sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Aquele vazio.

Tu foste e deixaste um vazio. Era um vazio que eu achava que tu preenchias na perfeição. Mas não, é óbvio que não. Nunca, mesmo com todo o teu tamanho, poderias, na tua pequenez, preencher aquele espaço. Agora vejo isso.
Mas isso é passado.

Depois de muito tempo a tentar fechar um capítulo, encontrei a minha solução. Ironicamente, aconselhando sobre fechar capítulos.

Não posso forçar um capítulo a fechar-se. Não me posso obrigar a esquecer-te... Aliás, esquecer não é propriamente o termo. Li algures "Não digas que esqueceste - diz apenas que já consegues falar sem chorar"! Não te quero esquecer, nem tudo aquilo que passámos, bom ou mau, porque tudo isso me ajudou a crescer. E não posso simplesmente ignorar tudo aquilo que aprendi. Quero, acho que sim, que me sejas indiferente. Neutralizar-te, para poder avançar com a minha vida.

O que quer que eu queira, não interessa muito. Não me consigo obrigar a nada. Concluí que os capítulos têm uma maneira de se fecharem sozinhos. Nós nada podemos para acelerar o processo. Lentamente, o tempo passa, a mente ocupa-se com outras coisas, outras pessoas, e, quando damos conta, há coisas que já não têm a mesma importância. Simplesmente, estão lá no fundo, quietinhas...Até que, um dia, (espero eu) deixam de estar! Espero eu, porque sei que há sempre alguma coisa - uma música, uma expressão, qualquer coisa - que as catapulta para a frente, mais uma vez. E aí, recomeça o processo. No entanto, já reparei, cada vez mais fracas, estas memórias já não têm o mesmo impacto. E torna-se cada vez mais fácil empurrá-las para o seu canto. E cada vez mais próximo está o dia em que, sem darmos conta disso, elas vão-se.

Mas é assim, não podemos obrigar um capítulo a fechar-se. Resta-nos esperar. Ele há de se fechar sozinho.

Hoje, olho para mim e vejo que já esperei demais. Acho que o meu tempo de espera está a chegar ao fim. Estou-me a aproximar novamente daquilo que era.

Aquela miúda que chegava sorridente, fizesse chuva ou sol. A primeira a mergulhar no (gélido) mar de Moledo. Aquilo que eu julgava ter perdido, está a voltar a mim. Só ainda não consigo chorar nos filmes. Perdi a minha lamechiçe.

Vai daí, deve estar só adormecida!

sábado, 5 de julho de 2008

Dia 2

Hoje acordámos às 9h30. Ainda não são horas de se acordar em férias, mas teve que ser.

Apanhámos o avião para Dubrovnik, onde vivemos uma cena semelhante a um filme americano: estava lá um homem à nossa espera, que nos levou até uma carrinha, onde nós entrámos, e fomos levadas até um parque de estacionamento, onde íamos ter com uma senhora...

O caminho para a cidade velha, onde nós ficámos, é lindo, porque é mesmo na costa.



No dito parque de estacionamento, conhecemos Anita, co-proprietária do "albergue" onde ficámos. Não é uma senhora, mas uma rapariga nos seus 20 e tais.

Fomos, com ela, por umas escadas bastante íngremes e com degraus assaz estreitos, até ao pequeno prédio onde são os apartamentos. Enquanto nos instalavamos, apareceu a irmã (mais velha, diria eu, mas não perguntei), Ivana. Quem as visse, não diria que são relacionadas. A não ser o facto de falarem extremamente rápido (croata, entre elas, note-se!), são completamente diferentes. Uma loirinha e a outra morena, são a água e o vinho. Foram as duas muito simpáticas e atenciosas. Sugeriram-nos dar uma volta pelas muralhas da cidade velha e um passeio de barco até uma das ilhas, além de indicarem uma praia e um bom restaurante. Nós, no entanto, fomos primeiro espreitar a avenida principal. Andámos um bocado por lá, até que, num quelho, bem à sombrinha, encontrámos o "Barracuda", uma pizzaria muito simpática.

Ah, o livrinho da minha mãe diz que as pizzas croatas são muito boas, chegando a ser postas no mesmo nível das italianas! Afinal é mais típico do que eu pensava!

Depois de almoço, fomos dar uma volta pela avenida principal, até uma das portas de entrada na cidade velha. Mas o calor era tanto, mesmo à sombra, que resolvemos ir até à praia. Fomos até o apartamento vestir a roupa de banho e pegar nas toalhas e partimos à descoberta da dita praia. Praia que vendo bem não se pode chamar praia. Não tem areia! Só pedras!

De qualquer forma, deu para um bom banho... Refrescámo-nos e passado um bocado voltámos para "dentro", para o interior das muralhas. Demos uma volta e sentamo-nos numa esplanada, com águas e sumos de laranja, com pombas a circular por entre os pés da cadeira.

Apesar de o relógio da torre mostrar que já passava das 18h, estava muito calor.

Depois do suminho, voltámos para casa, para tomar um bom banho. Ainda estivemos meia hora no apartamento antes de sair para jantar. Resolvemos seguir o conselho das nossas anfitriãs e ir ao Moby Dick. Só que, até lá chegarmos, tivemos que passar por outros restaurantes. E, em todos, havia um(a) funcionário(a) que se levantava para perguntar se queríamos sentar para comer ou beber qualquer coisa.. É um bocado chato, mas eles lá têm que fazer "propaganda"...

Depois do jantar, visto que já estava mais fresco, fomos dar mais uma voltinha. Fomos à avenida principal comer um gelado, espreitámos umas ruelas e umas praças de comércio e voltamos para trás. Pelo caminho, parámos num Internet Caffé, só para verificar que o mundo não estava a ruir e nós de férias!

Voltámos para o apartamento e ligámos a TV. Divertimo-nos um bocado, saltando do Espanha - Russia para uma Anatomia de Grey legendada em croata. A Anatomia ouvia-se, o jogo via-se. Já agora, parabéns a Nuestros Hermanos. Já que a taça não vem para cá, ao menos que vá para perto... Agora para a Alemanha, a "nova Grécia", o nosso calcanhar de Aquiles, é que não!

26-06-2008

Dia 1

Bom, para falar verdade, este devia ser o dia 0,5!


Passo a explicar.

O despertador tocou às 3h30. Não são horas decentes, mas ele tocou. E lá nos levantámos. Às 4h10 estávamos a entrar no taxi e às 4h30 (após nos cruzarmos com, no máximo, 5 carros) chegámos ao aeroporto Francisco Sá Carneiro. Ainda tivemos tempo para dar algumas voltas. Apesar de estar meia adormecida, reparei numa placa engraçada:


A quem não for possível seguir "a informação visual", não é possível ir a lado nenhum, visto que Braille também não há!

A partir daí, foi uma autêntica montanha russa. Levantamos vôo às 6h05 e aterramos na Portela ainda antes das 7h. Ao desembarcar, reparei que tínhamos voado num avião chamado "Florbela Espanca". Apesar do sono, resolvi registar o nome de outros aviões que consegui ver: Luís Vaz de Camões, João XXI, Padre António Vieira, Infante D. Henrique, D. Afonso Henriques e Teófilo Braga.

Desembarque, tranferências. Levantamos novamente, a bordo do "Gago Coutinho", ao bater das 8h, para aterar em Bolonha às 10h40 (11h40 hora local). Estivemos cerca de meia hora dentro do avião, à espera, e partimos em direcção à última paragem - Zagreb. Aterrámos às 13h locais (meio-dia português). No aeroporto, estava o meu tio à espera. Ao que parece, hoje é o feriado nacional, o 10 de Junho Croata, o que lhe permitiu ir ter connosco! Entrar no carro foi um alívio, pois estava um calor insuportável lá fora, e o ar condicionado nunca foi tão bem vindo!

