terça-feira, 29 de abril de 2008
Susto.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Vamos voltar?
Aquele sítio onde não há horas... (Ou há, mas estão 10 minutos adiantadas...)
Onde se demoram 2 horas a preparar uma refeição.
Onde se passou mais tempo na cozinha do que em qualquer outra divisão.Onde se caía no chão da despensa.
Onde todas as tarefas estão “lindamente” organizadas e sincronizadas.
Onde todas as noites havia "brindes" diferentes...
Onde, com os pratos erguidos, lembrámos a "Pseudo" e o "Nando" e tantos outros...!
Onde nos fartámos de comer gelatina e mousse de pacote e de beber Sunquick...
Onde, em todas as refeições, havia um copo de sumo que caía por cima da toalha.
Onde as gargalhadas eram intermináveis, pois havia sempre alguém que não conseguia parar.
Onde, todos os dias, havia alguém que rebolava no chão a rir.
Onde havia perseguições à volta da mesa de jantar.
Onde encontrámos batatas (sim, batatas!) no frasco da maionaise.
Onde se caía das cadeiras.
Onde se cantava e dançava ao mesmo tempo que se cozinhava.
Onde fizemos o NaNaNa.
Onde jogámos ao Twister e ao Pictionary.
Onde fizemos mímica na cozinha. (Figura Histórica - Sr. João da Marmelada!)
Onde nos perguntámos se alguém conhecia o Pepe. E onde caímos todos ao chão!
Onde vimos mais filmes por dia do que em qualquer outro sítio.
Onde gozámos uns com os outros, e nunca nos importámos.
Onde nos rimos às gargalhadas com as legendas do Saw. Putz Grila!
Onde imitámos o miúdo do "quimboio", que, coitado, estava cheio de sede…
Onde os papos furados viraram furos no papo!
Onde bebíamos cházinho todas as noites.
Sim, é para essa casa que eu quero voltar! A casa que parecia do Big Brother, à medida que ia ficando vazia… Big Brother? Não! Quinta das Celebridades!
Foi uma semana, sem dúvida, inesquecível por todos os motivos. Pela companhia, por todas as palhaçadas, e pela aventura que foi cozinhar para uma dúzia!
Podíamos ter sido poucos, mas, não, fomos muitos, e não deixámos de ser bons! Muito obrigada a todos, por terem feito parte da melhor “viagem de finalistas” de sempre! Foi bastante “caseirinha”, mas foi diversão 24 horas por dia, graças a vocês!
Vamos voltar?
sábado, 16 de fevereiro de 2008
O submarino chega ao porto.
Fica o meu amigo que insistia que "a minha mãe é melhor que a tua". Aquele que apanhou a primeira onda no mesmo dia que eu. Ficam as horas em que argumentámos quem teria a melhor mãe e todas as outras - nas quais 'diversão' era palavra de ordem - na praia, na piscina, a contar anedotas, a imitar o Herman, a fazer todo o tipo de disparates...
Obrigada também ao John, ao George, ao Paul e ao Ringo!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
A descoberta do Navegador.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Against all odds.
Um tributo a um sítio especial. O lugar onde, contra todas as probabilidades (sem dúvida alguma) a minha vida se aproximou dos eixos. Eu era a chama, e à minha volta, só via água... Mas consegui salvar-me, não me molhar nem apagar. (Felizmente, encontrei acendalhas!)
As voltas que a vida dá... E as voltas que a minha já deu.
No sítio menos provável, reencontrei qualquer coisa que não sei descrever. Segurança...? Confiança...? Companheirismo...? Fidelidade...? Conforto...? Felicidade...? Algo que eu já não me lembrava de conhecer... Mas soube bem. Eramos um oásis, naquele enorme deserto! As gargalhadas e a galhofa constante, os 'trabalhos de grupo', os desenhos, os filmes, sem nunca esquecer os momentos da 'má-língua'... Todos estes momentos que eu relembro (e tenho tantas saudades!) com o maior carinho... Os 'bons velhos tempos' em que sabia que se me virasse para trás, teria um sorriso à minha espera...
