quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A origem.

Porque é que Will.I.Am produziu "Yes, we can" (The Obama Song, como alguns lhe chamam) ?? Aqui está a resposta!



"I was sitting in my recording studio watching the debates...
Torn between the candidates.
I was never really big on politics...and actually I'm still not big on politics...
The outcome of the last 2 elections has saddened me... On how unfair, backwards, upside down, unbalanced, untruthful, corrupt, and just simply, how wrong the world and "politics" are...
So this year i wanted to get involved and do all I could early...
And i found myself torn...because this time it's not that simple...our choices aren't as clear as the last elections ...last time it was so obvious...
Bush and war vs no Bush and no war...
But this time it's not that simple...and there are a lot of people that are torn just like i am...
So for awhile I put it off and i was going to wait until it was decided for me...
And then came New Hampshire...And i was captivated...Inspired...I reflected on my life...and the blessings I have...and the people who fought for me to have these rights and blessings...and I'm not talking about a "black thing" I'm talking about a "human thing" me as a "person"an American...
That speech made me think of Martin Luther King...Kennedy...and Lincoln...and all the others that have fought for what we have today...what America is "supposed" to be...freedom...equality...and truth...and that's not what we have today...we think we are free...but in reality terror and fear controls our decisions...this is not the America that our pioneers and leaders fought and died for...and then there was New Hampshire.
It was that speech...like many great speeches...that one moved me...because words and ideas are powerful...It made me think...and realize that today we have "very few" leaders...maybe none...but that speech...it inspired me...it inspired me to look inside myself and outwards towards the world...it inspired me to want to change myself to better the world...and take a "leap" towards change...and hope that others become inspired to do the same...change themselves... change their greed...change their fears...and if we "change that" "then hey"...we got something right...???...
1 week later after the speech settled in me...I began making this song...I came up with the idea to turn his speech into a song...because that speech affected and touched my inner core like nothing in a very long time...it spoke to me...because words and ideas are powerful...I just wanted to add a melody to those words...I wanted the inspiration that was bubbling inside me to take over...so I let it.. I wasn't afraid to stand for something...to stand for "change"...I wasn't afraid of "fear"...it was pure inspiration...so I called my friends...and they called their friends...in a matter of 2 days...We made the song and video...Usually this process would take months...a bunch of record company people figuring out strategies and release dates...interviews...all that stuff...but this time I took it in my own hands...so I called my friends Sarah Pantera, Mike Jurkovac, Fred Goldring, and Jesse Dylan to help make it happen...and they called their friends.. and we did it together in 48 hours...and instead of putting it in the hands of profit we put it in the hands of inspiration...then we put it on the net for the world to feel...When you are truly inspired.. magic happens...incredible things happen...love happens..(and with that combination) "love, and inspiration" change happens..."change for the better" Inspiration breeds change..."Positive change"...no one on this planet is truly experienced to handle the obstacles we face today...Terror, fear, lies, agendas, politics, money, all the above...It's all scary...Martin Luther King didn't have experience to lead...Kennedy didn't have experience to lead...Susan B. Anthony...Nelson Mandela...Rosa Parks...Gandhi...Anne Frank...and everyone else who has had a hand in molding the freedoms we have and take for granted today...no one truly has experience to deal with the world today...they just need "desire, strength, courage ability, and passion" to change...and to stand for something even when people say it's not possible...America would not be here "today" if we didn't stand and fight for change "yesterday"...Everything we have as a "people" is because of the "people" who fought for change...and whoever is the President has to realize we have a lot of changing to do I'm not trying to convince people to see things how I do...I produced this song to share my new found inspiration and how I've been moved...I hope this song will make you feel...love...and think...and be inspired just like the speech inspired me...that's all...Let's all come together like America is supposed to...Like Japan did after Hiroshima...that was less than 65 years ago...and look at Japan now...they did it together...they did it..."We can't?...Are you serious..?.. WE CAN!!! Yes we can... A United America"Democrats, Republicans and Independents together...Building a new America We can do it..."TOGETHER" Thank you for reading and listening...

will.i.am"

New Hampshire



Barack Obama
Nashua, New Hampshire
8 de Janeiro de 2008
(13 minutos, mas vale a pena!)

Yes, we can!

Letra aqui.

A menos de um mês das eleições nos Estados Unidos, aventuro-me a falar de um tema sobre o qual pouco sei. Interesso-me por política. Não fervorosamente, mas gosto de saber o que se passa no país e no mundo.

E, dentro de 3 semanas, no dia 4 de Novembro, o mundo vai parar. Vai sentar-se no sofá e ouvir o povo americano. Ficaremos a sabem quem vai substituir George W. Bush na Casa Branca.

Sempre que acho que não me conseguem surpreender mais, os Americanos arranjam uma forma qualquer de me deixar boquiaberta.

Ponho as minhas dúvidas que voltem a eleger um candidato Republicano, mas, por outro lado, toda a gente achou isso antes das eleições de 2004. E o resultado foi mais 4 anos inteiros de Bush. Se foram capazes disso, ninguém garante que não serão capazes de "pedir" mais 4, ou até 8! Burros como são...

Há videos no YouTube em que perguntam a pessoas na rua o que acham de Barack Hussein Obama e elas respondem que o homem é um perigo, que deve ser capturado o mais rapido possível! Como é possível! Gente, abram um jornal! Pronto, se calhar é difícil.. Então liguem a vossa querida televisão, mas informem-se!

O que me vai sossegando são as sondagens. Só espero que se mantenham assim só mais um bocadinho...!

(A música foi produzida pelo Will.I.Am a partir do discurso das primárias do Obama no New Hampshire. Um processo que costuma demorar meses, Will.I.Am reduziu a 48 horas, com a ajuda de vários amigos. A seguir publico tanto o discurso (são 13 minutos, mas vale a pena), como a explicação de Will.I.Am para a criação da música.)

sábado, 11 de outubro de 2008

Passo de Gigante.

Better - Tom Baxter

Tom Baxter tem razão – a nossa amizade, este “nós”, mudou e, sem dúvida, para melhor.
Apesar de termos sido apresentadas nos idos do ano 2000, foi há bem menos tempo, na Primavera de 2006, que nos aproximámos, e tudo por causa de um campo de férias. E desde essa altura, ficámos inseparáveis. Desde essa altura que andamos lado a lado. Mais perto ou mais longe, mas sempre lado a lado. Sim, nem tudo foi bom, e houve alturas em que estivemos de costas voltadas, mas conseguimos sempre reaproximar-nos. E com cada reaproximação crescíamos, aprendíamos mais sobre nós.
Por qualquer razão, sempre que a distância física se insinua, nós aproximamo-nos ainda mais. Assim foi quando mudaste de escola, assim será quando mudares de cidade. Ou seja, agora.
Agora, que demos um passo de gigante. Agora, que estamos mais próximas que nunca. Agora, que somos indestrutíveis. Agora, que estamos prontas para conquistar o mundo. Agora, que descobrimos que encaixa!
Agora, tu vais para Aveiro e eu fico.

Durante cinco dias por semana, perco a minha vizinha, a minha companheira de caminhadas. Deixo de ter a pessoa que melhor me ouve na rua de baixo, pronta para ir comigo passear as mágoas. E, por mais estranho que pareça, isto dá-me segurança.
Segurança porque sei que nos dois dias em que te tiver como vizinha novamente, tudo vai correr bem. Não vamos ter tempo para desavenças e desencontros. Não nos vamos chatear por causa daquelas tretas insignificantes do costume.
Vamos, como sempre, encontrar um banquinho em frente ao mar. Vamos conversar horas a fio, ou então, ficar ali, lado a lado, como sempre, caladas, a ver o mar, a aproveitar o momento, a partilhar abraços, a criar memórias, para quando formos velhinhas.
Memórias do tempo em que tivemos alguns quilómetros entre os nossos corpos e mesmo assim não nos conseguiram separar.


Adoro-te Vizinha*





segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O que foi...?