Fora o calor, Zagreb é uma cidade bonita. O caminho para casa permitiu observar que tem uma parte "nova", da década de 60, semelhante a outras cidades da actualidade, apesar de muito cinzenta. Mas bastou um modesto túnel para nos transportar até ao século XIX, com prédios antigos, em cores da terra e janelas enormes. Passados poucos minutos, avistámos um sinal bastante familiar - a bandeira nacional. Chegámos a casa!


Depois de conhecer a casa e nos instalarmos, fomos almoçar uma pizza (eu sei, que típico!). Depois do almoço, propunhamo-nos a ficar em casa, a ler, mas acabamos por acompanhar os meus tios ao golf. Enquanto eles jogavam, nós ficámos sentadas à sombra (o que não nos impediu de suarmos as estupinhas), a beber água e a fazer palavras cruzadas... Eram já 19h quando viemos para casa. Fomos tomar banho e tratar do jantar. Comemos cedinho, porque, além de nos termos levantado cedíssimo, amanhã partimos para Dubrovnik.

25-06-08

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Pontes.

Olá geral!

Neste momento estou na Croácia, mas não quis deixar passar esta oportunidade de deixar uma mensagem, mesmo pequenina, no blog.


Tenho registado tudo o que tenho feito, todos os dias, para, mal chegue a Portugal, ordenar e publicar aqui. Não me foi possível fazê-lo directamente no blog, mas vai ter que servir. Quem estiver interessado, a partir de 5ª feira, haverá relatos da viagem.


E para não ter que interromper os ditos relatos com outras coisas, resolvi fazer um parêntesis já hoje.


Tanto tempo à procura das palavras ideias para dizer a quem merece, "às minhas pessoas", e fui encontrá-las, pouco tempo depois, na voz de Pedro Abrunhosa:



QUE NUNCA CAIAM AS PONTES ENTRE NÓS



Não consegui por o video, mas podem ouvir aqui.


Todos os Obrigadas se resumem a isto.

E acho que não há mais nada a dizer...

terça-feira, 17 de junho de 2008

Puto!

Princesa, és 5 estrelinhas!
A sério, ontem [6ª] senti que o orgulho que tenho em ti cresceu exponencialmente (é muito, se não souberes!).
Estou mesmo babada. Mesmo orgulhosa.
Já aqui falei do "Orgulho de Prima", mas este deve ser quase de irmã!
Estou mesmo feliz por ti.
Sei que o teu primeiro "romance" acabou, mas viveste-o (o mesmo não se pode dizer de mim...) à "maneira antiga" e aprendeste com ele. Continuaste a sorrir. Gosto mesmo de ti.
És atinada (NERD!), tens a cabeça no lugar. Sabes dar a devida importância às coisas.
Andas num sitio tentador e "perigoso" para as pessoas da tua idade. Mas não te iludes. Tens a consciência da realidade que muitos não têm. E recusas-te a ceder às influências. És forte. Continua assim. Nunca mudes por ninguém. Muito menos pelo sexo oposto. O que importa é o que tu és e o que tu sentes. Nada nem ninguem te pode convencer do contrario. Se ele te deixou ir, não te respeitou, é porque é mesmo puto, não é só de cara!
Estou a dizer demais. Tu sabes isto tudo! (És uma mini-eu...) Tens as noções certas, as ideias todas no sítio. Vais ser feliz, não tenhas dúvidas: "no fim, tudo fica bem. Se ainda não está bem, é porque ainda não chegou o fim!".

Saber...

"Não há felicidade senão com conhecimento. Mas o conhecimento da felicidade é infeliz; porque conhecer-se feliz, é conhecer-se passando pela felicidade, e tendo, logo já, que deixá-la atrás. Saber é matar, na felicidade como em tudo. Não saber, porém, é não existir."

Fernando Pessoa, in "Livro do Desassossego" de Bernardo Soares

A Palavra Mágica

Certa palavra dorme na tranquilidade
De ser uma incógnita
Como desencantá-la?
É a senha da vida
A senha do mundo.
Vou mergulhar nos livros.

Vou procurá-la incessantemente
No mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
Viro a página, mudo a rota,
Procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
Ficará sendo
eterna.



A minha adaptação de "A Palavra Mágica"
de Carlos Drummond de Andrade.


(Original aqui)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

BFU

"I'm joining!

*Raise right hand* I, maggie712, pledge to forever be a fan of Bones. I promise to spread the word about this amazing show. I swear to watch every episode and to never let any other show take it's time slot in my personal television schedule. I also swear to always respect my fellow BFUers.


Job Title:First Official Shipper for Zach and Cam, Official Pencil Sharpener for Angela Montenegro and Forever Shipper for Bones and Booth, of course.

CodeName: Maggie"



Já era tempo de "sair do armário". "Bones" é a minha série preferida. Sou quase viciada [basta conhecerem as minhas amigas para perceber o "quase"... Amigas essas conhecidas via Internet graças à série...]

Esta série faz-me vibrar mais do que qualquer outra.

Estes dois são completamente apaixonados e não o conseguem ver.



Sei que não passa de ficção, mas o que fazer...? Somos todos tolos!

BFU - Bones Fans United

terça-feira, 10 de junho de 2008

Voar e mudar.

[...]

I'll spread my wings and I'll learn how to fly.
Though it's not easy to tell you goodbye
Take a risk, take a chance,
Make a change, and break away.

Out of the darkness and into the sun.
But I won't forget the place I come from
I gotta take a risk, take a chance,
Make a change, and break away
Breakaway
Break away


Breakaway (não sei porquê...)


O tempo passa e nada fica igual.
O tempo passa demasiado depressa e muda demasiada coisa.
É tudo muito difícil.
Mais um ano que chega ao fim e, desta vez, o futuro é ainda mais incerto. Estou cheia de medo.
Ainda há muita coisa que vai mudar.
No entanto, sei que também há muitas que não mudam. Recuso-me a esquecer a experiência, as pessoas, o "sitío" de onde venho. Já faz parte de mim, e nada mudará isso.
Já estou a divagar, estou a entrar num círculo...
Mas, lentamente, vou desfazendo o novelo que é o meu pensamento.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Chuva.

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer


A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera


A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade.


Para ouvir no Youtube - aqui



Esta música não está aqui só por estar. Não é daquelas que aparece só porque é a preferida da semana nem por ser "catchy"... Toda ela faz sentido. Tudo acontece todos os dias. Conhecemos gente, amamos pessoas, perdemos amigos.
Das que conhecemos, umas ficam, outras não. Acenamos às que passam, e seguimos o nosso caminho.

Quando se trata das que ficam, é diferente.

Amamos as que ficam e tudo o que fazem por nós. Queremos tê-las perto, sempre, porque se tornam indispensáveis.

Agradeço (já disse que não sei bem a quem) todas as que tenho. Todas aquelas pessoas que, com um toque, um sorriso, uma palavra, conseguem mudar o meu dia. Mais do que qualquer outra coisa que eu tenha, agradeço a minha sorte em ter as minhas pessoas.

Amamos essas pessoas. E depois perdemo-las. É inevitável. Chega sempre um dia em que perdemos essas pessoas. Os toques, os sorrisos e as palavras somem para sempre. (Para sempre é muito tempo.) E consciencializamo-nos de que, um dia, havemos de ter perdido todas. É triste, mas é a vida.

O que é que eu proponho? Carpe Diem! Acima de tudo, viver o hoje. É o único que temos. Não volta atrás, não se repete. Vamos hoje dar aquele abraço, abrir aquele sorriso. Respiremos fundo e deixemos que o arrepio nos percorra a espinha, estiquemos os braços e alcançemos o céu. Não sei.. fica um bocado ao critério de cada um.

