vocês, eu sou feliz. Já não sou cega. Abri os olhos, acordei. Custou, mas acordei. Graças a muitas pessoas que me aconselharam e ouviram. E estou-lhes agradecida.
Tá..? Para que fique claro!
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
R.E.S.P.E.C.T.
Respeito-me a mim
Respeito-te a ti
Respeito o próximo
Respeito o igual
E respeiro o diferente
Respeito o conhecido
E o desconhecido também
Respeito quem gosto
E quem desgosto também.
Respeito o que percebo
Respeito o que não percebo
Respeito o que não é para perceber
Respeito, poque quero ser respeitada.
E no final do dia, nem custou assim tanto.
sábado, 18 de novembro de 2006
Desculpa, mas só agora é que me inspirei!
Só por isso, um grande obrigada!
Ao Manel, "amigo de todas as gerações", que nos (ME) deixou (há algum tempo) de quem me lembro, e me faz falta!
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
À menina do diploma que tem um relógio igual ao meu.
sábado, 21 de outubro de 2006
Às minhas meninas.
Obrigada!
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
Abraço.
Melhor gesto do mundo.
Maior que o aceno, maior que o beijo, o abraço é a demonstração da pura amizade, da saudade, do carinho.
O abraço é aquela coisa!
Um abraço parece nada...mas no fundo, o abraço é tudo.
Basta um abraço para nos sentirmos bem.
De alguém maior pela protecção.
De alguém mais pequeno pela força.
De alguém de quem sentimos falta por nos lembrar porque é que sentimos a sua falta.
São os meus preferidos.
Um longo abraço, basta. Melhor que mil beijos.
Qualquer problema apaga-se, face a um bom abraço, se for da pessoa certa!
Um abraço forte, para o caminho...até à próxima!
Dois corpos, juntos. Os braços crescem. O coração bate com mais força, ao mesmo tempo, mais tranquilo.O sorriso surge nas nuvens. União.

Não há duvida - o abraço é o meu gesto preferido.
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Só para saber.
I was wanting more
I never been on my own that way, just sat by myself all day
I was so lost back then
Vício da música.
domingo, 8 de outubro de 2006
Gosto de ti...
...porque me divertes.
...porque me animas.
...porque és doida como eu.
...porque estás sempre aqui.
...porque me ajudas.
...porque partilhamos tudo.
...porque te abres comigo.
...porque me abro contigo.
...porque é giro chatear-te.
...porque tem piada gozar contigo.
...porque moras mesmo ao lado.
...porque sim.
...porque és a Mariana.
...porque és minha irmã, e isso, muda tudo.
Para a irmã mais adoptada do mundo!
Margarida Feijó
08/10/2006