O que foi?
Foi aquilo que alguém disse. Ou se calhar, o que deixámos por dizer.

Aquilo que fizemos, ou então, o que escolhemos não fazer.

Não há certezas, nunca haverá.

Mas foi certamente qualquer coisa que não faz muito sentido.

Qualquer coisa que nos obrigou a passar um apagador pelo quadro negro onde, com giz branco, fomos desenhando gargalhadas e aventuras. Qualquer coisa que construiu um muro entre nós e nos fez andar em direcções opostas. Quer dizer, se calhar o nosso destino, a nossa meta é a mesma, mas tomámos caminhos bastante diferentes.

Mas como a vida é feita de "qualquer coisa" constantes, houve outra coisa qualquer que me fez ver que nada foi apagado. Durante uma semana, abriu-se uma janela no muro, e vi que tudo foi apenas tapado.

Por essa janela eu vi - nada mudou. Nada! Absolutamente nada! És exactamente o mesmo. Continuas com o teu espírito de descontracção, sempre na brincadeira com todos, sorrindo para o mundo, vivendo cada dia deslumbrado como se fosse o primeiro, aproveitando como se fosse o último.

E só por saber isso, estou em paz.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

I'll Rise

You may write me down in history
With your bitter twisted lies
You may trod me down in the very dirt
And still like the dust I'll rise

Does my happiness upset you
Why are you best with gloom
Cause I laugh like I've got an oil well
Pumpin' in my living room

So you may shoot me with your words
You may cut me with your eyes
And I'll rise
I'll rise
I'll rise

Out of the shacks of history's shame
Up from a past rooted in pain
I'll rise
I'll rise
I'll rise

Now did you want to see me broken
Bowed head and lowered eyes
Shoulders fallen down like tear drops
Weakened by my soulful cries

Does my confidence upset you
Don't you take it awful hard
Cause I walk like I've got a diamond mine
Breakin up in my front yard

So you may shoot me with your words
You may cut me with your eyes
And I'll rise
I'll rise
I'll rise

Out of the shacks of history's shame
Up from a past rooted in pain
I'll rise
I'll rise
I'll rise

So you may write me down in history
With your bitter twisted lies
You may trod me down in the very dirt
And still like the dust I'll rise

Does my happiness upset you
Why are you best with gloom
Cause I laugh like I've got a goldmine
Diggin' up in my living room

Now you may shoot me with your words
You may cut me with your eyes
And I'll rise
I'll rise
I'll rise

Out of the shacks of history's shame
Up from a past rooted in pain
I'll rise
I'll rise
I'll rise

Now you may shoot me with your words
You may cut me with your eyes
And I'll rise
I'll rise
I'll rise


Out of the shacks of history's shame
Up from a past rooted in pain
I'll rise
I'll rise
I'll rise

Ben Harper

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

End(less).

Para todos vocês, que andam a correr pela vida
em vez de apreciar o caminho!



Desejo-te Tempo!

Não te desejo um presente qualquer,

Desejo-te somente aquilo que a maioria não tem.

Tempo, para te divertires e para sorrir;

Tempo para que os obstáculos sejam sempre superados

E muitos sucessos comemorados.

Desejo-te tempo, para planear e realizar,

Não só para ti mesmo, mas também para doá-lo aos outros.

Desejo-te tempo, não para ter pressa e correr,

Mas tempo para encontrares a ti mesmo,

Desejo-te tempo, não só para passar ou para vê-lo no relógio,

Desejo-te tempo, para que fiques;

Tempo para te encantares e tempo para confiar em alguém.

Desejo-te tempo para tocar as estrelas,

E tempo para crescer, para amadurecer.

Desejo-te tempo para aprender e acertar,

Tempo para recomeçar, se fracassar.

Desejo-te tempo também para poder voltar atrás e perdoar.

Para ter novas esperanças e para amar.

Não faz mais sentido protelar.

Desejo-te tempo para ser feliz.

Para viver cada dia, cada hora como um presente.

Desejo-te tempo, tempo para a vida.

Desejo-te tempo.

Tempo.

Muito tempo!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

The Man Who Can't Be Moved

Going back to the corner where I first saw you,
Gonna camp in my sleeping bag. I'm not gonna move,
Got some words on cardboard got your picture in my hand,
Saying if you see this girl can you tell her where I am,

Some try to hand me money they don't understand,
I'm not... broke I'm just a broken hearted man,
I know it makes no sense, but what else can I do,
How can I move on when I've been in love with you...

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'd come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

So I'm not moving... I'm not moving.

Policeman says son you can't stay here,
I said there's someone I'm waiting for if it's a day, a month, a year,
Gotta stand my ground even if it rains or snows,
If she changes her mind this is the first place she will go.

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'd come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

So I'm not moving... I'm not moving.
I'm not moving... I'm not moving.

People talk about the guy
Who's waiting on a girl...
There are no holes in his shoes
But a big hole in his world...

Maybe I'll get famous as man who can't be moved,
And maybe you won't mean to but you'll see me on the news,
And you'll come running to the corner...
Cos you'll know it's just for youI'm the man who can't be moved
I'm the man who can't be moved...

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'd come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

o I'm not moving... I'm not moving.
I'm not moving... I'm not moving.

Going back to the corner where I first saw you,
Gonna camp in my sleeping bag not I'm not gonna move.

The Man Who Can't Be Moved
The Script

Viva!

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemies eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt, and pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you know there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People could not believe what I'd become
Revolutionaries Wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
And that was when I ruled the world
Hear Jerusalem bells are ringings
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Banda Sonora Oficial do Verão do Trio-Maravilha, também conhecido como Bela, Guida & Nana.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Tempo.

"Tudo neste mundo tem seu tempo;
cada coisa tem sua ocasião.
Há um tempo de nascer e tempo de morrer;
tempo de plantar e tempo de arrancar;
tempo de matar e tempo de curar;
tempo de derrubar e tempo de construir;
Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;
tempo de chorar e tempo de dançar;
tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
tempo de abraçar e tempo de afastar;
Há tempo de procurar e tempo de perder;
tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
tempo de rasgar e tempo de remendar;
tempo de ficar calado e tempo de falar.
Há tempo de amar e tempo de odiar
tempo de guerra e tempo de paz. "


Obrigada Carminho.
Chegou o meu tempo. De quê? Acho que vamos ter que esperar para ver...!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Hoje

Passaram segundos. Passaram dias. Passaram séculos espontâneos desde o meu último suspiro. E hoje é dia. Hoje não existem máscaras que corroem a agonia de sentir. Hoje não existe perdão capaz de soltar o grito efémero da saudade. Hoje estou diferente, sinto-me diferente, ouço de maneira diferente. Hoje é dia de voltar a escrever por gosto. Hoje é dia de voltar a soltar suspiros carentes de palavras. Não atingi, porém, o topo. Não estou no limiar da felicidade, nem cobiço mais do que este estado de nostalgia, que não é mais do que um misto de serenidade e contentamento. Eu tenho-te. Eu sei que te tenho todos os nossos dias. Eu sei que posso sempre recorrer ao que uns dizem ser "O Segredo", e tu voltas como que instantaneamente a assaltar a minha alma, só tu e eu, sós. Não acredito que não penses em mim dez segundos por dia. Não acredito que me troques por programas evasivos ou por listas de compras rabiscadas em três tempos. Não posso sequer consentir que não amas tudo isto no que me tornei, e por isso, hoje é dia de ter certezas. Deixei de desenhar ressentimentos, deixei de pintar as minhas telas bolorentas em tons frios e sinuosos. Esqueci fobias antigas, esqueci olhares insignificantes e acabei de esquecer as "bocas" daqueles que para mim nada representam. Hoje, hoje é dia de me entregar de corpo e alma a um novo rumo, um rumo traçado numa folha de linhas, com uma caneta azul, e com a tua mão a segurar na minha.



Aos vinte e cinco de Agosto,
Ricardo Leitão.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Colega.