Quanto a mim, sei que não passo sem voltar a lembrar aqui todas as minha pessoas.

Porque há pessoas que nos marcam, e, quando o fazem, é para sempre! (Sim, o "para sempre" existe...) E eu sou tão feliz por saber que tenho estas pessoas e estas marcas. Sei, sem presunção, que sempre que precisar tenho um ombro amigo, um conselho, uns "ouvidos" (visto que agora o e-mail é que está a dar!) prontos para mim, para me ajudar. E isso é bom. É um conforto interior que me faz, sem sequer dar conta, sorrir. Estou a adorar!
Mas todos os dias me estão a faltar palavras para agradecer. E todos os dias, a música que o coração me canta é esta. Pelo menos o início.
Há pessoas que são importantes nas nossas vidas, pessoas que nos marcam e que nunca vamos esquecer. São essas pessoas que eu quero lembrar aqui e agora. Em vez de conversas, chamadas, mails e mensagens, fica um post. Porque o que está escrito não se apaga. As palavras escritas não vão com o vento, são eternas. Tal como o que trago dentro de mim.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

RP

Não vou ser. Só o faço quando quero. Fora isso, paguem-me.

"Secretária da gente".

Nunca mais me esqueço. Já o fui uma vez. Com orgulho! Gostava do título.

Julgava eu que era isso e muito mais. Estava errada. Era só isso. Nada mais.

Agora chega. Faço aquilo que ME interessa. Estou aqui para vocês, mas não só! Estou aqui para mim. E não vou gastar o meu tempo, a minha vida, a minha juventude, a preparar coisas que não me interessam. É radical, drástico, dramático, mas não quero saber. Isto sou eu hoje!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Orgulho de Prima!

10 anos.

Avô, o teu primeiro bisneto completou a sua primeira década! Estava tão contente... Agora escreve a idade com dois algarismos! Não dependeu nada de mim, mas estou tão orgulhosa! Aquele orgulho de prima... Sei que também o tinhas. (Não de prima! De Bisavô...) Quer fosse a falar das rabugices do Manel ou das filosofias do Tomás, o brilho nos olhos denunciava-te. É tão bom ter família... Os nossos benjamins são um espectáculo!

Tenho pena que não tenhas ficado mais um bocadinho, para os ver crescer.

Eles hão de ser poetas, homens de letras, não fossem eles da família!

E eu promento que vou tomar bem conta deles. Não precisam, mas vou.

Hão de ter sempre uma prima mais velha, orgulhosa, babada!
Hei de estar sempre lá com eles, para eles. Para que não se esqueçam do nosso Verão!
Sim, foi o NOSSO Verão!
(O que nos rimos, o Manel e eu, a relembrar o dia em que o Tomás e ele quiseran dar 100 voltas ao terreiro, depois fomos para a piscina, e depois começou a chover... Que dia! Devias ver o Manel a fingir que anda de bicicleta!)
"Tivemos umas boas férias, não tivemos?" Tivemos pois, sim senhora! Férias que marcaram para uma vida!
Entre um outro milhão de coisas, tenho te a agradecer aquelas férias maravilhosas!
Beijo na careca*


sábado, 24 de maio de 2008

Parabéns Catarina!

1ª, 2ª, 3ª... Não importa.
Neste dia especial, e em todos os outros da tua vida, só quero que te divirtas e que sejas feliz! Que estejas sempre rodeada de pessoas que te adoram e que eu possa ser uma delas!
Estás de parabéns, não só pelo dia, mas pelo processo.
Parabéns por seres quem és!
Obrigada por seres essencial à minha felicidade. Contigo, acredito no felizes para sempre!
Obrigada e, mais uma vez, PARABÉNS!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

EU VOU!

Todos numa direção
Uma só voz numa canção
Todos num só coração
Um céu de estrelas
Que a vida começasse agora
Que o mundo fosse nosso outra vez
Que a gente não parasse mais de cantar
De sonhar
Que a vida começasse agora
Que o mundo fosse nosso de vez
Que a gente não parasse mais de se amar
De se dar, de viver
Uô ô ô rô
Uô ô ô rô
Uô ô ô, Rock in Rio !
Uô ô ô rô
Uô ô ô rô
Uô ô ô, Rock in Rio !

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Calma, Descontração e Estupidez Natural...

Arre burrinho, pr'ó carvão,
Que os outros já lá vão!
Hás de andar a noite inteira,
Que te quero levar à feira!

E assim, chegou a hora de dizer "Adeus, Avô!"...
Vais, mas ficas em nós!

Não sei ao certo o que hei de dizer mais...

Lamento!
Lamento que não dances a valsa comigo, como fizeste com a Ana!
Lamento não termos estados todos juntos, uma última vez, como sei que gostarias.

Sonhei contigo esta noite - fui ver-te ao Hospital! Estavas feliz, como em todos os momentos de família! E é essa a recordação que fica!
Não me arrependo de não te ter visitado nas últimas 2 semanas.
Prefiro esta recordação.

Vou sentir a tua falta! Aquele casarão não será o mesmo!

Pelo menos, voltaste a casa!



"Ashes to ashes.
Dust to dust."
(Desculpem, mas tão cedo
não consigo dizer mais nada!)

terça-feira, 13 de maio de 2008

2 anos.


PARABÉNS!

O meu querido blog faz hoje 2 anos! (não me lembrei de festejar o 1º aniversário, mas já que me lembrei do 2º...)

Parabéns ao blog!

Parabéns a mim!

Foram 2 anos, mas parece que foi muito mais...

Não estou com disposição para reflectir sobre estes dois anos... Mas acho que o tempo com este blog me ajudou a crescer!
Obrigada a todos os que por aqui passaram!
Aos que deixaram a sua marca e aos que marcaram pelo "silêncio"!
Estamos todos de parabéns!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

A Corps Perdu.

Puisque des filets nous retiennent
Puisque nos raisons nous enchaînent
Que rien ne brille sous nos remparts


Et puisqu'on n'atteint pas le ciel
A moins de s'y brûler les ailes
Et suivre les routes où l'on s'égare

Comme on dresse un étendard

A corps perdu, ivre et sans fard
Pour n'être plus le pantin d'un espoir
Et si la vie n'est qu'une cause perdue
Mon âme est libre d'y avoir enfin cru
A corps perdu

Puisque les destins sont les mêmes
Que tous les chemins nous ramènent
A l'aube d'un nouveau départ

On n'apprend rien de nos erreurs
A moins de s'y brûler le coeur
Je suivrai les routes où l'on s'égare

Comme on dresse un étendard

A corps perdu, ivre et sans fard
Pour n'être plus le pantin d'un espoir
Et si la vie n'est qu'une cause perdue
Mon âme est libre d'y avoir enfin cru
A corps perdu
A corps perdu

A corps perdu j'écrirai mon histoire
Je ne serai plus le pantin du hasard
Si toutes les vies sont des causes perdues
Les hommes meurent de n'avoir jamais cru
De n'avoir pas vécu ivres et sans fard
Soldats vaincus pour une guerre sans victoire
Et si ma vie n'est qu'une cause perdue
Je partirai libre d'y avoir au moins cru
A corps perdu
A corps perdu...

A Corps Perdu
Grégory Lemarchal
(1983 - 2007)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Sway.

