quarta-feira, 24 de setembro de 2008

End(less).

Para todos vocês, que andam a correr pela vida
em vez de apreciar o caminho!



Desejo-te Tempo!

Não te desejo um presente qualquer,

Desejo-te somente aquilo que a maioria não tem.

Tempo, para te divertires e para sorrir;

Tempo para que os obstáculos sejam sempre superados

E muitos sucessos comemorados.

Desejo-te tempo, para planear e realizar,

Não só para ti mesmo, mas também para doá-lo aos outros.

Desejo-te tempo, não para ter pressa e correr,

Mas tempo para encontrares a ti mesmo,

Desejo-te tempo, não só para passar ou para vê-lo no relógio,

Desejo-te tempo, para que fiques;

Tempo para te encantares e tempo para confiar em alguém.

Desejo-te tempo para tocar as estrelas,

E tempo para crescer, para amadurecer.

Desejo-te tempo para aprender e acertar,

Tempo para recomeçar, se fracassar.

Desejo-te tempo também para poder voltar atrás e perdoar.

Para ter novas esperanças e para amar.

Não faz mais sentido protelar.

Desejo-te tempo para ser feliz.

Para viver cada dia, cada hora como um presente.

Desejo-te tempo, tempo para a vida.

Desejo-te tempo.

Tempo.

Muito tempo!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

The Man Who Can't Be Moved

Going back to the corner where I first saw you,
Gonna camp in my sleeping bag. I'm not gonna move,
Got some words on cardboard got your picture in my hand,
Saying if you see this girl can you tell her where I am,

Some try to hand me money they don't understand,
I'm not... broke I'm just a broken hearted man,
I know it makes no sense, but what else can I do,
How can I move on when I've been in love with you...

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'd come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

So I'm not moving... I'm not moving.

Policeman says son you can't stay here,
I said there's someone I'm waiting for if it's a day, a month, a year,
Gotta stand my ground even if it rains or snows,
If she changes her mind this is the first place she will go.

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'd come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

So I'm not moving... I'm not moving.
I'm not moving... I'm not moving.

People talk about the guy
Who's waiting on a girl...
There are no holes in his shoes
But a big hole in his world...

Maybe I'll get famous as man who can't be moved,
And maybe you won't mean to but you'll see me on the news,
And you'll come running to the corner...
Cos you'll know it's just for youI'm the man who can't be moved
I'm the man who can't be moved...

Cos if one day you wake up and find that you're missing me,
And your heart starts to wonder where on this earth I can be,
Thinking maybe you'd come back here to the place that we'd meet,
And you'd see me waiting for you on the corner of the street.

o I'm not moving... I'm not moving.
I'm not moving... I'm not moving.

Going back to the corner where I first saw you,
Gonna camp in my sleeping bag not I'm not gonna move.

The Man Who Can't Be Moved
The Script

Viva!

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sleep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemies eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of salt, and pillars of sand
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
Once you know there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People could not believe what I'd become
Revolutionaries Wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter won't call my name
Never an honest word
And that was when I ruled the world
Hear Jerusalem bells are ringings
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can't explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Banda Sonora Oficial do Verão do Trio-Maravilha, também conhecido como Bela, Guida & Nana.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Tempo.

"Tudo neste mundo tem seu tempo;
cada coisa tem sua ocasião.
Há um tempo de nascer e tempo de morrer;
tempo de plantar e tempo de arrancar;
tempo de matar e tempo de curar;
tempo de derrubar e tempo de construir;
Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;
tempo de chorar e tempo de dançar;
tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
tempo de abraçar e tempo de afastar;
Há tempo de procurar e tempo de perder;
tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
tempo de rasgar e tempo de remendar;
tempo de ficar calado e tempo de falar.
Há tempo de amar e tempo de odiar
tempo de guerra e tempo de paz. "


Obrigada Carminho.
Chegou o meu tempo. De quê? Acho que vamos ter que esperar para ver...!