A família é para estas coisas. E tu és família, não duvides!
Vimo-nos duas vezes, mas isso basta-me para seres da família.
Aliás, bastou a primeira. Uma primeira vez em que poderia estar mais distante, mas que deu para te cconhecer (e gostar) !
A segunda já serviu para te ver diferente.
Vi-te distante do teu mundo, mais próxima do deles. Não sei ao certo em qual me incluir. E pelo mesmo motivo, não sei o que te dizer. Estou numa posição um bocado neutra.
Sou só uma miúda de 17 anos. Não sei ao certo o que dizer. Não sei se há alguma coisa para dizer. Mas eu sei o que é quando o mundo não faz sentido! E por isso, sei ouvir. Aquilo que precisares de dizer, podes dizer-mo. Podes gritar-mo aos ouvidos ou sussurar-mo. De qualquer forma, estou aqui. Além dos ouvidos, tens sempre um ombro!
"Colega", a família é para isto mesmo!

História

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you
You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through but you do
And I was made for you...
Brandi Carlile

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Aquele vazio.

Tu foste e deixaste um vazio. Era um vazio que eu achava que tu preenchias na perfeição. Mas não, é óbvio que não. Nunca, mesmo com todo o teu tamanho, poderias, na tua pequenez, preencher aquele espaço. Agora vejo isso.
Mas isso é passado.

Depois de muito tempo a tentar fechar um capítulo, encontrei a minha solução. Ironicamente, aconselhando sobre fechar capítulos.

Não posso forçar um capítulo a fechar-se. Não me posso obrigar a esquecer-te... Aliás, esquecer não é propriamente o termo. Li algures "Não digas que esqueceste - diz apenas que já consegues falar sem chorar"! Não te quero esquecer, nem tudo aquilo que passámos, bom ou mau, porque tudo isso me ajudou a crescer. E não posso simplesmente ignorar tudo aquilo que aprendi. Quero, acho que sim, que me sejas indiferente. Neutralizar-te, para poder avançar com a minha vida.

O que quer que eu queira, não interessa muito. Não me consigo obrigar a nada. Concluí que os capítulos têm uma maneira de se fecharem sozinhos. Nós nada podemos para acelerar o processo. Lentamente, o tempo passa, a mente ocupa-se com outras coisas, outras pessoas, e, quando damos conta, há coisas que já não têm a mesma importância. Simplesmente, estão lá no fundo, quietinhas...Até que, um dia, (espero eu) deixam de estar! Espero eu, porque sei que há sempre alguma coisa - uma música, uma expressão, qualquer coisa - que as catapulta para a frente, mais uma vez. E aí, recomeça o processo. No entanto, já reparei, cada vez mais fracas, estas memórias já não têm o mesmo impacto. E torna-se cada vez mais fácil empurrá-las para o seu canto. E cada vez mais próximo está o dia em que, sem darmos conta disso, elas vão-se.

Mas é assim, não podemos obrigar um capítulo a fechar-se. Resta-nos esperar. Ele há de se fechar sozinho.

Hoje, olho para mim e vejo que já esperei demais. Acho que o meu tempo de espera está a chegar ao fim. Estou-me a aproximar novamente daquilo que era.

Aquela miúda que chegava sorridente, fizesse chuva ou sol. A primeira a mergulhar no (gélido) mar de Moledo. Aquilo que eu julgava ter perdido, está a voltar a mim. Só ainda não consigo chorar nos filmes. Perdi a minha lamechiçe.

Vai daí, deve estar só adormecida!

sábado, 5 de julho de 2008

Dia 2

Hoje acordámos às 9h30. Ainda não são horas de se acordar em férias, mas teve que ser.

Apanhámos o avião para Dubrovnik, onde vivemos uma cena semelhante a um filme americano: estava lá um homem à nossa espera, que nos levou até uma carrinha, onde nós entrámos, e fomos levadas até um parque de estacionamento, onde íamos ter com uma senhora...

O caminho para a cidade velha, onde nós ficámos, é lindo, porque é mesmo na costa.



No dito parque de estacionamento, conhecemos Anita, co-proprietária do "albergue" onde ficámos. Não é uma senhora, mas uma rapariga nos seus 20 e tais.

Fomos, com ela, por umas escadas bastante íngremes e com degraus assaz estreitos, até ao pequeno prédio onde são os apartamentos. Enquanto nos instalavamos, apareceu a irmã (mais velha, diria eu, mas não perguntei), Ivana. Quem as visse, não diria que são relacionadas. A não ser o facto de falarem extremamente rápido (croata, entre elas, note-se!), são completamente diferentes. Uma loirinha e a outra morena, são a água e o vinho. Foram as duas muito simpáticas e atenciosas. Sugeriram-nos dar uma volta pelas muralhas da cidade velha e um passeio de barco até uma das ilhas, além de indicarem uma praia e um bom restaurante. Nós, no entanto, fomos primeiro espreitar a avenida principal. Andámos um bocado por lá, até que, num quelho, bem à sombrinha, encontrámos o "Barracuda", uma pizzaria muito simpática.

Ah, o livrinho da minha mãe diz que as pizzas croatas são muito boas, chegando a ser postas no mesmo nível das italianas! Afinal é mais típico do que eu pensava!

Depois de almoço, fomos dar uma volta pela avenida principal, até uma das portas de entrada na cidade velha. Mas o calor era tanto, mesmo à sombra, que resolvemos ir até à praia. Fomos até o apartamento vestir a roupa de banho e pegar nas toalhas e partimos à descoberta da dita praia. Praia que vendo bem não se pode chamar praia. Não tem areia! Só pedras!

De qualquer forma, deu para um bom banho... Refrescámo-nos e passado um bocado voltámos para "dentro", para o interior das muralhas. Demos uma volta e sentamo-nos numa esplanada, com águas e sumos de laranja, com pombas a circular por entre os pés da cadeira.

Apesar de o relógio da torre mostrar que já passava das 18h, estava muito calor.

Depois do suminho, voltámos para casa, para tomar um bom banho. Ainda estivemos meia hora no apartamento antes de sair para jantar. Resolvemos seguir o conselho das nossas anfitriãs e ir ao Moby Dick. Só que, até lá chegarmos, tivemos que passar por outros restaurantes. E, em todos, havia um(a) funcionário(a) que se levantava para perguntar se queríamos sentar para comer ou beber qualquer coisa.. É um bocado chato, mas eles lá têm que fazer "propaganda"...

Depois do jantar, visto que já estava mais fresco, fomos dar mais uma voltinha. Fomos à avenida principal comer um gelado, espreitámos umas ruelas e umas praças de comércio e voltamos para trás. Pelo caminho, parámos num Internet Caffé, só para verificar que o mundo não estava a ruir e nós de férias!

Voltámos para o apartamento e ligámos a TV. Divertimo-nos um bocado, saltando do Espanha - Russia para uma Anatomia de Grey legendada em croata. A Anatomia ouvia-se, o jogo via-se. Já agora, parabéns a Nuestros Hermanos. Já que a taça não vem para cá, ao menos que vá para perto... Agora para a Alemanha, a "nova Grécia", o nosso calcanhar de Aquiles, é que não!

26-06-2008

Dia 1

Bom, para falar verdade, este devia ser o dia 0,5!


Passo a explicar.

O despertador tocou às 3h30. Não são horas decentes, mas ele tocou. E lá nos levantámos. Às 4h10 estávamos a entrar no taxi e às 4h30 (após nos cruzarmos com, no máximo, 5 carros) chegámos ao aeroporto Francisco Sá Carneiro. Ainda tivemos tempo para dar algumas voltas. Apesar de estar meia adormecida, reparei numa placa engraçada:


A quem não for possível seguir "a informação visual", não é possível ir a lado nenhum, visto que Braille também não há!

A partir daí, foi uma autêntica montanha russa. Levantamos vôo às 6h05 e aterramos na Portela ainda antes das 7h. Ao desembarcar, reparei que tínhamos voado num avião chamado "Florbela Espanca". Apesar do sono, resolvi registar o nome de outros aviões que consegui ver: Luís Vaz de Camões, João XXI, Padre António Vieira, Infante D. Henrique, D. Afonso Henriques e Teófilo Braga.