"Não fiques triste porque acabou. Sorri porque aconteceu!"
É verdade. Apesar de aquele ano espectacular ter acabado, ficam as boas recordações e as excelentes amigas!
Obrigada!
domingo, 23 de dezembro de 2007
Tico e Teco
"Estás assim com tanta necessidade de expressão?"
"Absolutamente"
Sim, porque estou perdida. Não sei o que fazer. Tenho medo. O meu mundo perfeito está a desmoronar-se à minha frente, a escapar por entre os meus dedos. Não sei para onde me virar. Acho que o mundo já não faz sentido.
O Tico sem o Teco.
O Silvester sem o Tweety.
O Marlin sem a Dory.
O Shrek sem o Burro.
O SpongeBob sem o Patrick.
O Laurel sem o Hardy.
O Snoopy sem o Woodstock.
Simplesmente não faz sentido. Assim como eu sem ti não faz grande sentido. E por isso estou perdida. Ainda não foste e já me sinto incompleta. E por mais que digas que nada vai mudar, eu sei que tudo vai mudar. Eu já vivi esta mudança. Para mim é 'déja vú'! E não gosto do resultado.
"Juntas conquistaremos o mundo." Acredito que sim. Mas continuo com medo. Já mostramos ser capazes de muito juntas... Uma mão que lava a outra, por assim dizer. Mas também já vimos que separadas não somos grande coisa! E por isso tenho medo. Medo de voltar a cair, medo que tu não estejas lá para me ajudar a levantar.
Tenho medo. Mais não sei explicar.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Feliz Natal!
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Tio Zé
Não, não conheço o silvicultor. Conheço o Homem.
Para mim, não é o Engenheiro Moreira da Silva. Para mim é o Tio Zé.
Não o conheço tão bem como outros o podem conhecer. O nosso contacto é em festas e situações do género.
Mas sei que, quando comecei a construir a nossa árvore genealógica, foi o 1º a prontificar-se a ajuda-me, fornecendo-me, em pouco tempo, toda a informação de que precisava.
Sei que para ele, tal com para mim, a família é muito importante. É importante de uma forma inexplicável, não encontro palavras. É uma dimensão constante na nossa vida, é pouco provável que sejamos alguma coisa sem ela. Porque dentro de cada um, há um pouco de todos os outros. E assim nos construímos. E dentro de mim, há um pouco do Tio Zé. O humor, diz a minha Mãe, é a minha herança Moreira da Silva. É uma coisa nossa, indescritível, e tantas vezes incompreendida!
Já dizia o poeta – “Que outro valor mais alto se alevanta”. Para o Tio Zé, e também para mim, esse valor é a família.
E por isso não hesitou em dizer Sim, quando propus um 3º Almoço MS. O confronto de gerações. A frescura da minha, a sabedoria da dele, todos juntos, elos de uma mesma cadeia.
Por isso, lhe desejo as melhoras, para poder contar com ele para um 4º Almoço Moreira da Silva.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Signo - Balança
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Ser...
Teu exagera ou exclui,
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua brilha toda
Brilha, porque alta vive.
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Oh Happy Day!
Naquela tarde (a do bolo de chocolate...) o dia era triste, tal como tu, e chovia lá fora. Nada, comparando com esta quente e solarenga tarde de Outono (apesar de muitos jurarem ainda ser Verão!)! É bem possível que o tempo me tenha feito ver-te com outros olhos. Não interessa! Gostei do que vi! Gostei de voltar a ver o brilho nos teus olhos! Gostei de voltar a ouvir todos aqueles sábios conselhos que me dás sempre, dos quais nunca me canso e que me ajudam a avançar! Gostei de te ver mais descontraída, mas nunca despreocupada! Gostei da luz do teu sorriso, mesmo quando falavas de algo que não te agradava!
terça-feira, 13 de novembro de 2007
What else?