When marimba rhythms start to play
Dance with me, make me sway
Like a lazy ocean hugs the shore
Hold me close, sway me more

Like a flower bending in the breeze
Bend with me, sway with ease
When we dance you have a way with me
Stay with me, sway with me

Other dancers may be on the floor
Dear, but my eyes will see only you
Only you have the magic technique
When we sway I go weak

I can hear the sounds of violins
Long before it begins
Make me thrill as only you know how
Sway me smooth, sway me now

Other dancers may be on the floor
Dear, but my eyes will see only you
Only you have the magic technique
When we sway I go weak

I can hear the sounds of violins
Long before it begins
Make me thrill as only you know how
Sway me smooth, sway me now

When marimba rhythms start to play
Dance with me, make me sway
Like a lazy ocean hugs the shore
Hold me close, sway me more

Like a flower bending in the breeze
Bend with me, sway with ease
When we dance you have a way with me
Stay with me, sway with me

When marimba starts to play,
Hold me close, make me sway,
Like an ocean hugs the shore,
Hold me close, sway me more.

Like a flower bending in the breeze
Bend with me, sway with ease
When we dance you have a way with me
Stay with me, sway with me.
(Não sei de quem é o original, mas gosto da versão do)
Micheal Bublé

Agradeço.

Agradeço. Todos os dias agradeço. Não sei a quem, não sou religiosa... Mas todos os dias agradeço. À Sorte? Ao Acaso? Ao Fado? Não sei, mas agradeço. Provavelmente à Vida.

Mesmo não sabendo a quem devo agradeçer, faço-o. Agradeço a minha vida. Agradeço as pessoas que passam por mim. E agradeço ainda mais as que ficam. As que me acompanham, me aconselham e me ajudam. Não há dia em que não agradeça. Porque sou uma sortuda e tenho de o reconhecer. Quantos não têm metade do que eu tenho... Não há dúvida que sou priveligiada. Todos os dias encontro pessoas espectaculares, a quem tenho o prazer e a honra de chamar Amigos.

Agradeço a quem quer que seja que fez com que estas pessoas espectaculares entrassem na minha vida! Coisas do acaso que se revelaram perfeitas!
Estas pessoas que todos os dias me ajudam a acreditar no "para sempre". Pessoas cuja simples lembrança me faz sorrir.
Tenho a certeza que todos os dias há alguém que pensa em mim, que se lembra de mim por qualquer detalhe. Tenho quem se preocupe comigo. Quem me ajude e me aconselhe...
Estou em maré de agradecer. Mas hoje não me vou por a agradecer aos "maus" que me marcaram. Não vou agradecer essas marcas feias que me fizeram crescer, não sem antes sofrer.

Hoje apenas agradeço o que é bom. Todas as conversas, sorrisos, conselhos, abraços... Obrigada a todos os que me proporcionaram estes momentos.
Aliás, não sei se Obrigada será o melhor termo... Dizemo-lo tantas vezes ao dia... Quando nos emprestam um caderno, quando nos deixam sentar no autocarro...
Quero ir mais dentro.
Que os meus Obrigadas sejam mais profundos. Que sejam a expressão de um verdadeiro sentimento de "dívida" para com o outro por, de uma maneira ou outra, mudar o meu dia e o meu ser, nem que seja só um bocadinho.
Não sei se me consigo exprimir da melhor maneira...
De qualquer forma, fica um gigante OBRIGADA, não a todos, mas a muitos!
Talvez um pouco confuso,
mas hoje não consigo melhor.
Já reeditei mas continua aquém
do que está cá dentro...
Espero que saibam disso!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Susto.

E pronto, em menos de nada, entraste. Com um pontapé na porta, reentraste na minha vida. Assim, com esse jeito desajeitado que sempre te caracterizou. Quando dei conta, tinha-te atrás de mim. (Vá lá que do mal o menos... Pior seria ter-te na minha frente) E não estavas só - trouxeste parte da pandilha. Não me incomodaram. Aliás, foi incrivelmente estranho... Ao fim de tanto tempo, estarmos ali, civilizadamente... Se calhar por termos um objectivo comum, ou por termos presenças que nos obrigam a tal. Mas gosto de pensar que, por uma vez, me viram como igual, porque o senti. Ou, melhor assim, não senti a vossa repulsa habitual por "quem não faz parte"...
Mas não foi o fim. Agora, sem dúvida, vai haver outro encontro. Menos suave. Mais cara a cara. Sei disso. Vai ter que ser. Está marcado no calendário. Inscrevemo-nos para ele!
E estou confusa. Não sei o que esperar. Algum civismo, certamente. Mas nunca mais do que isso. Não quero cair novamente. Mas estou a sentir-me capaz disso... Já vou em altos vôos. Já imaginei conversas secretas, porque ninguém nos iria aceitar de volta. Mas entretanto acordei. Não é possível. Mesmo que seja, eu não quero! E tenho de me lembrar disso. "Se tens que te lembrar disso, é porque não é verdadeiramente o que queres" podem dizer... Até eu o digo. Mas não! É a verdade. Não quero nem posso. Não é saudável. Já não acredito que seja possível. Há dois anos, talvez, quem sabe, eu ainda estivesse de olhos fechados. Mas agora estão bem abertos. E ia ser preciso muito, mas mesmo muito tempo, para que eu pudesse voltar a acreditar em ti.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Vamos voltar?

Aquele sítio onde não há horas... (Ou há, mas estão 10 minutos adiantadas...)

Onde se demoram 2 horas a preparar uma refeição.

Onde se passou mais tempo na cozinha do que em qualquer outra divisão.Onde se caía no chão da despensa.

Onde todas as tarefas estão “lindamente” organizadas e sincronizadas.

Onde todas as noites havia "brindes" diferentes...

Onde, com os pratos erguidos, lembrámos a "Pseudo" e o "Nando" e tantos outros...!

Onde nos fartámos de comer gelatina e mousse de pacote e de beber Sunquick...

Onde, em todas as refeições, havia um copo de sumo que caía por cima da toalha.

Onde as gargalhadas eram intermináveis, pois havia sempre alguém que não conseguia parar.

Onde, todos os dias, havia alguém que rebolava no chão a rir.

Onde havia perseguições à volta da mesa de jantar.

Onde encontrámos batatas (sim, batatas!) no frasco da maionaise.

Onde se caía das cadeiras.

Onde se cantava e dançava ao mesmo tempo que se cozinhava.

Onde fizemos o NaNaNa.

Onde jogámos ao Twister e ao Pictionary.

Onde fizemos mímica na cozinha. (Figura Histórica - Sr. João da Marmelada!)

Onde nos perguntámos se alguém conhecia o Pepe. E onde caímos todos ao chão!

Onde vimos mais filmes por dia do que em qualquer outro sítio.

Onde gozámos uns com os outros, e nunca nos importámos.

Onde nos rimos às gargalhadas com as legendas do Saw. Putz Grila!

Onde imitámos o miúdo do "quimboio", que, coitado, estava cheio de sede…

Onde os papos furados viraram furos no papo!

Onde bebíamos cházinho todas as noites.

Sim, é para essa casa que eu quero voltar! A casa que parecia do Big Brother, à medida que ia ficando vazia… Big Brother? Não! Quinta das Celebridades!

Foi uma semana, sem dúvida, inesquecível por todos os motivos. Pela companhia, por todas as palhaçadas, e pela aventura que foi cozinhar para uma dúzia!

Podíamos ter sido poucos, mas, não, fomos muitos, e não deixámos de ser bons! Muito obrigada a todos, por terem feito parte da melhor “viagem de finalistas” de sempre! Foi bastante “caseirinha”, mas foi diversão 24 horas por dia, graças a vocês!


Vamos voltar?

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O submarino chega ao porto.