Desembarque, tranferências. Levantamos novamente, a bordo do "Gago Coutinho", ao bater das 8h, para aterar em Bolonha às 10h40 (11h40 hora local). Estivemos cerca de meia hora dentro do avião, à espera, e partimos em direcção à última paragem - Zagreb. Aterrámos às 13h locais (meio-dia português). No aeroporto, estava o meu tio à espera. Ao que parece, hoje é o feriado nacional, o 10 de Junho Croata, o que lhe permitiu ir ter connosco! Entrar no carro foi um alívio, pois estava um calor insuportável lá fora, e o ar condicionado nunca foi tão bem vindo!

Fora o calor, Zagreb é uma cidade bonita. O caminho para casa permitiu observar que tem uma parte "nova", da década de 60, semelhante a outras cidades da actualidade, apesar de muito cinzenta. Mas bastou um modesto túnel para nos transportar até ao século XIX, com prédios antigos, em cores da terra e janelas enormes. Passados poucos minutos, avistámos um sinal bastante familiar - a bandeira nacional. Chegámos a casa!


Depois de conhecer a casa e nos instalarmos, fomos almoçar uma pizza (eu sei, que típico!). Depois do almoço, propunhamo-nos a ficar em casa, a ler, mas acabamos por acompanhar os meus tios ao golf. Enquanto eles jogavam, nós ficámos sentadas à sombra (o que não nos impediu de suarmos as estupinhas), a beber água e a fazer palavras cruzadas... Eram já 19h quando viemos para casa. Fomos tomar banho e tratar do jantar. Comemos cedinho, porque, além de nos termos levantado cedíssimo, amanhã partimos para Dubrovnik.

25-06-08

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Pontes.

Olá geral!

Neste momento estou na Croácia, mas não quis deixar passar esta oportunidade de deixar uma mensagem, mesmo pequenina, no blog.


Tenho registado tudo o que tenho feito, todos os dias, para, mal chegue a Portugal, ordenar e publicar aqui. Não me foi possível fazê-lo directamente no blog, mas vai ter que servir. Quem estiver interessado, a partir de 5ª feira, haverá relatos da viagem.


E para não ter que interromper os ditos relatos com outras coisas, resolvi fazer um parêntesis já hoje.


Tanto tempo à procura das palavras ideias para dizer a quem merece, "às minhas pessoas", e fui encontrá-las, pouco tempo depois, na voz de Pedro Abrunhosa:



QUE NUNCA CAIAM AS PONTES ENTRE NÓS



Não consegui por o video, mas podem ouvir aqui.


Todos os Obrigadas se resumem a isto.

E acho que não há mais nada a dizer...

terça-feira, 17 de junho de 2008

Puto!

Princesa, és 5 estrelinhas!
A sério, ontem [6ª] senti que o orgulho que tenho em ti cresceu exponencialmente (é muito, se não souberes!).
Estou mesmo babada. Mesmo orgulhosa.
Já aqui falei do "Orgulho de Prima", mas este deve ser quase de irmã!
Estou mesmo feliz por ti.
Sei que o teu primeiro "romance" acabou, mas viveste-o (o mesmo não se pode dizer de mim...) à "maneira antiga" e aprendeste com ele. Continuaste a sorrir. Gosto mesmo de ti.
És atinada (NERD!), tens a cabeça no lugar. Sabes dar a devida importância às coisas.
Andas num sitio tentador e "perigoso" para as pessoas da tua idade. Mas não te iludes. Tens a consciência da realidade que muitos não têm. E recusas-te a ceder às influências. És forte. Continua assim. Nunca mudes por ninguém. Muito menos pelo sexo oposto. O que importa é o que tu és e o que tu sentes. Nada nem ninguem te pode convencer do contrario. Se ele te deixou ir, não te respeitou, é porque é mesmo puto, não é só de cara!
Estou a dizer demais. Tu sabes isto tudo! (És uma mini-eu...) Tens as noções certas, as ideias todas no sítio. Vais ser feliz, não tenhas dúvidas: "no fim, tudo fica bem. Se ainda não está bem, é porque ainda não chegou o fim!".

Saber...

"Não há felicidade senão com conhecimento. Mas o conhecimento da felicidade é infeliz; porque conhecer-se feliz, é conhecer-se passando pela felicidade, e tendo, logo já, que deixá-la atrás. Saber é matar, na felicidade como em tudo. Não saber, porém, é não existir."

Fernando Pessoa, in "Livro do Desassossego" de Bernardo Soares

A Palavra Mágica

Certa palavra dorme na tranquilidade
De ser uma incógnita
Como desencantá-la?
É a senha da vida
A senha do mundo.
Vou mergulhar nos livros.

Vou procurá-la incessantemente
No mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
Viro a página, mudo a rota,
Procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
Ficará sendo
eterna.



A minha adaptação de "A Palavra Mágica"
de Carlos Drummond de Andrade.


(Original aqui)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

BFU

"I'm joining!

*Raise right hand* I, maggie712, pledge to forever be a fan of Bones. I promise to spread the word about this amazing show. I swear to watch every episode and to never let any other show take it's time slot in my personal television schedule. I also swear to always respect my fellow BFUers.


Job Title:First Official Shipper for Zach and Cam, Official Pencil Sharpener for Angela Montenegro and Forever Shipper for Bones and Booth, of course.

CodeName: Maggie"



Já era tempo de "sair do armário". "Bones" é a minha série preferida. Sou quase viciada [basta conhecerem as minhas amigas para perceber o "quase"... Amigas essas conhecidas via Internet graças à série...]

Esta série faz-me vibrar mais do que qualquer outra.

Estes dois são completamente apaixonados e não o conseguem ver.



Sei que não passa de ficção, mas o que fazer...? Somos todos tolos!

BFU - Bones Fans United

terça-feira, 10 de junho de 2008

Voar e mudar.

[...]

I'll spread my wings and I'll learn how to fly.
Though it's not easy to tell you goodbye
Take a risk, take a chance,
Make a change, and break away.

Out of the darkness and into the sun.
But I won't forget the place I come from
I gotta take a risk, take a chance,
Make a change, and break away
Breakaway
Break away


Breakaway (não sei porquê...)


O tempo passa e nada fica igual.
O tempo passa demasiado depressa e muda demasiada coisa.
É tudo muito difícil.
Mais um ano que chega ao fim e, desta vez, o futuro é ainda mais incerto. Estou cheia de medo.
Ainda há muita coisa que vai mudar.
No entanto, sei que também há muitas que não mudam. Recuso-me a esquecer a experiência, as pessoas, o "sitío" de onde venho. Já faz parte de mim, e nada mudará isso.
Já estou a divagar, estou a entrar num círculo...
Mas, lentamente, vou desfazendo o novelo que é o meu pensamento.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Chuva.

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer


A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera


A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade.


Para ouvir no Youtube - aqui



Esta música não está aqui só por estar. Não é daquelas que aparece só porque é a preferida da semana nem por ser "catchy"... Toda ela faz sentido. Tudo acontece todos os dias. Conhecemos gente, amamos pessoas, perdemos amigos.
Das que conhecemos, umas ficam, outras não. Acenamos às que passam, e seguimos o nosso caminho.

Quando se trata das que ficam, é diferente.

Amamos as que ficam e tudo o que fazem por nós. Queremos tê-las perto, sempre, porque se tornam indispensáveis.

Agradeço (já disse que não sei bem a quem) todas as que tenho. Todas aquelas pessoas que, com um toque, um sorriso, uma palavra, conseguem mudar o meu dia. Mais do que qualquer outra coisa que eu tenha, agradeço a minha sorte em ter as minhas pessoas.

Amamos essas pessoas. E depois perdemo-las. É inevitável. Chega sempre um dia em que perdemos essas pessoas. Os toques, os sorrisos e as palavras somem para sempre. (Para sempre é muito tempo.) E consciencializamo-nos de que, um dia, havemos de ter perdido todas. É triste, mas é a vida.