L'amitié c'est un autre langage
Un regard et tu as tout compris
Et c'est comme S.O.S. dépannage
Tu peux téléphoner jour et nuit
'amitié c'est le faux témoignage
Qui te sauve dans un tribunal
C'est le gars qui te tourne les pages
Quand t'es seul dans un lit d'hôpital
Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Tenho que parar!
Acima de tudo a saudade.
Depois desta mágoa toda, já só sinto saudade.
(Não me queixo do que tenho, mas sinto a falta do que já tive!)
Esta enorme saudade que me invade a alma sempre que as malditas memórias resolvem aparecer!
domingo, 11 de novembro de 2007
Aguenta!
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Um Obrigada especial...
Por me perceberes. A mim e às minhas pancas.
Por ouvires as minhas loucuras e os meus desabafos.
Por veres as minhas séries e ouvires as minhas músicas.
Por andares ao meu ritmo.
Por me leres o pensamento e me tirares as palavras da boca.
Por seres quem és!
Por estares aqui, hoje e sempre. Por estares aqui sempre que eu preciso. Por estares aqui mesmo quando não é preciso. Por estares!
E por teres ficado. Acima de tudo por teres ficado, sempre aqui, ao meu lado! Mesmo quando eu julgava que não precisava de ti, tu ficaste. E mesmo quando eu andava demasiado ocupada com coisas que não interessavam, tu estavas ao meu lado. E eu preferia ignorar. E hoje sinto-me mal, só de pensar no que te poderei ter feito! Sei que entendes que não era "eu" mas não sei se isso, para mim, chega! Não há desculpa possível. Fui injusta contigo. Sem motivo nenhum. Sem mereceres, sequer! Sei disso. Tu, não sei se sabes. Mas eu sei. Sei que fui contigo algo que jurei nunca ser com ninguém! E isso corrói-me por dentro.
Tento ao máximo compensar-te! Compensar-te pelo tempo em que não te vi. (Agora vejo bem. Agora esfreguei os olhos e o céu. Agora, foram-se as nuvens. Agora vejo o que merece ser visto!)
Só sei que te adoro. A cada vez mais dependo de ti e do teu apoio. Da tua presença. Do que me dizes. Tudo o que, mesmo não sendo verdade, me dizes, e me faz sentir melhor.
Sinto que me estou a completar. Encontrei em ti mais um pedaço de mim.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Brincando aos Turistas!
14h17. Já estavam as três, mãe e filhas, à porta de casa. É verdade que o combinado era 14h30, mas já estavam prontas e não havia mais nada a fazer lá em cima. Pelo mesmo motivo, a amiga já se aproximava. As duas senhoras puseram-se à conversa (sobre a família, o tempo, as aulas…) e as miúdas continuaram as palhaçadas do costume.
Nenhuma delas aparenta a idade que tem. A mais nova é bem mais alta, pinta as unhas e está sempre a reclamar. Passa metade do tempo agarrada ao telemóvel, mensagens para a frente e para trás. Todos os dias (ás vezes várias vezes) escreve o seu "capítulo", como costumam dizer, a gozar, a mãe a irmã mais velha. Essa, que insiste em continuar a ser miúda. Gosta de mandar uma piada de vez em quando, para animar as hostes, e está quase sempre a cantar (o que enerva um bocado a caçulinha!) Quando não canta, é uma tagarela- aí é com os nervos da mãe que mexe! Estavam as duas a preparar-se para fazer uma corrida até à paragem de autocarro quando ouviram uma voz familiar atrás dela. Voltaram-se e viram o loirinho dos olhos brilhantes, que tão bem conhecem, a correr pelo passeio em direcção a elas. Atrás, ao lado da mãe, vinha a mais velha, segurando a mão da pequenina (que, por acaso, crescera imenso durante o Verão). Todos eles traziam a sua própria mochila às costas: bonés, óculos de Sol, garrafas de água – não faltava lá nada para uma tarde inesquecível!