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Hoje

Passaram segundos. Passaram dias. Passaram séculos espontâneos desde o meu último suspiro. E hoje é dia. Hoje não existem máscaras que corroem a agonia de sentir. Hoje não existe perdão capaz de soltar o grito efémero da saudade. Hoje estou diferente, sinto-me diferente, ouço de maneira diferente. Hoje é dia de voltar a escrever por gosto. Hoje é dia de voltar a soltar suspiros carentes de palavras. Não atingi, porém, o topo. Não estou no limiar da felicidade, nem cobiço mais do que este estado de nostalgia, que não é mais do que um misto de serenidade e contentamento. Eu tenho-te. Eu sei que te tenho todos os nossos dias. Eu sei que posso sempre recorrer ao que uns dizem ser "O Segredo", e tu voltas como que instantaneamente a assaltar a minha alma, só tu e eu, sós. Não acredito que não penses em mim dez segundos por dia. Não acredito que me troques por programas evasivos ou por listas de compras rabiscadas em três tempos. Não posso sequer consentir que não amas tudo isto no que me tornei, e por isso, hoje é dia de ter certezas. Deixei de desenhar ressentimentos, deixei de pintar as minhas telas bolorentas em tons frios e sinuosos. Esqueci fobias antigas, esqueci olhares insignificantes e acabei de esquecer as "bocas" daqueles que para mim nada representam. Hoje, hoje é dia de me entregar de corpo e alma a um novo rumo, um rumo traçado numa folha de linhas, com uma caneta azul, e com a tua mão a segurar na minha.



Aos vinte e cinco de Agosto,
Ricardo Leitão.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Colega.

A família é para estas coisas. E tu és família, não duvides!
Vimo-nos duas vezes, mas isso basta-me para seres da família.
Aliás, bastou a primeira. Uma primeira vez em que poderia estar mais distante, mas que deu para te cconhecer (e gostar) !
A segunda já serviu para te ver diferente.
Vi-te distante do teu mundo, mais próxima do deles. Não sei ao certo em qual me incluir. E pelo mesmo motivo, não sei o que te dizer. Estou numa posição um bocado neutra.
Sou só uma miúda de 17 anos. Não sei ao certo o que dizer. Não sei se há alguma coisa para dizer. Mas eu sei o que é quando o mundo não faz sentido! E por isso, sei ouvir. Aquilo que precisares de dizer, podes dizer-mo. Podes gritar-mo aos ouvidos ou sussurar-mo. De qualquer forma, estou aqui. Além dos ouvidos, tens sempre um ombro!
"Colega", a família é para isto mesmo!

História

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you
You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through but you do
And I was made for you...
Brandi Carlile

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Aquele vazio.

Tu foste e deixaste um vazio. Era um vazio que eu achava que tu preenchias na perfeição. Mas não, é óbvio que não. Nunca, mesmo com todo o teu tamanho, poderias, na tua pequenez, preencher aquele espaço. Agora vejo isso.
Mas isso é passado.

Depois de muito tempo a tentar fechar um capítulo, encontrei a minha solução. Ironicamente, aconselhando sobre fechar capítulos.

Não posso forçar um capítulo a fechar-se. Não me posso obrigar a esquecer-te... Aliás, esquecer não é propriamente o termo. Li algures "Não digas que esqueceste - diz apenas que já consegues falar sem chorar"! Não te quero esquecer, nem tudo aquilo que passámos, bom ou mau, porque tudo isso me ajudou a crescer. E não posso simplesmente ignorar tudo aquilo que aprendi. Quero, acho que sim, que me sejas indiferente. Neutralizar-te, para poder avançar com a minha vida.

O que quer que eu queira, não interessa muito. Não me consigo obrigar a nada. Concluí que os capítulos têm uma maneira de se fecharem sozinhos. Nós nada podemos para acelerar o processo. Lentamente, o tempo passa, a mente ocupa-se com outras coisas, outras pessoas, e, quando damos conta, há coisas que já não têm a mesma importância. Simplesmente, estão lá no fundo, quietinhas...Até que, um dia, (espero eu) deixam de estar! Espero eu, porque sei que há sempre alguma coisa - uma música, uma expressão, qualquer coisa - que as catapulta para a frente, mais uma vez. E aí, recomeça o processo. No entanto, já reparei, cada vez mais fracas, estas memórias já não têm o mesmo impacto. E torna-se cada vez mais fácil empurrá-las para o seu canto. E cada vez mais próximo está o dia em que, sem darmos conta disso, elas vão-se.

Mas é assim, não podemos obrigar um capítulo a fechar-se. Resta-nos esperar. Ele há de se fechar sozinho.

Hoje, olho para mim e vejo que já esperei demais. Acho que o meu tempo de espera está a chegar ao fim. Estou-me a aproximar novamente daquilo que era.