O que é que eu proponho? Carpe Diem! Acima de tudo, viver o hoje. É o único que temos. Não volta atrás, não se repete. Vamos hoje dar aquele abraço, abrir aquele sorriso. Respiremos fundo e deixemos que o arrepio nos percorra a espinha, estiquemos os braços e alcançemos o céu. Não sei.. fica um bocado ao critério de cada um.

Quanto a mim, sei que não passo sem voltar a lembrar aqui todas as minha pessoas.

Porque há pessoas que nos marcam, e, quando o fazem, é para sempre! (Sim, o "para sempre" existe...) E eu sou tão feliz por saber que tenho estas pessoas e estas marcas. Sei, sem presunção, que sempre que precisar tenho um ombro amigo, um conselho, uns "ouvidos" (visto que agora o e-mail é que está a dar!) prontos para mim, para me ajudar. E isso é bom. É um conforto interior que me faz, sem sequer dar conta, sorrir. Estou a adorar!
Mas todos os dias me estão a faltar palavras para agradecer. E todos os dias, a música que o coração me canta é esta. Pelo menos o início.
Há pessoas que são importantes nas nossas vidas, pessoas que nos marcam e que nunca vamos esquecer. São essas pessoas que eu quero lembrar aqui e agora. Em vez de conversas, chamadas, mails e mensagens, fica um post. Porque o que está escrito não se apaga. As palavras escritas não vão com o vento, são eternas. Tal como o que trago dentro de mim.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

RP

Não vou ser. Só o faço quando quero. Fora isso, paguem-me.

"Secretária da gente".

Nunca mais me esqueço. Já o fui uma vez. Com orgulho! Gostava do título.

Julgava eu que era isso e muito mais. Estava errada. Era só isso. Nada mais.

Agora chega. Faço aquilo que ME interessa. Estou aqui para vocês, mas não só! Estou aqui para mim. E não vou gastar o meu tempo, a minha vida, a minha juventude, a preparar coisas que não me interessam. É radical, drástico, dramático, mas não quero saber. Isto sou eu hoje!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Orgulho de Prima!

10 anos.

Avô, o teu primeiro bisneto completou a sua primeira década! Estava tão contente... Agora escreve a idade com dois algarismos! Não dependeu nada de mim, mas estou tão orgulhosa! Aquele orgulho de prima... Sei que também o tinhas. (Não de prima! De Bisavô...) Quer fosse a falar das rabugices do Manel ou das filosofias do Tomás, o brilho nos olhos denunciava-te. É tão bom ter família... Os nossos benjamins são um espectáculo!

Tenho pena que não tenhas ficado mais um bocadinho, para os ver crescer.

Eles hão de ser poetas, homens de letras, não fossem eles da família!

E eu promento que vou tomar bem conta deles. Não precisam, mas vou.

Hão de ter sempre uma prima mais velha, orgulhosa, babada!
Hei de estar sempre lá com eles, para eles. Para que não se esqueçam do nosso Verão!
Sim, foi o NOSSO Verão!
(O que nos rimos, o Manel e eu, a relembrar o dia em que o Tomás e ele quiseran dar 100 voltas ao terreiro, depois fomos para a piscina, e depois começou a chover... Que dia! Devias ver o Manel a fingir que anda de bicicleta!)
"Tivemos umas boas férias, não tivemos?" Tivemos pois, sim senhora! Férias que marcaram para uma vida!
Entre um outro milhão de coisas, tenho te a agradecer aquelas férias maravilhosas!
Beijo na careca*


sábado, 24 de maio de 2008

Parabéns Catarina!

1ª, 2ª, 3ª... Não importa.
Neste dia especial, e em todos os outros da tua vida, só quero que te divirtas e que sejas feliz! Que estejas sempre rodeada de pessoas que te adoram e que eu possa ser uma delas!
Estás de parabéns, não só pelo dia, mas pelo processo.
Parabéns por seres quem és!
Obrigada por seres essencial à minha felicidade. Contigo, acredito no felizes para sempre!
Obrigada e, mais uma vez, PARABÉNS!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

EU VOU!

Todos numa direção
Uma só voz numa canção
Todos num só coração
Um céu de estrelas
Que a vida começasse agora
Que o mundo fosse nosso outra vez
Que a gente não parasse mais de cantar
De sonhar
Que a vida começasse agora
Que o mundo fosse nosso de vez
Que a gente não parasse mais de se amar
De se dar, de viver
Uô ô ô rô
Uô ô ô rô
Uô ô ô, Rock in Rio !
Uô ô ô rô
Uô ô ô rô
Uô ô ô, Rock in Rio !

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Calma, Descontração e Estupidez Natural...

Arre burrinho, pr'ó carvão,
Que os outros já lá vão!
Hás de andar a noite inteira,
Que te quero levar à feira!

E assim, chegou a hora de dizer "Adeus, Avô!"...
Vais, mas ficas em nós!

Não sei ao certo o que hei de dizer mais...

Lamento!
Lamento que não dances a valsa comigo, como fizeste com a Ana!
Lamento não termos estados todos juntos, uma última vez, como sei que gostarias.

Sonhei contigo esta noite - fui ver-te ao Hospital! Estavas feliz, como em todos os momentos de família! E é essa a recordação que fica!
Não me arrependo de não te ter visitado nas últimas 2 semanas.
Prefiro esta recordação.

Vou sentir a tua falta! Aquele casarão não será o mesmo!

Pelo menos, voltaste a casa!



"Ashes to ashes.
Dust to dust."
(Desculpem, mas tão cedo
não consigo dizer mais nada!)

terça-feira, 13 de maio de 2008

2 anos.


PARABÉNS!

O meu querido blog faz hoje 2 anos! (não me lembrei de festejar o 1º aniversário, mas já que me lembrei do 2º...)

Parabéns ao blog!

Parabéns a mim!

Foram 2 anos, mas parece que foi muito mais...

Não estou com disposição para reflectir sobre estes dois anos... Mas acho que o tempo com este blog me ajudou a crescer!
Obrigada a todos os que por aqui passaram!
Aos que deixaram a sua marca e aos que marcaram pelo "silêncio"!
Estamos todos de parabéns!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

A Corps Perdu.

Puisque des filets nous retiennent
Puisque nos raisons nous enchaînent
Que rien ne brille sous nos remparts


Et puisqu'on n'atteint pas le ciel
A moins de s'y brûler les ailes
Et suivre les routes où l'on s'égare

Comme on dresse un étendard

A corps perdu, ivre et sans fard
Pour n'être plus le pantin d'un espoir
Et si la vie n'est qu'une cause perdue
Mon âme est libre d'y avoir enfin cru
A corps perdu

Puisque les destins sont les mêmes
Que tous les chemins nous ramènent
A l'aube d'un nouveau départ

On n'apprend rien de nos erreurs
A moins de s'y brûler le coeur
Je suivrai les routes où l'on s'égare

Comme on dresse un étendard

A corps perdu, ivre et sans fard
Pour n'être plus le pantin d'un espoir
Et si la vie n'est qu'une cause perdue
Mon âme est libre d'y avoir enfin cru
A corps perdu
A corps perdu

A corps perdu j'écrirai mon histoire
Je ne serai plus le pantin du hasard
Si toutes les vies sont des causes perdues
Les hommes meurent de n'avoir jamais cru
De n'avoir pas vécu ivres et sans fard
Soldats vaincus pour une guerre sans victoire
Et si ma vie n'est qu'une cause perdue
Je partirai libre d'y avoir au moins cru
A corps perdu
A corps perdu...

A Corps Perdu
Grégory Lemarchal
(1983 - 2007)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Sway.