Depois dos beijinhos, dirigiram-se à paragem de autocarro da rua de baixo. Passaram-se alguns minutos até que avistaram, parado no semáforo, o grande autocarro amarelo. Era “agora”, o momento por que esperavam, começava o passeio que planeavam desde já nem sabem quando. Subiram, pagaram e resolveram ir sentar-se no andar de cima. “Estamos em Setembro, já não há muitos turistas!”
Seguiram viagem. Passaram por vários sítios que já conheciam, mas mais parecia que era a primeira vez que lá passavam, tal a excitação. (E era. Pelo menos, daquele ponto de vista! ) Tiraram fotografias, acenaram a quem passava... Estava um dia excelente, e a companhia só ajudava!
Chegados à Ribeira resolveram "hop off". As águas tinham acabado e estavam a ficar com fome. Aliás, até precisavam de esticar as pernas! Deram uma voltinha até que encontraram um café. Não era o "Pinto" mas lá teria que servir! A pequenina pediu um croissant, os restantes quiseram gelados. Um SuperMaxi para o rapaz, um Cornetto de Chocolate para a irmã e um Magnum Double Caramel para cada uma das outras. As senhoras tomaram um café. Definitivamente, não se comparava com o "Pinto" e o croissant também não era DoceMar...
Quando acabaram, pagaram e resolveram ir para a paragem. O tempo não parava e ainda havia muito para ver... E mesmo que não houvesse, tinham que regressar ao ponto de partida!
Passados poucos minutos, avistaram o autocarro. Fizeram sinal para ele parar, e assim que as portas se abriram, saltaram lá para dentro. Voltaram a subir as escadas e foram instalar-se lá em cima. De facto, aquela perspectiva era lindíssima!
O autocarro deu umas voltas pela baixa. Viram S. Bento, a Avenida dos Aliados, a Torre dos Clérigos... Passados uns 25 minutos, estavam a descer a Boavista... Passaram perto das diversas escolas, e aí quase que se fez um minuto de silêncio... A perspectiva do regresso (tanto às aulas como a casa - sim, o percurso estava a chegar ao fim) não agradou a ninguém.
Aproveitaram os últimos minutos para tirar fotografias todos juntos, uns ao colo dos outros, sempre em grandes gargalhadas, para mostrar aos pais (e a todos os outros), mas só para isso! Porque, como é óbvio, eles nunca se esqueceriam daquele dia. O dia em que finalmente embarcaram no autocarro amarelo! O dia pelo qual ansiaram tanto tempo. Não, de facto, esse dia nunca seria esquecido.
Chegados ao ponto de partida, desembarcaram. Olharam à volta, como se estivessem perdidos. Era o sítio de tantos outros dias... Mas não podiam ficar lá, não naquele dia. Desceram até à beira da praia para um passeio. Apesar de ter sido uma grande dia, ninguém se sentia cansado nem, acima de tudo, com vontade de ir para casa.
Peço desculpa, mas não consigo concluir. Não consigo acabar o nosso dia. Não quero que acabe! Não quero regressar a casa! Não quero regressar à rotina. Quero ficar na praia, a ver o pôr do Sol. Quero voltar a entrar naquele autocarro para mais uma volta. Quero voltar ao princípio e fazer tudo outra vez. Só não quero que acabe!
Há perguntas que têm de ser feitas...
Tudo ou Nada...
domingo, 21 de outubro de 2007
OBRIGADA!
Sou assim...
[...]
I never pretend to be something I'm not
You get what you see, when you see what I've got
We live in the real world, I'm just a real girl
I know exactly where I stand
And all I can do is be true to myself
I don't need permission from nobody else
'Cause this is the real world, I'm not a little girl
I know exactly who I am
Mutya Buena
Real Girl