"Fechei para férias!"
Tantas vezes o disse, e em circunstâncias bem mais divertidas.
Mas, sim, vou fechar para férias. Vou parar com as publicações regulares neste blog. Não o apago, porque é um capítulo da minha vida e não o posso apagar. Mas vou cingir-me à banalidade das letras das músicas do momento e dos e-mails engraçados que me mandam.
Chega de pensamentos e reflexões sobre o mundo que me rodeia (ou rodeou) e que nunca vou perceber. Não vale a pena! A vida é demasiado curta...
Fica muita gente por lembrar, é certo. Muita gente mereceu um lugar aqui, pelo bem, pelo mal ou até pelos dois, mas já não sou capaz de criar lugares exclusivos. Faço antes um apanhado de quem fica cá dentro...

Fica o meu amigo que insistia que "a minha mãe é melhor que a tua". Aquele que apanhou a primeira onda no mesmo dia que eu. Ficam as horas em que argumentámos quem teria a melhor mãe e todas as outras - nas quais 'diversão' era palavra de ordem - na praia, na piscina, a contar anedotas, a imitar o Herman, a fazer todo o tipo de disparates...
O tempo passou e a vida afastou os nossos caminhos. Ficam as lembranças do que fomos e do que poderíamos ter sido. (Sim, porque a minha mãe queria mais, acreditas? Queria que eu perdesse parte do meu juízo, e que o tranferisse para ti, por osmose ou assim...Enfim... Mães!)
Fica aquele meu ódio de estimação, porque é uma borbulha arrogante e nunca me vão faltar forças para desancar nela.
Ficam todos os outros potenciais amigos, que se ficaram por conhecidos, pela simples conveniência de não expressar (ou até ter) uma opinião!
Eu sei lá... Fica muito mais, mas eu agora não me lembro. Não sei dizer mais. Não tenho força.
Tenho, sim, força inesgotável para agradecer a todos aqueles que por aqui passaram. Os que aqui estiveram e leram os meus desabafos. Os que comentaram e os que não encontraram palavras. Os que gostaram e os que não gostaram também. Todos esses, que ajudaram!
Obrigada por se lembrarem de mim.


Obrigada também ao John, ao George, ao Paul e ao Ringo!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

A descoberta do Navegador.

"Hoje, pode dizer-se que é uma má companhia, mas não foi sempre assim, eu conheço o Angelino desde que éramos putos. Ele estragou-se aí pelos dezasseis, dezassete anos, não sei como nem porquê. No fundo, é isso que eu não perdoo ao Angelino: era o meu melhor amigo, eu contava-lhe tudo o que pensava e tudo que fazia, mas é claro (é claro hoje, na altura não percebi) que não me pagava na mesma moeda, tinha outra vida onde eu não entrava. Sempre me custou perceber por que foi que o Angelino nunca se abriu comigo da maneira como eu me abria com ele."


Navegador Solitário, de João Aguiar
(Livro estranho...
Ainda não sei dizer se gostei ou não,
mas nele descobri isto...)

sábado, 29 de dezembro de 2007

Against all odds.

Mais um daqueles disparatados tributos.Desta vez, à sala 19.
Um tributo a um sítio especial. O lugar onde, contra todas as probabilidades (sem dúvida alguma) a minha vida se aproximou dos eixos. Eu era a chama, e à minha volta, só via água... Mas consegui salvar-me, não me molhar nem apagar. (Felizmente, encontrei acendalhas!)

As voltas que a vida dá... E as voltas que a minha já deu.

No sítio menos provável, reencontrei qualquer coisa que não sei descrever. Segurança...? Confiança...? Companheirismo...? Fidelidade...? Conforto...? Felicidade...? Algo que eu já não me lembrava de conhecer... Mas soube bem. Eramos um oásis, naquele enorme deserto! As gargalhadas e a galhofa constante, os 'trabalhos de grupo', os desenhos, os filmes, sem nunca esquecer os momentos da 'má-língua'... Todos estes momentos que eu relembro (e tenho tantas saudades!) com o maior carinho... Os 'bons velhos tempos' em que sabia que se me virasse para trás, teria um sorriso à minha espera...

"Não fiques triste porque acabou. Sorri porque aconteceu!"
É verdade. Apesar de aquele ano espectacular ter acabado, ficam as boas recordações e as excelentes amigas!

Obrigada!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Tico e Teco

You light, the skies up above me
A star, so bright you blind me
Don't close your eyes
Don't fade away
Don't fade away

Yeah you and me we can ride on a star
If you stay with me girl, we can rule the world
Yeah you and me we can light up the sky
If you stay by my side, we can rule the world.

If walls break down I will come for you
If angels cry, oh I'll be there for you
You've saved my soul
Don't leave me now
Don't leave me now

Yeah you and me we can ride on a star
If you stay with me girl, we can rule the world
Yeah you and me we can light up the sky
If you stay by my side, we can rule the world.

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you

Yeah you and me we can ride on a star
If you stay with me girl, we can rule the world
Yeah you and me we can light up the sky
If you stay by my side, we can rule the world.

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you


Rule The World
Take That

"Estás assim com tanta necessidade de expressão?"

"Absolutamente"

Sim, porque estou perdida. Não sei o que fazer. Tenho medo. O meu mundo perfeito está a desmoronar-se à minha frente, a escapar por entre os meus dedos. Não sei para onde me virar. Acho que o mundo já não faz sentido.

O Tico sem o Teco.

O Tom sem o Jerry.

O Silvester sem o Tweety.

O Marlin sem a Dory.

O Shrek sem o Burro.

O SpongeBob sem o Patrick.

O Laurel sem o Hardy.

O Snoopy sem o Woodstock.

Simplesmente não faz sentido. Assim como eu sem ti não faz grande sentido. E por isso estou perdida. Ainda não foste e já me sinto incompleta. E por mais que digas que nada vai mudar, eu sei que tudo vai mudar. Eu já vivi esta mudança. Para mim é 'déja vú'! E não gosto do resultado.

"Juntas conquistaremos o mundo." Acredito que sim. Mas continuo com medo. Já mostramos ser capazes de muito juntas... Uma mão que lava a outra, por assim dizer. Mas também já vimos que separadas não somos grande coisa! E por isso tenho medo. Medo de voltar a cair, medo que tu não estejas lá para me ajudar a levantar.

Tenho medo. Mais não sei explicar.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Feliz Natal!

Eh eh eh...
A verdade sai da boca das crianças, não é o que se diz?
Viva o poder da Mulher!
Homens, aguentem!

Feliz Natal a todos!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Tio Zé

Ele tem 84 anos. Eu conheço-o há 17.
Não, não conheço o silvicultor. Conheço o Homem.
Para mim, não é o Engenheiro Moreira da Silva. Para mim é o Tio Zé.
Não o conheço tão bem como outros o podem conhecer. O nosso contacto é em festas e situações do género.
Mas sei que, quando comecei a construir a nossa árvore genealógica, foi o 1º a prontificar-se a ajuda-me, fornecendo-me, em pouco tempo, toda a informação de que precisava.
Sei que para ele, tal com para mim, a família é muito importante. É importante de uma forma inexplicável, não encontro palavras. É uma dimensão constante na nossa vida, é pouco provável que sejamos alguma coisa sem ela. Porque dentro de cada um, há um pouco de todos os outros. E assim nos construímos. E dentro de mim, há um pouco do Tio Zé. O humor, diz a minha Mãe, é a minha herança Moreira da Silva. É uma coisa nossa, indescritível, e tantas vezes incompreendida!
Já dizia o poeta – “Que outro valor mais alto se alevanta”. Para o Tio Zé, e também para mim, esse valor é a família.
E por isso não hesitou em dizer Sim, quando propus um 3º Almoço MS. O confronto de gerações. A frescura da minha, a sabedoria da dele, todos juntos, elos de uma mesma cadeia.
Por isso, lhe desejo as melhoras, para poder contar com ele para um 4º Almoço Moreira da Silva.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Signo - Balança

Recebi isto (juntamente com as caracterizações dos outros signos) num mail...
BALANÇA: o Harmonizador.
Agradável a todo o mundo que se encontra com eles.
Indeciso.
Tem uma atracção própria sem igual.
Criativo, enérgico emuito social.
Odeia estar só.
Calmo, generoso.
Muito amoroso e bonito.
Gosta de flirtar.
Cede muito facilmente.
Tende a deixar para depois.
Muito crédulo.
O que achas? Concordas? Sou mesmo assim?
Faz o favor de opinar!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Ser...