When marimba rhythms start to play
Dance with me, make me sway
Like a lazy ocean hugs the shore
Hold me close, sway me more

Like a flower bending in the breeze
Bend with me, sway with ease
When we dance you have a way with me
Stay with me, sway with me

Other dancers may be on the floor
Dear, but my eyes will see only you
Only you have the magic technique
When we sway I go weak

I can hear the sounds of violins
Long before it begins
Make me thrill as only you know how
Sway me smooth, sway me now

Other dancers may be on the floor
Dear, but my eyes will see only you
Only you have the magic technique
When we sway I go weak

I can hear the sounds of violins
Long before it begins
Make me thrill as only you know how
Sway me smooth, sway me now

When marimba rhythms start to play
Dance with me, make me sway
Like a lazy ocean hugs the shore
Hold me close, sway me more

Like a flower bending in the breeze
Bend with me, sway with ease
When we dance you have a way with me
Stay with me, sway with me

When marimba starts to play,
Hold me close, make me sway,
Like an ocean hugs the shore,
Hold me close, sway me more.

Like a flower bending in the breeze
Bend with me, sway with ease
When we dance you have a way with me
Stay with me, sway with me.
(Não sei de quem é o original, mas gosto da versão do)
Micheal Bublé

Agradeço.

Agradeço. Todos os dias agradeço. Não sei a quem, não sou religiosa... Mas todos os dias agradeço. À Sorte? Ao Acaso? Ao Fado? Não sei, mas agradeço. Provavelmente à Vida.

Mesmo não sabendo a quem devo agradeçer, faço-o. Agradeço a minha vida. Agradeço as pessoas que passam por mim. E agradeço ainda mais as que ficam. As que me acompanham, me aconselham e me ajudam. Não há dia em que não agradeça. Porque sou uma sortuda e tenho de o reconhecer. Quantos não têm metade do que eu tenho... Não há dúvida que sou priveligiada. Todos os dias encontro pessoas espectaculares, a quem tenho o prazer e a honra de chamar Amigos.

Agradeço a quem quer que seja que fez com que estas pessoas espectaculares entrassem na minha vida! Coisas do acaso que se revelaram perfeitas!
Estas pessoas que todos os dias me ajudam a acreditar no "para sempre". Pessoas cuja simples lembrança me faz sorrir.
Tenho a certeza que todos os dias há alguém que pensa em mim, que se lembra de mim por qualquer detalhe. Tenho quem se preocupe comigo. Quem me ajude e me aconselhe...
Estou em maré de agradecer. Mas hoje não me vou por a agradecer aos "maus" que me marcaram. Não vou agradecer essas marcas feias que me fizeram crescer, não sem antes sofrer.

Hoje apenas agradeço o que é bom. Todas as conversas, sorrisos, conselhos, abraços... Obrigada a todos os que me proporcionaram estes momentos.
Aliás, não sei se Obrigada será o melhor termo... Dizemo-lo tantas vezes ao dia... Quando nos emprestam um caderno, quando nos deixam sentar no autocarro...
Quero ir mais dentro.
Que os meus Obrigadas sejam mais profundos. Que sejam a expressão de um verdadeiro sentimento de "dívida" para com o outro por, de uma maneira ou outra, mudar o meu dia e o meu ser, nem que seja só um bocadinho.
Não sei se me consigo exprimir da melhor maneira...
De qualquer forma, fica um gigante OBRIGADA, não a todos, mas a muitos!
Talvez um pouco confuso,
mas hoje não consigo melhor.
Já reeditei mas continua aquém
do que está cá dentro...
Espero que saibam disso!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Susto.

E pronto, em menos de nada, entraste. Com um pontapé na porta, reentraste na minha vida. Assim, com esse jeito desajeitado que sempre te caracterizou. Quando dei conta, tinha-te atrás de mim. (Vá lá que do mal o menos... Pior seria ter-te na minha frente) E não estavas só - trouxeste parte da pandilha. Não me incomodaram. Aliás, foi incrivelmente estranho... Ao fim de tanto tempo, estarmos ali, civilizadamente... Se calhar por termos um objectivo comum, ou por termos presenças que nos obrigam a tal. Mas gosto de pensar que, por uma vez, me viram como igual, porque o senti. Ou, melhor assim, não senti a vossa repulsa habitual por "quem não faz parte"...
Mas não foi o fim. Agora, sem dúvida, vai haver outro encontro. Menos suave. Mais cara a cara. Sei disso. Vai ter que ser. Está marcado no calendário. Inscrevemo-nos para ele!
E estou confusa. Não sei o que esperar. Algum civismo, certamente. Mas nunca mais do que isso. Não quero cair novamente. Mas estou a sentir-me capaz disso... Já vou em altos vôos. Já imaginei conversas secretas, porque ninguém nos iria aceitar de volta. Mas entretanto acordei. Não é possível. Mesmo que seja, eu não quero! E tenho de me lembrar disso. "Se tens que te lembrar disso, é porque não é verdadeiramente o que queres" podem dizer... Até eu o digo. Mas não! É a verdade. Não quero nem posso. Não é saudável. Já não acredito que seja possível. Há dois anos, talvez, quem sabe, eu ainda estivesse de olhos fechados. Mas agora estão bem abertos. E ia ser preciso muito, mas mesmo muito tempo, para que eu pudesse voltar a acreditar em ti.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Vamos voltar?

Aquele sítio onde não há horas... (Ou há, mas estão 10 minutos adiantadas...)

Onde se demoram 2 horas a preparar uma refeição.

Onde se passou mais tempo na cozinha do que em qualquer outra divisão.Onde se caía no chão da despensa.

Onde todas as tarefas estão “lindamente” organizadas e sincronizadas.

Onde todas as noites havia "brindes" diferentes...

Onde, com os pratos erguidos, lembrámos a "Pseudo" e o "Nando" e tantos outros...!

Onde nos fartámos de comer gelatina e mousse de pacote e de beber Sunquick...

Onde, em todas as refeições, havia um copo de sumo que caía por cima da toalha.

Onde as gargalhadas eram intermináveis, pois havia sempre alguém que não conseguia parar.

Onde, todos os dias, havia alguém que rebolava no chão a rir.

Onde havia perseguições à volta da mesa de jantar.

Onde encontrámos batatas (sim, batatas!) no frasco da maionaise.

Onde se caía das cadeiras.

Onde se cantava e dançava ao mesmo tempo que se cozinhava.

Onde fizemos o NaNaNa.

Onde jogámos ao Twister e ao Pictionary.

Onde fizemos mímica na cozinha. (Figura Histórica - Sr. João da Marmelada!)

Onde nos perguntámos se alguém conhecia o Pepe. E onde caímos todos ao chão!

Onde vimos mais filmes por dia do que em qualquer outro sítio.

Onde gozámos uns com os outros, e nunca nos importámos.

Onde nos rimos às gargalhadas com as legendas do Saw. Putz Grila!

Onde imitámos o miúdo do "quimboio", que, coitado, estava cheio de sede…

Onde os papos furados viraram furos no papo!

Onde bebíamos cházinho todas as noites.

Sim, é para essa casa que eu quero voltar! A casa que parecia do Big Brother, à medida que ia ficando vazia… Big Brother? Não! Quinta das Celebridades!

Foi uma semana, sem dúvida, inesquecível por todos os motivos. Pela companhia, por todas as palhaçadas, e pela aventura que foi cozinhar para uma dúzia!

Podíamos ter sido poucos, mas, não, fomos muitos, e não deixámos de ser bons! Muito obrigada a todos, por terem feito parte da melhor “viagem de finalistas” de sempre! Foi bastante “caseirinha”, mas foi diversão 24 horas por dia, graças a vocês!


Vamos voltar?

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O submarino chega ao porto.

"Fechei para férias!"
Tantas vezes o disse, e em circunstâncias bem mais divertidas.
Mas, sim, vou fechar para férias. Vou parar com as publicações regulares neste blog. Não o apago, porque é um capítulo da minha vida e não o posso apagar. Mas vou cingir-me à banalidade das letras das músicas do momento e dos e-mails engraçados que me mandam.
Chega de pensamentos e reflexões sobre o mundo que me rodeia (ou rodeou) e que nunca vou perceber. Não vale a pena! A vida é demasiado curta...
Fica muita gente por lembrar, é certo. Muita gente mereceu um lugar aqui, pelo bem, pelo mal ou até pelos dois, mas já não sou capaz de criar lugares exclusivos. Faço antes um apanhado de quem fica cá dentro...