Aquela miúda que chegava sorridente, fizesse chuva ou sol. A primeira a mergulhar no (gélido) mar de Moledo. Aquilo que eu julgava ter perdido, está a voltar a mim. Só ainda não consigo chorar nos filmes. Perdi a minha lamechiçe.

Vai daí, deve estar só adormecida!

sábado, 5 de julho de 2008

Dia 2

Hoje acordámos às 9h30. Ainda não são horas de se acordar em férias, mas teve que ser.

Apanhámos o avião para Dubrovnik, onde vivemos uma cena semelhante a um filme americano: estava lá um homem à nossa espera, que nos levou até uma carrinha, onde nós entrámos, e fomos levadas até um parque de estacionamento, onde íamos ter com uma senhora...

O caminho para a cidade velha, onde nós ficámos, é lindo, porque é mesmo na costa.



No dito parque de estacionamento, conhecemos Anita, co-proprietária do "albergue" onde ficámos. Não é uma senhora, mas uma rapariga nos seus 20 e tais.

Fomos, com ela, por umas escadas bastante íngremes e com degraus assaz estreitos, até ao pequeno prédio onde são os apartamentos. Enquanto nos instalavamos, apareceu a irmã (mais velha, diria eu, mas não perguntei), Ivana. Quem as visse, não diria que são relacionadas. A não ser o facto de falarem extremamente rápido (croata, entre elas, note-se!), são completamente diferentes. Uma loirinha e a outra morena, são a água e o vinho. Foram as duas muito simpáticas e atenciosas. Sugeriram-nos dar uma volta pelas muralhas da cidade velha e um passeio de barco até uma das ilhas, além de indicarem uma praia e um bom restaurante. Nós, no entanto, fomos primeiro espreitar a avenida principal. Andámos um bocado por lá, até que, num quelho, bem à sombrinha, encontrámos o "Barracuda", uma pizzaria muito simpática.

Ah, o livrinho da minha mãe diz que as pizzas croatas são muito boas, chegando a ser postas no mesmo nível das italianas! Afinal é mais típico do que eu pensava!

Depois de almoço, fomos dar uma volta pela avenida principal, até uma das portas de entrada na cidade velha. Mas o calor era tanto, mesmo à sombra, que resolvemos ir até à praia. Fomos até o apartamento vestir a roupa de banho e pegar nas toalhas e partimos à descoberta da dita praia. Praia que vendo bem não se pode chamar praia. Não tem areia! Só pedras!

De qualquer forma, deu para um bom banho... Refrescámo-nos e passado um bocado voltámos para "dentro", para o interior das muralhas. Demos uma volta e sentamo-nos numa esplanada, com águas e sumos de laranja, com pombas a circular por entre os pés da cadeira.

Apesar de o relógio da torre mostrar que já passava das 18h, estava muito calor.

Depois do suminho, voltámos para casa, para tomar um bom banho. Ainda estivemos meia hora no apartamento antes de sair para jantar. Resolvemos seguir o conselho das nossas anfitriãs e ir ao Moby Dick. Só que, até lá chegarmos, tivemos que passar por outros restaurantes. E, em todos, havia um(a) funcionário(a) que se levantava para perguntar se queríamos sentar para comer ou beber qualquer coisa.. É um bocado chato, mas eles lá têm que fazer "propaganda"...

Depois do jantar, visto que já estava mais fresco, fomos dar mais uma voltinha. Fomos à avenida principal comer um gelado, espreitámos umas ruelas e umas praças de comércio e voltamos para trás. Pelo caminho, parámos num Internet Caffé, só para verificar que o mundo não estava a ruir e nós de férias!

Voltámos para o apartamento e ligámos a TV. Divertimo-nos um bocado, saltando do Espanha - Russia para uma Anatomia de Grey legendada em croata. A Anatomia ouvia-se, o jogo via-se. Já agora, parabéns a Nuestros Hermanos. Já que a taça não vem para cá, ao menos que vá para perto... Agora para a Alemanha, a "nova Grécia", o nosso calcanhar de Aquiles, é que não!

26-06-2008

Dia 1

Bom, para falar verdade, este devia ser o dia 0,5!


Passo a explicar.