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui,
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua brilha toda
Brilha, porque alta vive.


Ricardo Reis

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Oh Happy Day!

(Mais um bocadinho de 'tu'... pode ser?)
Seria do tempo? Se calhar...
Naquela tarde (a do bolo de chocolate...) o dia era triste, tal como tu, e chovia lá fora. Nada, comparando com esta quente e solarenga tarde de Outono (apesar de muitos jurarem ainda ser Verão!)! É bem possível que o tempo me tenha feito ver-te com outros olhos. Não interessa! Gostei do que vi! Gostei de voltar a ver o brilho nos teus olhos! Gostei de voltar a ouvir todos aqueles sábios conselhos que me dás sempre, dos quais nunca me canso e que me ajudam a avançar! Gostei de te ver mais descontraída, mas nunca despreocupada! Gostei da luz do teu sorriso, mesmo quando falavas de algo que não te agradava!

Gostei de te ter de volta!


terça-feira, 13 de novembro de 2007

What else?

Ça fleurit comme une herbe sauvage
N'importe où, en prison, à l'école,
Tu la prends comme on prend la rougeole
Tu la prends comme on prend un virage
C'est plus fort que les liens de famille
Et c'est moins compliqué que l'amour
Et c'est là quand t'es rond comme une bille
Et c'est là quand tu cries au secours
C'est le seul carburant qu'on connaisse
Qui augmente à mesure qu'on l'emploie
Le vieillard y retrouve sa jeunesse
Et les jeunes en ont fait une loi.

C'est la banque de toutes les tendresses
C'est une arme pour tous les combats
Ça réchauffe et ça donne du courage
Et ça n'a qu'un slogan "on partage"

Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot

L'amitié c'est un autre langage
Un regard et tu as tout compris
Et c'est comme S.O.S. dépannage
Tu peux téléphoner jour et nuit
'amitié c'est le faux témoignage
Qui te sauve dans un tribunal
C'est le gars qui te tourne les pages
Quand t'es seul dans un lit d'hôpital

C'est la banque de toutes les tendresses
C'est une arme pour tous les combats
Ça réchauffe et ça donne du courage
Et ça n'a qu'un slogan : "on partage"

Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot


L' amitié
Herbert Pagani
Podem ouvir aqui

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Tenho que parar!

Não aguento mais a saudade.
Acima de tudo a saudade.
Depois desta mágoa toda, já só sinto saudade.
(Não me queixo do que tenho, mas sinto a falta do que já tive!)
Esta enorme saudade que me invade a alma sempre que as malditas memórias resolvem aparecer!
Caramba! Não tens saudades? Aqueles (aparentemente) bons tempos, preenchidos com gargalhadas e despreocupações...
Enerva-me tanto ainda pensar nisto... Voltar a pensar nisto e reparar que ainda me afecta! Ainda não me és indiferente. Tu sim, mas não a tua memória. As nossas memórias. E a mensagem... foi tudo o que bastou! Depois da felicidade de me sentir recordada, foi a minha vez de recordar! Recordei-nos! E voltei ao princípio!
Quando olho para trás, passo-me!
Começei a jogar aquele "nosso" jogo e senti-me mesmo bem. Voltei ao passado! Mas fico parva quando percebo que parei quando percebi que não podia ir a correr contar-te o que tinha feito! E durante dois dias, afastei-me o mais que pude. Não consigo viver assim! Nem é saudável!
Tenho que parar de te associar a tudo (ou pelo menos tentar)! E quando não conseguir, tenho que tentar não sofrer por isso. Tenho de parar de nos ver em todas as músicas... Tenho que te aniquilar, tornar-te inofensivo!
Só não sei se consigo...
Perdão pelo Português da treta.
Perdão pela confusão.
É o que sinto.
É como eu sou!

domingo, 11 de novembro de 2007

Aguenta!

Eu sei que é difícil.
Quer dizer, não sei. Nunca passei pelo que estás a passar. Nunca senti o que estás a sentir. Mas já estive perto e sei como foi. Apesar de ser difícil, e de só veres negro à tua volta, tens de abrir a janela e ver o céu azul lá fora. Tens que acreditar que um dia vai doer menos. Se é verdadeiro, nunca vai deixar de doer. Mas há de doer menos, um dia! E tu vais aprender com essa dor. Vais crescer com ela. Vão ser grandes amigos. É uma marca que vai ficar contigo para sempre. Afinal, é a tua "primeira paixão"! Não a esqueças. Não deixes que te fuja da memória. Lembra-te dela sempre que sentires que precisas. Recorda os vossos momentos. Sorri, sempre que vires algo que a faria feliz. Chora, quando sentires que há algo que a magoaria. Fá-la viver através de ti. Fá-lo por ela.

Deixa de parte as perguntas sem resposta! Não me perguntes porque é que a Vida é injusta. Não me perguntes porque é que coisas más acontecem. Não me perguntes se Deus existe... Eu não sei responder!
(Não sei se existe algo além de nós. Não acredito. Acredito em mim, e em ti, e na Humanidade (apesar de às vezes ser tão difícil...)! Acredito no que vejo, no que ouço e no que sinto...E sei que, por vezes, não chega! Às vezes sinto que preciso de algo maior... Mas não consigo ultrapassar a barreira do palpável.)
Não sei a resposta a essas perguntas complicadas. E, como tu, já as procurei várias vezes. Se quiseres, vou contigo procurá-las, mais uma vez. Estaremos juntos quando, mais uma vez, nos apercebermos que não há resposta para certas perguntas.
Não sei que mais te dizer. Acredito que és forte e vais ser feliz.
Não digo já, nem amanhã. Mas mais tarde, quando te sentires pronto.
Enquanto que sentires que precisas de chorar, chora! Deita tudo cá para fora. Grita o que quiseres, até estares rouco. Chora até não conseguires mais.
Chama por mim, se precisares. Basta dizeres e eu entro no primeiro comboio!
Tens de acreditar que um dia, uma destas manhãs, vais abrir a janela e ver o Sol! Não podes deixar de acreditar que esse dia há de chegar!
E enquanto esse dia não chega, podes contar comigo para afastar as nuvens!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Um Obrigada especial...

Por me ajudares.

Por me abraçares quando sentes que preciso.

Por me perceberes. A mim e às minhas pancas.

Por ouvires as minhas loucuras e os meus desabafos.

Por veres as minhas séries e ouvires as minhas músicas.

Por andares ao meu ritmo.

Por me leres o pensamento e me tirares as palavras da boca.

Por seres quem és!

Por estares aqui, hoje e sempre. Por estares aqui sempre que eu preciso. Por estares aqui mesmo quando não é preciso. Por estares!

E por teres ficado. Acima de tudo por teres ficado, sempre aqui, ao meu lado! Mesmo quando eu julgava que não precisava de ti, tu ficaste. E mesmo quando eu andava demasiado ocupada com coisas que não interessavam, tu estavas ao meu lado. E eu preferia ignorar. E hoje sinto-me mal, só de pensar no que te poderei ter feito! Sei que entendes que não era "eu" mas não sei se isso, para mim, chega! Não há desculpa possível. Fui injusta contigo. Sem motivo nenhum. Sem mereceres, sequer! Sei disso. Tu, não sei se sabes. Mas eu sei. Sei que fui contigo algo que jurei nunca ser com ninguém! E isso corrói-me por dentro.