Fica o meu amigo que insistia que "a minha mãe é melhor que a tua". Aquele que apanhou a primeira onda no mesmo dia que eu. Ficam as horas em que argumentámos quem teria a melhor mãe e todas as outras - nas quais 'diversão' era palavra de ordem - na praia, na piscina, a contar anedotas, a imitar o Herman, a fazer todo o tipo de disparates...
O tempo passou e a vida afastou os nossos caminhos. Ficam as lembranças do que fomos e do que poderíamos ter sido. (Sim, porque a minha mãe queria mais, acreditas? Queria que eu perdesse parte do meu juízo, e que o tranferisse para ti, por osmose ou assim...Enfim... Mães!)
Fica aquele meu ódio de estimação, porque é uma borbulha arrogante e nunca me vão faltar forças para desancar nela.
Ficam todos os outros potenciais amigos, que se ficaram por conhecidos, pela simples conveniência de não expressar (ou até ter) uma opinião!
Eu sei lá... Fica muito mais, mas eu agora não me lembro. Não sei dizer mais. Não tenho força.
Tenho, sim, força inesgotável para agradecer a todos aqueles que por aqui passaram. Os que aqui estiveram e leram os meus desabafos. Os que comentaram e os que não encontraram palavras. Os que gostaram e os que não gostaram também. Todos esses, que ajudaram!
Obrigada por se lembrarem de mim.


Obrigada também ao John, ao George, ao Paul e ao Ringo!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

A descoberta do Navegador.

"Hoje, pode dizer-se que é uma má companhia, mas não foi sempre assim, eu conheço o Angelino desde que éramos putos. Ele estragou-se aí pelos dezasseis, dezassete anos, não sei como nem porquê. No fundo, é isso que eu não perdoo ao Angelino: era o meu melhor amigo, eu contava-lhe tudo o que pensava e tudo que fazia, mas é claro (é claro hoje, na altura não percebi) que não me pagava na mesma moeda, tinha outra vida onde eu não entrava. Sempre me custou perceber por que foi que o Angelino nunca se abriu comigo da maneira como eu me abria com ele."


Navegador Solitário, de João Aguiar
(Livro estranho...
Ainda não sei dizer se gostei ou não,
mas nele descobri isto...)

sábado, 29 de dezembro de 2007

Against all odds.

Mais um daqueles disparatados tributos.Desta vez, à sala 19.
Um tributo a um sítio especial. O lugar onde, contra todas as probabilidades (sem dúvida alguma) a minha vida se aproximou dos eixos. Eu era a chama, e à minha volta, só via água... Mas consegui salvar-me, não me molhar nem apagar. (Felizmente, encontrei acendalhas!)

As voltas que a vida dá... E as voltas que a minha já deu.

No sítio menos provável, reencontrei qualquer coisa que não sei descrever. Segurança...? Confiança...? Companheirismo...? Fidelidade...? Conforto...? Felicidade...? Algo que eu já não me lembrava de conhecer... Mas soube bem. Eramos um oásis, naquele enorme deserto! As gargalhadas e a galhofa constante, os 'trabalhos de grupo', os desenhos, os filmes, sem nunca esquecer os momentos da 'má-língua'... Todos estes momentos que eu relembro (e tenho tantas saudades!) com o maior carinho... Os 'bons velhos tempos' em que sabia que se me virasse para trás, teria um sorriso à minha espera...

"Não fiques triste porque acabou. Sorri porque aconteceu!"
É verdade. Apesar de aquele ano espectacular ter acabado, ficam as boas recordações e as excelentes amigas!

Obrigada!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Tico e Teco

You light, the skies up above me
A star, so bright you blind me
Don't close your eyes
Don't fade away
Don't fade away

Yeah you and me we can ride on a star
If you stay with me girl, we can rule the world
Yeah you and me we can light up the sky
If you stay by my side, we can rule the world.

If walls break down I will come for you
If angels cry, oh I'll be there for you
You've saved my soul
Don't leave me now
Don't leave me now

Yeah you and me we can ride on a star
If you stay with me girl, we can rule the world
Yeah you and me we can light up the sky
If you stay by my side, we can rule the world.

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you

Yeah you and me we can ride on a star
If you stay with me girl, we can rule the world
Yeah you and me we can light up the sky
If you stay by my side, we can rule the world.

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you

All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you
For you


Rule The World
Take That

"Estás assim com tanta necessidade de expressão?"

"Absolutamente"

Sim, porque estou perdida. Não sei o que fazer. Tenho medo. O meu mundo perfeito está a desmoronar-se à minha frente, a escapar por entre os meus dedos. Não sei para onde me virar. Acho que o mundo já não faz sentido.

O Tico sem o Teco.

O Tom sem o Jerry.

O Silvester sem o Tweety.

O Marlin sem a Dory.

O Shrek sem o Burro.

O SpongeBob sem o Patrick.

O Laurel sem o Hardy.

O Snoopy sem o Woodstock.

Simplesmente não faz sentido. Assim como eu sem ti não faz grande sentido. E por isso estou perdida. Ainda não foste e já me sinto incompleta. E por mais que digas que nada vai mudar, eu sei que tudo vai mudar. Eu já vivi esta mudança. Para mim é 'déja vú'! E não gosto do resultado.

"Juntas conquistaremos o mundo." Acredito que sim. Mas continuo com medo. Já mostramos ser capazes de muito juntas... Uma mão que lava a outra, por assim dizer. Mas também já vimos que separadas não somos grande coisa! E por isso tenho medo. Medo de voltar a cair, medo que tu não estejas lá para me ajudar a levantar.

Tenho medo. Mais não sei explicar.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Feliz Natal!

Eh eh eh...
A verdade sai da boca das crianças, não é o que se diz?
Viva o poder da Mulher!
Homens, aguentem!

Feliz Natal a todos!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Tio Zé

Ele tem 84 anos. Eu conheço-o há 17.
Não, não conheço o silvicultor. Conheço o Homem.
Para mim, não é o Engenheiro Moreira da Silva. Para mim é o Tio Zé.
Não o conheço tão bem como outros o podem conhecer. O nosso contacto é em festas e situações do género.
Mas sei que, quando comecei a construir a nossa árvore genealógica, foi o 1º a prontificar-se a ajuda-me, fornecendo-me, em pouco tempo, toda a informação de que precisava.
Sei que para ele, tal com para mim, a família é muito importante. É importante de uma forma inexplicável, não encontro palavras. É uma dimensão constante na nossa vida, é pouco provável que sejamos alguma coisa sem ela. Porque dentro de cada um, há um pouco de todos os outros. E assim nos construímos. E dentro de mim, há um pouco do Tio Zé. O humor, diz a minha Mãe, é a minha herança Moreira da Silva. É uma coisa nossa, indescritível, e tantas vezes incompreendida!
Já dizia o poeta – “Que outro valor mais alto se alevanta”. Para o Tio Zé, e também para mim, esse valor é a família.
E por isso não hesitou em dizer Sim, quando propus um 3º Almoço MS. O confronto de gerações. A frescura da minha, a sabedoria da dele, todos juntos, elos de uma mesma cadeia.
Por isso, lhe desejo as melhoras, para poder contar com ele para um 4º Almoço Moreira da Silva.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Signo - Balança

Recebi isto (juntamente com as caracterizações dos outros signos) num mail...
BALANÇA: o Harmonizador.
Agradável a todo o mundo que se encontra com eles.
Indeciso.
Tem uma atracção própria sem igual.
Criativo, enérgico emuito social.
Odeia estar só.
Calmo, generoso.
Muito amoroso e bonito.
Gosta de flirtar.
Cede muito facilmente.
Tende a deixar para depois.
Muito crédulo.
O que achas? Concordas? Sou mesmo assim?
Faz o favor de opinar!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Ser...

Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui,
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua brilha toda
Brilha, porque alta vive.


Ricardo Reis

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Oh Happy Day!

(Mais um bocadinho de 'tu'... pode ser?)
Seria do tempo? Se calhar...
Naquela tarde (a do bolo de chocolate...) o dia era triste, tal como tu, e chovia lá fora. Nada, comparando com esta quente e solarenga tarde de Outono (apesar de muitos jurarem ainda ser Verão!)! É bem possível que o tempo me tenha feito ver-te com outros olhos. Não interessa! Gostei do que vi! Gostei de voltar a ver o brilho nos teus olhos! Gostei de voltar a ouvir todos aqueles sábios conselhos que me dás sempre, dos quais nunca me canso e que me ajudam a avançar! Gostei de te ver mais descontraída, mas nunca despreocupada! Gostei da luz do teu sorriso, mesmo quando falavas de algo que não te agradava!

Gostei de te ter de volta!


terça-feira, 13 de novembro de 2007

What else?

Ça fleurit comme une herbe sauvage
N'importe où, en prison, à l'école,
Tu la prends comme on prend la rougeole
Tu la prends comme on prend un virage
C'est plus fort que les liens de famille
Et c'est moins compliqué que l'amour
Et c'est là quand t'es rond comme une bille
Et c'est là quand tu cries au secours
C'est le seul carburant qu'on connaisse
Qui augmente à mesure qu'on l'emploie
Le vieillard y retrouve sa jeunesse
Et les jeunes en ont fait une loi.

C'est la banque de toutes les tendresses
C'est une arme pour tous les combats
Ça réchauffe et ça donne du courage
Et ça n'a qu'un slogan "on partage"

Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot

L'amitié c'est un autre langage
Un regard et tu as tout compris
Et c'est comme S.O.S. dépannage
Tu peux téléphoner jour et nuit
'amitié c'est le faux témoignage
Qui te sauve dans un tribunal
C'est le gars qui te tourne les pages
Quand t'es seul dans un lit d'hôpital

C'est la banque de toutes les tendresses
C'est une arme pour tous les combats
Ça réchauffe et ça donne du courage
Et ça n'a qu'un slogan : "on partage"

Au clair de l'amitié
Le ciel est plus beau
Viens boire à l'amitié
Mon ami Pierrot


L' amitié
Herbert Pagani
Podem ouvir aqui

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Tenho que parar!

Não aguento mais a saudade.
Acima de tudo a saudade.
Depois desta mágoa toda, já só sinto saudade.
(Não me queixo do que tenho, mas sinto a falta do que já tive!)
Esta enorme saudade que me invade a alma sempre que as malditas memórias resolvem aparecer!
Caramba! Não tens saudades? Aqueles (aparentemente) bons tempos, preenchidos com gargalhadas e despreocupações...
Enerva-me tanto ainda pensar nisto... Voltar a pensar nisto e reparar que ainda me afecta! Ainda não me és indiferente. Tu sim, mas não a tua memória. As nossas memórias. E a mensagem... foi tudo o que bastou! Depois da felicidade de me sentir recordada, foi a minha vez de recordar! Recordei-nos! E voltei ao princípio!
Quando olho para trás, passo-me!
Começei a jogar aquele "nosso" jogo e senti-me mesmo bem. Voltei ao passado! Mas fico parva quando percebo que parei quando percebi que não podia ir a correr contar-te o que tinha feito! E durante dois dias, afastei-me o mais que pude. Não consigo viver assim! Nem é saudável!
Tenho que parar de te associar a tudo (ou pelo menos tentar)! E quando não conseguir, tenho que tentar não sofrer por isso. Tenho de parar de nos ver em todas as músicas... Tenho que te aniquilar, tornar-te inofensivo!
Só não sei se consigo...
Perdão pelo Português da treta.
Perdão pela confusão.
É o que sinto.
É como eu sou!

domingo, 11 de novembro de 2007

Aguenta!

Eu sei que é difícil.
Quer dizer, não sei. Nunca passei pelo que estás a passar. Nunca senti o que estás a sentir. Mas já estive perto e sei como foi. Apesar de ser difícil, e de só veres negro à tua volta, tens de abrir a janela e ver o céu azul lá fora. Tens que acreditar que um dia vai doer menos. Se é verdadeiro, nunca vai deixar de doer. Mas há de doer menos, um dia! E tu vais aprender com essa dor. Vais crescer com ela. Vão ser grandes amigos. É uma marca que vai ficar contigo para sempre. Afinal, é a tua "primeira paixão"! Não a esqueças. Não deixes que te fuja da memória. Lembra-te dela sempre que sentires que precisas. Recorda os vossos momentos. Sorri, sempre que vires algo que a faria feliz. Chora, quando sentires que há algo que a magoaria. Fá-la viver através de ti. Fá-lo por ela.

Deixa de parte as perguntas sem resposta! Não me perguntes porque é que a Vida é injusta. Não me perguntes porque é que coisas más acontecem. Não me perguntes se Deus existe... Eu não sei responder!
(Não sei se existe algo além de nós. Não acredito. Acredito em mim, e em ti, e na Humanidade (apesar de às vezes ser tão difícil...)! Acredito no que vejo, no que ouço e no que sinto...E sei que, por vezes, não chega! Às vezes sinto que preciso de algo maior... Mas não consigo ultrapassar a barreira do palpável.)
Não sei a resposta a essas perguntas complicadas. E, como tu, já as procurei várias vezes. Se quiseres, vou contigo procurá-las, mais uma vez. Estaremos juntos quando, mais uma vez, nos apercebermos que não há resposta para certas perguntas.
Não sei que mais te dizer. Acredito que és forte e vais ser feliz.
Não digo já, nem amanhã. Mas mais tarde, quando te sentires pronto.
Enquanto que sentires que precisas de chorar, chora! Deita tudo cá para fora. Grita o que quiseres, até estares rouco. Chora até não conseguires mais.
Chama por mim, se precisares. Basta dizeres e eu entro no primeiro comboio!
Tens de acreditar que um dia, uma destas manhãs, vais abrir a janela e ver o Sol! Não podes deixar de acreditar que esse dia há de chegar!
E enquanto esse dia não chega, podes contar comigo para afastar as nuvens!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Um Obrigada especial...

Por me ajudares.

Por me abraçares quando sentes que preciso.

Por me perceberes. A mim e às minhas pancas.

Por ouvires as minhas loucuras e os meus desabafos.

Por veres as minhas séries e ouvires as minhas músicas.

Por andares ao meu ritmo.

Por me leres o pensamento e me tirares as palavras da boca.

Por seres quem és!

Por estares aqui, hoje e sempre. Por estares aqui sempre que eu preciso. Por estares aqui mesmo quando não é preciso. Por estares!

E por teres ficado. Acima de tudo por teres ficado, sempre aqui, ao meu lado! Mesmo quando eu julgava que não precisava de ti, tu ficaste. E mesmo quando eu andava demasiado ocupada com coisas que não interessavam, tu estavas ao meu lado. E eu preferia ignorar. E hoje sinto-me mal, só de pensar no que te poderei ter feito! Sei que entendes que não era "eu" mas não sei se isso, para mim, chega! Não há desculpa possível. Fui injusta contigo. Sem motivo nenhum. Sem mereceres, sequer! Sei disso. Tu, não sei se sabes. Mas eu sei. Sei que fui contigo algo que jurei nunca ser com ninguém! E isso corrói-me por dentro.

Tento ao máximo compensar-te! Compensar-te pelo tempo em que não te vi. (Agora vejo bem. Agora esfreguei os olhos e o céu. Agora, foram-se as nuvens. Agora vejo o que merece ser visto!)

Só sei que te adoro. A cada vez mais dependo de ti e do teu apoio. Da tua presença. Do que me dizes. Tudo o que, mesmo não sendo verdade, me dizes, e me faz sentir melhor.

Sinto que me estou a completar. Encontrei em ti mais um pedaço de mim.