O despertador tocou às 3h30. Não são horas decentes, mas ele tocou. E lá nos levantámos. Às 4h10 estávamos a entrar no taxi e às 4h30 (após nos cruzarmos com, no máximo, 5 carros) chegámos ao aeroporto Francisco Sá Carneiro. Ainda tivemos tempo para dar algumas voltas. Apesar de estar meia adormecida, reparei numa placa engraçada:


A quem não for possível seguir "a informação visual", não é possível ir a lado nenhum, visto que Braille também não há!

A partir daí, foi uma autêntica montanha russa. Levantamos vôo às 6h05 e aterramos na Portela ainda antes das 7h. Ao desembarcar, reparei que tínhamos voado num avião chamado "Florbela Espanca". Apesar do sono, resolvi registar o nome de outros aviões que consegui ver: Luís Vaz de Camões, João XXI, Padre António Vieira, Infante D. Henrique, D. Afonso Henriques e Teófilo Braga.

Desembarque, tranferências. Levantamos novamente, a bordo do "Gago Coutinho", ao bater das 8h, para aterar em Bolonha às 10h40 (11h40 hora local). Estivemos cerca de meia hora dentro do avião, à espera, e partimos em direcção à última paragem - Zagreb. Aterrámos às 13h locais (meio-dia português). No aeroporto, estava o meu tio à espera. Ao que parece, hoje é o feriado nacional, o 10 de Junho Croata, o que lhe permitiu ir ter connosco! Entrar no carro foi um alívio, pois estava um calor insuportável lá fora, e o ar condicionado nunca foi tão bem vindo!

Fora o calor, Zagreb é uma cidade bonita. O caminho para casa permitiu observar que tem uma parte "nova", da década de 60, semelhante a outras cidades da actualidade, apesar de muito cinzenta. Mas bastou um modesto túnel para nos transportar até ao século XIX, com prédios antigos, em cores da terra e janelas enormes. Passados poucos minutos, avistámos um sinal bastante familiar - a bandeira nacional. Chegámos a casa!


Depois de conhecer a casa e nos instalarmos, fomos almoçar uma pizza (eu sei, que típico!). Depois do almoço, propunhamo-nos a ficar em casa, a ler, mas acabamos por acompanhar os meus tios ao golf. Enquanto eles jogavam, nós ficámos sentadas à sombra (o que não nos impediu de suarmos as estupinhas), a beber água e a fazer palavras cruzadas... Eram já 19h quando viemos para casa. Fomos tomar banho e tratar do jantar. Comemos cedinho, porque, além de nos termos levantado cedíssimo, amanhã partimos para Dubrovnik.

25-06-08

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Pontes.

Olá geral!

Neste momento estou na Croácia, mas não quis deixar passar esta oportunidade de deixar uma mensagem, mesmo pequenina, no blog.


Tenho registado tudo o que tenho feito, todos os dias, para, mal chegue a Portugal, ordenar e publicar aqui. Não me foi possível fazê-lo directamente no blog, mas vai ter que servir. Quem estiver interessado, a partir de 5ª feira, haverá relatos da viagem.


E para não ter que interromper os ditos relatos com outras coisas, resolvi fazer um parêntesis já hoje.


Tanto tempo à procura das palavras ideias para dizer a quem merece, "às minhas pessoas", e fui encontrá-las, pouco tempo depois, na voz de Pedro Abrunhosa:



QUE NUNCA CAIAM AS PONTES ENTRE NÓS



Não consegui por o video, mas podem ouvir aqui.


Todos os Obrigadas se resumem a isto.

E acho que não há mais nada a dizer...

terça-feira, 17 de junho de 2008

Puto!

Princesa, és 5 estrelinhas!
A sério, ontem [6ª] senti que o orgulho que tenho em ti cresceu exponencialmente (é muito, se não souberes!).
Estou mesmo babada. Mesmo orgulhosa.
Já aqui falei do "Orgulho de Prima", mas este deve ser quase de irmã!
Estou mesmo feliz por ti.
Sei que o teu primeiro "romance" acabou, mas viveste-o (o mesmo não se pode dizer de mim...) à "maneira antiga" e aprendeste com ele. Continuaste a sorrir. Gosto mesmo de ti.
És atinada (NERD!), tens a cabeça no lugar. Sabes dar a devida importância às coisas.
Andas num sitio tentador e "perigoso" para as pessoas da tua idade. Mas não te iludes. Tens a consciência da realidade que muitos não têm. E recusas-te a ceder às influências. És forte. Continua assim. Nunca mudes por ninguém. Muito menos pelo sexo oposto. O que importa é o que tu és e o que tu sentes. Nada nem ninguem te pode convencer do contrario. Se ele te deixou ir, não te respeitou, é porque é mesmo puto, não é só de cara!
Estou a dizer demais. Tu sabes isto tudo! (És uma mini-eu...) Tens as noções certas, as ideias todas no sítio. Vais ser feliz, não tenhas dúvidas: "no fim, tudo fica bem. Se ainda não está bem, é porque ainda não chegou o fim!".