Tento ao máximo compensar-te! Compensar-te pelo tempo em que não te vi. (Agora vejo bem. Agora esfreguei os olhos e o céu. Agora, foram-se as nuvens. Agora vejo o que merece ser visto!)

Só sei que te adoro. A cada vez mais dependo de ti e do teu apoio. Da tua presença. Do que me dizes. Tudo o que, mesmo não sendo verdade, me dizes, e me faz sentir melhor.

Sinto que me estou a completar. Encontrei em ti mais um pedaço de mim.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Brincando aos Turistas!

14h17. Já estavam as três, mãe e filhas, à porta de casa. É verdade que o combinado era 14h30, mas já estavam prontas e não havia mais nada a fazer lá em cima. Pelo mesmo motivo, a amiga já se aproximava. As duas senhoras puseram-se à conversa (sobre a família, o tempo, as aulas…) e as miúdas continuaram as palhaçadas do costume.

Nenhuma delas aparenta a idade que tem. A mais nova é bem mais alta, pinta as unhas e está sempre a reclamar. Passa metade do tempo agarrada ao telemóvel, mensagens para a frente e para trás. Todos os dias (ás vezes várias vezes) escreve o seu "capítulo", como costumam dizer, a gozar, a mãe a irmã mais velha. Essa, que insiste em continuar a ser miúda. Gosta de mandar uma piada de vez em quando, para animar as hostes, e está quase sempre a cantar (o que enerva um bocado a caçulinha!) Quando não canta, é uma tagarela- aí é com os nervos da mãe que mexe! Estavam as duas a preparar-se para fazer uma corrida até à paragem de autocarro quando ouviram uma voz familiar atrás dela. Voltaram-se e viram o loirinho dos olhos brilhantes, que tão bem conhecem, a correr pelo passeio em direcção a elas. Atrás, ao lado da mãe, vinha a mais velha, segurando a mão da pequenina (que, por acaso, crescera imenso durante o Verão). Todos eles traziam a sua própria mochila às costas: bonés, óculos de Sol, garrafas de água – não faltava lá nada para uma tarde inesquecível!

Depois dos beijinhos, dirigiram-se à paragem de autocarro da rua de baixo. Passaram-se alguns minutos até que avistaram, parado no semáforo, o grande autocarro amarelo. Era “agora”, o momento por que esperavam, começava o passeio que planeavam desde já nem sabem quando. Subiram, pagaram e resolveram ir sentar-se no andar de cima. “Estamos em Setembro, já não há muitos turistas!”

Seguiram viagem. Passaram por vários sítios que já conheciam, mas mais parecia que era a primeira vez que lá passavam, tal a excitação. (E era. Pelo menos, daquele ponto de vista! ) Tiraram fotografias, acenaram a quem passava... Estava um dia excelente, e a companhia só ajudava!

Chegados à Ribeira resolveram "hop off". As águas tinham acabado e estavam a ficar com fome. Aliás, até precisavam de esticar as pernas! Deram uma voltinha até que encontraram um café. Não era o "Pinto" mas lá teria que servir! A pequenina pediu um croissant, os restantes quiseram gelados. Um SuperMaxi para o rapaz, um Cornetto de Chocolate para a irmã e um Magnum Double Caramel para cada uma das outras. As senhoras tomaram um café. Definitivamente, não se comparava com o "Pinto" e o croissant também não era DoceMar...

Quando acabaram, pagaram e resolveram ir para a paragem. O tempo não parava e ainda havia muito para ver... E mesmo que não houvesse, tinham que regressar ao ponto de partida!

Passados poucos minutos, avistaram o autocarro. Fizeram sinal para ele parar, e assim que as portas se abriram, saltaram lá para dentro. Voltaram a subir as escadas e foram instalar-se lá em cima. De facto, aquela perspectiva era lindíssima!

O autocarro deu umas voltas pela baixa. Viram S. Bento, a Avenida dos Aliados, a Torre dos Clérigos... Passados uns 25 minutos, estavam a descer a Boavista... Passaram perto das diversas escolas, e aí quase que se fez um minuto de silêncio... A perspectiva do regresso (tanto às aulas como a casa - sim, o percurso estava a chegar ao fim) não agradou a ninguém.


Aproveitaram os últimos minutos para tirar fotografias todos juntos, uns ao colo dos outros, sempre em grandes gargalhadas, para mostrar aos pais (e a todos os outros), mas só para isso! Porque, como é óbvio, eles nunca se esqueceriam daquele dia. O dia em que finalmente embarcaram no autocarro amarelo! O dia pelo qual ansiaram tanto tempo. Não, de facto, esse dia nunca seria esquecido.


Chegados ao ponto de partida, desembarcaram. Olharam à volta, como se estivessem perdidos. Era o sítio de tantos outros dias... Mas não podiam ficar lá, não naquele dia. Desceram até à beira da praia para um passeio. Apesar de ter sido uma grande dia, ninguém se sentia cansado nem, acima de tudo, com vontade de ir para casa.


Peço desculpa, mas não consigo concluir. Não consigo acabar o nosso dia. Não quero que acabe! Não quero regressar a casa! Não quero regressar à rotina. Quero ficar na praia, a ver o pôr do Sol. Quero voltar a entrar naquele autocarro para mais uma volta. Quero voltar ao princípio e fazer tudo outra vez. Só não quero que acabe!

Há perguntas que têm de ser feitas...

Há perguntas que têm de ser feitas...
Quem quer que sejas, onde quer que estejas,
Diz-me se é este o mundo que desejas,
Homens rezam, acreditam, morrem por ti,
Dizem que estás em todo o lado mas não sei se já te vi,
Vejo tanta dor no mundo pergunto-me se existes,
Onde está a tua alegria neste mundo de homens tristes?
Se ensinas o bem porque é que somos maus por natureza?
Se tudo podes porque é que não vejo comida à minha mesa?
Perdoa-me as dùvidas, tenho que perguntar,
Se sou teu filho e tu amas porque é que me fazes chorar?
Ninguém tem a verdade o que sabemos são palpites
Se sangue é derramado em teu nome é porque o permites!
Se me destes olhos porque é que não vejo nada?
Se sou feito á tua imagem porque é que durmo na calçada?
Será que pedir a paz entre os homens é pedir demais?
Porque é que sou discriminado se somos todos iguais?
Porquê?!
Porque é que os Homens se comportam como irracionais?
Porque é que guerras, doenças matam cada vez mais?
Porque é que a Paz não passa de ilusão?
Como pode o Homem amar com armas na mão?
Porquê?
Peço perdão pelas perguntas que têm que ser feitas
E se eu escolher o meu caminho, será que me aceitas?
Quem és tu?
Onde estás?
O que fazes?
Não sei...
Eu acredito é na Paz e no Amor...
Por favor não deixes o mal entrar no meu coração,
Dou por mim a chamar o teu nome em horas de aflição,
Mas tens tantos nomes, és Rei de tantos tronos,
E se o Homem nasce livre porque é que é alguns são donos?
Quem inventou o ódio, quem foi que inventou a guerra?
Ás vezes acho que o inferno é um lugar aqui na Terra,
Não deixes crianças sofrer pelos adultos,
Os pecados são os mesmos o que muda são os cultos,
Dizem que ensinaste o Homem a fazer o bem,
Mas no livro que escreveste cada um só leu o que lhe convém,
Passo noites em branco quase sem dormir a pensar,
Tantas perguntas, tanta coisa por explicar,
Interrogo-me, penso no destino que me deste,
E tudo que acontece é porque tu assim quiseste,
Porque é que me pões de luto e me levas quem eu amo?
Será que essa é a justiça pela qual eu tanto reclamo?
Será que só a percebemos quando chegar a nossa altura?
Se calhar desse lado está a felicidade mais pura,
Mas se nada fiz, nada tenho a temer,
A morte não me assusta o que assusta é a forma de morrer...
Porque é que os Homens se comportam como irracionais?
Porque é que guerras, doenças matam cada vez mais?
Porque é que a Paz não passa de ilusão?
Como pode o Homem amar com armas na mão?
Porquê?
Peço perdão pelas perguntas que tem que ser feitas
E se eu escolher o meu caminho, será que me aceitas?
Quem és tu?
Onde estás?
O que fazes?
Não sei...
Eu acredito é na Paz e no Amor...
Quanto mais tento aprender, mais sei que nada sei,
Quanto mais chamo o teu nome menos entendo o que te chamei!
Por mais respostas que tenha a dúvida é maior,
Quero aprender com os meus defeitos, acordar um homem melhor,
Respeito o meu próximo para que ele me respeite a mim,
Penso na origem de tudo e penso como será o fim,
A morte é o fim ou é um novo amanhecer?
Se é começar outra vez então já posso morrer...
(Ao largo ainda arde,
a barca da fantasia,
o meu sonho acaba tarde,
acordar é que eu não queria...)
Que Deus?
Boss AC