Saber...

"Não há felicidade senão com conhecimento. Mas o conhecimento da felicidade é infeliz; porque conhecer-se feliz, é conhecer-se passando pela felicidade, e tendo, logo já, que deixá-la atrás. Saber é matar, na felicidade como em tudo. Não saber, porém, é não existir."

Fernando Pessoa, in "Livro do Desassossego" de Bernardo Soares

A Palavra Mágica

Certa palavra dorme na tranquilidade
De ser uma incógnita
Como desencantá-la?
É a senha da vida
A senha do mundo.
Vou mergulhar nos livros.

Vou procurá-la incessantemente
No mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
Viro a página, mudo a rota,
Procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
Ficará sendo
eterna.



A minha adaptação de "A Palavra Mágica"
de Carlos Drummond de Andrade.


(Original aqui)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

BFU

"I'm joining!

*Raise right hand* I, maggie712, pledge to forever be a fan of Bones. I promise to spread the word about this amazing show. I swear to watch every episode and to never let any other show take it's time slot in my personal television schedule. I also swear to always respect my fellow BFUers.


Job Title:First Official Shipper for Zach and Cam, Official Pencil Sharpener for Angela Montenegro and Forever Shipper for Bones and Booth, of course.

CodeName: Maggie"



Já era tempo de "sair do armário". "Bones" é a minha série preferida. Sou quase viciada [basta conhecerem as minhas amigas para perceber o "quase"... Amigas essas conhecidas via Internet graças à série...]

Esta série faz-me vibrar mais do que qualquer outra.

Estes dois são completamente apaixonados e não o conseguem ver.



Sei que não passa de ficção, mas o que fazer...? Somos todos tolos!

BFU - Bones Fans United

terça-feira, 10 de junho de 2008

Voar e mudar.

[...]

I'll spread my wings and I'll learn how to fly.
Though it's not easy to tell you goodbye
Take a risk, take a chance,
Make a change, and break away.

Out of the darkness and into the sun.
But I won't forget the place I come from
I gotta take a risk, take a chance,
Make a change, and break away
Breakaway
Break away


Breakaway (não sei porquê...)


O tempo passa e nada fica igual.
O tempo passa demasiado depressa e muda demasiada coisa.
É tudo muito difícil.
Mais um ano que chega ao fim e, desta vez, o futuro é ainda mais incerto. Estou cheia de medo.
Ainda há muita coisa que vai mudar.
No entanto, sei que também há muitas que não mudam. Recuso-me a esquecer a experiência, as pessoas, o "sitío" de onde venho. Já faz parte de mim, e nada mudará isso.
Já estou a divagar, estou a entrar num círculo...
Mas, lentamente, vou desfazendo o novelo que é o meu pensamento.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Chuva.

As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer


A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera


A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade.


Para ouvir no Youtube - aqui



Esta música não está aqui só por estar. Não é daquelas que aparece só porque é a preferida da semana nem por ser "catchy"... Toda ela faz sentido. Tudo acontece todos os dias. Conhecemos gente, amamos pessoas, perdemos amigos.
Das que conhecemos, umas ficam, outras não. Acenamos às que passam, e seguimos o nosso caminho.

Quando se trata das que ficam, é diferente.

Amamos as que ficam e tudo o que fazem por nós. Queremos tê-las perto, sempre, porque se tornam indispensáveis.

Agradeço (já disse que não sei bem a quem) todas as que tenho. Todas aquelas pessoas que, com um toque, um sorriso, uma palavra, conseguem mudar o meu dia. Mais do que qualquer outra coisa que eu tenha, agradeço a minha sorte em ter as minhas pessoas.