Tudo ou Nada...

They can play "let's pretend"
Make 'em like them my best friend
Telling their lies
And they can scheme behind my back
Make fiction not a fact
Try to re-write my life
But they ain't got a clue
If I were in their shoes
I'd shut right up
Take me as I am
Or not at all
I ain't ever gonna change myself for no one
No compromise
'Cause it's my life
It's all or nothing.
They can laugh all they like
Got no need to justify
I am who I am
And they can do their worst if they dare
If it makes them happy we don't care
It's out of their hands
'Cause they ain't got a clue
If we were in their shoes
We'd shut right up
Take us as we are
Or not at all
We ain't ever gonna change ourselves for no one
No comprosmise
'cause it's our life
It's all or nothing.
Take me as I am
Or not at all
I ain't ever gonna change myself for no one
Not compromise 'cause it's my life
It's all or nothing
All or Nothing
Vanessa Hudgens

domingo, 21 de outubro de 2007

OBRIGADA!

Obrigada por mais um aniversário espectacular!
Obrigada por terem estado comigo. Ou por terem ligado, de onde quer que estivessem! Ou por terem "entupido" o meu hi5 com Fives e afins!
Obrigada por sorrirem.
Obrigada por cantarem.
Obrigada por serem quem são.
Obrigada por tudo!
Só sei que vos adoro!
Obrigada por terem tornado tão real aquilo que me parecia tão irreal, e em que eu já (quase) não acreditava!
(Vamos fingir que escrevi isto dia 19)

Sou assim...

[...]

I never pretend to be something I'm not
You get what you see, when you see what I've got
We live in the real world, I'm just a real girl
I know exactly where I stand

And all I can do is be true to myself
I don't need permission from nobody else
'Cause this is the real world, I'm not a little girl
I know exactly who I am

Mutya Buena
Real Girl

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Se fosse um filme...

[...]

If we were a movie
You'd be the right guy
And I'd be the best friend
That you'd fall in love with
In the end
We'd be laughin'
Watchin' the sunset
Fade to black
Show the names
Play that happy song

[...]
Hannah Montana
(não digam a ninguém!)

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Tem que ser...

I've got to move on and be who I am
I just don't belong here
I hope you understand
We might find our place in this world someday
But at least for now
I gotta go my own away
HSM2

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Adoro-te Princesinha!

O que é que se pode dizer da menina que quer à fina força que a minha mãe comente o mail dela?
Bem, primeiro devo dizer que a Margarida é aquela pessoa fantástica! E é por isso que eu gosto tantoooo dela…
Sei que ela está comigo quando eu precisar, que me ouve e também me atura. É evidente que ela também se ri quando só digo disparates… vejo sempre um sorriso naquela cara, uns olhos a brilhar…e mesmo que caia o “Carmo e a Trindade” ela está sempre Feliz (pelo menos é essa a impressão que eu tenho dela, e sei que estou certa =P)
Talvez a nossa amizade seja muito grande e muito “demorada” e talvez seja por isso que eu gosto tanto da minha princesinha da foz. =)
Acho que se algum dia nos tivéssemos de separar ia ser muito difícil. Podemos não estar todos os dias juntas, mas os pequenos momentos que estamos são muito bem aproveitados. (ainda há de chegar o dia em que subo contigo para o autocarro AMARELO = P).
Enfim, é tão difícil descrever a nossa amizade! É insubstituível. Como diz um dos teus textos do blog: “não te esqueças de mim que eu não me esqueço de ti.” As boas recordações marcam, porque eu até posso conhecer 1000 pessoas mas te garanto que só 10 são verdadeiros amigos, aqueles que põe as mãos o fogo por ti, e te garanto também que desses 10 tu és um deles!!! Ah, e quanto àquele texto “ à menina do diploma com relógio igual ao meu”, já percebi! Até os acessórios nós temos iguais, o que só prova que somos mesmo muito parecidas…
Ah, e estou aqui a lembrar-me duma coisa que eu acho muito importante na amizade… a confiança, e eu confio 101 % na Margarida. Espero também que ela confie em mim.
ADORO-TE * Beijinhos


Isabelinha
26/09/07


P.S. Não vale ver os erros =D






É claro que eu confio em ti! E confio que um dia havemos de entrar no autocarro amarelo!


Tu és a minha princesinha de Ramalde, Andresas e redondezas!


Eu adoro-te, e aos teus olhos brilhantes, e ao teu sorriso (também brilhante), e aos teus óculos, e adoro quando imitas a tua prof, e ficas com um ar mesmo querido!


E adoro saber que te vou encontrar na escola, e que nesse momento o meu dia vai ter menos nuvens !


E adoro saber que existes e saber que existimos juntas!


E adoro que sejas a minha princesinha, e eu a tua!


E adoro o teu relógio! (Não é por acaso que tenho um igual...!)


E adoro tudo o resto que agora não consigo expressar!


Adoro-te e está tudo dito!




Ah, também adoro cuscar os teus cadernos à caça de erros!

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Pancas!

[...]

Because of you
I never stray too far from the sidewalk
Because of you
I learned to play on the safe side so I don't get hurt
Because of you
I find it hard to trust not only me, but everyone around me
Because of you
I am afraid

[...]

My heart can't possibly break
When it wasn't even whole to start with


Because of You
Kelly Clarkson
Vendo bem, até faz sentido!


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[...]

I would never wish bad things, but I don't wish you well

[...]

If she really knows the truth, she deserves you
A trophy wife, oh how cute
Ignorance is bliss
But when your day comes, and he's through with you
And he'll be through with you
You'll die together but alone

[...]

You couldn't say it right to my face
Give me that Sunday school answer

Never again will I hear you
Never again will I miss you
Never again will I fall to you
Never

Never again will I kiss you
Never again will I want to
Never again will I love you
Never

Does it hurt to know I'll never be there
Bet it sucks, to see my face everywhere
It was you, who chose to end it like you did
I was the last to know
You knew exactly what you would do
And don't say, you simply lost your way
She may believe you but I never will
Never again


I never will
I never will

Never again



Kelly Clarkson (outra vez...)
Never Again
Um tanto ou quanto contraditório, visto que (como já disse) não acredito no "para sempre"/"nunca". De qualquer forma, faz algum sentido!