Amamos essas pessoas. E depois perdemo-las. É inevitável. Chega sempre um dia em que perdemos essas pessoas. Os toques, os sorrisos e as palavras somem para sempre. (Para sempre é muito tempo.) E consciencializamo-nos de que, um dia, havemos de ter perdido todas. É triste, mas é a vida.

O que é que eu proponho? Carpe Diem! Acima de tudo, viver o hoje. É o único que temos. Não volta atrás, não se repete. Vamos hoje dar aquele abraço, abrir aquele sorriso. Respiremos fundo e deixemos que o arrepio nos percorra a espinha, estiquemos os braços e alcançemos o céu. Não sei.. fica um bocado ao critério de cada um.

Quanto a mim, sei que não passo sem voltar a lembrar aqui todas as minha pessoas.

Porque há pessoas que nos marcam, e, quando o fazem, é para sempre! (Sim, o "para sempre" existe...) E eu sou tão feliz por saber que tenho estas pessoas e estas marcas. Sei, sem presunção, que sempre que precisar tenho um ombro amigo, um conselho, uns "ouvidos" (visto que agora o e-mail é que está a dar!) prontos para mim, para me ajudar. E isso é bom. É um conforto interior que me faz, sem sequer dar conta, sorrir. Estou a adorar!
Mas todos os dias me estão a faltar palavras para agradecer. E todos os dias, a música que o coração me canta é esta. Pelo menos o início.
Há pessoas que são importantes nas nossas vidas, pessoas que nos marcam e que nunca vamos esquecer. São essas pessoas que eu quero lembrar aqui e agora. Em vez de conversas, chamadas, mails e mensagens, fica um post. Porque o que está escrito não se apaga. As palavras escritas não vão com o vento, são eternas. Tal como o que trago dentro de mim.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

RP

Não vou ser. Só o faço quando quero. Fora isso, paguem-me.

"Secretária da gente".

Nunca mais me esqueço. Já o fui uma vez. Com orgulho! Gostava do título.

Julgava eu que era isso e muito mais. Estava errada. Era só isso. Nada mais.

Agora chega. Faço aquilo que ME interessa. Estou aqui para vocês, mas não só! Estou aqui para mim. E não vou gastar o meu tempo, a minha vida, a minha juventude, a preparar coisas que não me interessam. É radical, drástico, dramático, mas não quero saber. Isto sou eu hoje!

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Orgulho de Prima!

10 anos.

Avô, o teu primeiro bisneto completou a sua primeira década! Estava tão contente... Agora escreve a idade com dois algarismos! Não dependeu nada de mim, mas estou tão orgulhosa! Aquele orgulho de prima... Sei que também o tinhas. (Não de prima! De Bisavô...) Quer fosse a falar das rabugices do Manel ou das filosofias do Tomás, o brilho nos olhos denunciava-te. É tão bom ter família... Os nossos benjamins são um espectáculo!

Tenho pena que não tenhas ficado mais um bocadinho, para os ver crescer.

Eles hão de ser poetas, homens de letras, não fossem eles da família!

E eu promento que vou tomar bem conta deles. Não precisam, mas vou.

Hão de ter sempre uma prima mais velha, orgulhosa, babada!
Hei de estar sempre lá com eles, para eles. Para que não se esqueçam do nosso Verão!
Sim, foi o NOSSO Verão!
(O que nos rimos, o Manel e eu, a relembrar o dia em que o Tomás e ele quiseran dar 100 voltas ao terreiro, depois fomos para a piscina, e depois começou a chover... Que dia! Devias ver o Manel a fingir que anda de bicicleta!)
"Tivemos umas boas férias, não tivemos?" Tivemos pois, sim senhora! Férias que marcaram para uma vida!
Entre um outro milhão de coisas, tenho te a agradecer aquelas férias maravilhosas!
Beijo na careca*


sábado, 24 de maio de 2008

Parabéns Catarina!

1ª, 2ª, 3ª... Não importa.
Neste dia especial, e em todos os outros da tua vida, só quero que te divirtas e que sejas feliz! Que estejas sempre rodeada de pessoas que te adoram e que eu possa ser uma delas!
Estás de parabéns, não só pelo dia, mas pelo processo.
Parabéns por seres quem és!
Obrigada por seres essencial à minha felicidade. Contigo, acredito no felizes para sempre!
Obrigada e, mais uma vez, PARABÉNS!