sexta-feira, 30 de julho de 2010

...(rant)

Cá estou eu.
Outra vez. Contra tudo e contra todos. Contra tudo o que me ensinaste. Ou tentaste ensinar. Com toda a minha casmurrice, cá estou eu a repetir os mesmos erros. Sempre a pensar “desta vez vai ser diferente”. Sempre a acreditar que o tempo muda tudo e que tudo fica melhor. Mas é mentira.

Detesto o positivismo que me incutiste.
Já não consigo viver com aquela esperança de que um contra todos um dia há-de resultar. Somos tão poucos e ninguém nos ouve. O mundo é porco e está toda a gente bem com isso. Cada vez tenho menos força para me manter fiel a mim e a ti e ao que cresci a aprender.
Perdi o lirismo que nasceu em mim quando morreu o Avô. Toda aquela poesia de “viver e ser feliz como ele queria que eu fosse” já passou. Desta vez não é possível. É demasiado pesado. Não dá para colmatar a tua ausência assim. É demasiado difícil continuar como se nada fosse. Porque não é um “nada”, é um tudo. Um tudo que me fugiu. E cada dia que passa é pior. Fazes mais falta, preciso mais de ti. Todos os dias acordo com vontade de chorar. Todos os dias forço-me a dormir o máximo que conseguir, ficar na cama o maior número de horas possível, só para não ter que sair e enfrentar um mundo sem ti, que só me dá vontade de chorar. Todos os dias me afasto de casa e atraso o regresso, só para não ter que abrir a porta e dar de caras com um sofá onde tu não estás.

Tenho medo.
Medo de te esquecer. Medo de já não me lembrar como era. Como era a nossa vida, a nossa família. Tenho medo de já não saber ser feliz.
Estou presa nesta depressão e não deixo que nada seja suficientemente grande para me tirar dela. Estou fechada em mim e cada vez mais velha. E acho que, se me visses agora, não ias gostar. Tenho vergonha de mim porque acho que não sou a filha de quem te orgulhavas. Não sei quem sou, espero que mo digam. Tornei-me parasita e manipulável. Sinto que estou a perder princípios, simplesmente para não ficar sozinha. Revolto-me com as contrariedades de uma forma ridícula e exagerada, para depois me render ao mais pequeno sorriso. Sou comprada com nada e dou comigo a comprar o que não é, ou não devia ser, comprável.

E os sonhos continuam.
Sonhos em que tu estás ao meu lado, tocável, audível, real. E depois acordo. Acordo e não conheço o mundo à minha volta. Não conheço as pessoas. Pensava que sim, mas pelos vistos não. Estava convicta das minhas descobertas e trocas, mas cada vez mais as repenso. Sinto falta da minha vida antiga. Esta é muito difícil. Todos os dias, mesmo que não aconteça nada, há aquela falta de conforto.

Dormir é tão fácil…

sexta-feira, 2 de julho de 2010

...(wierdest thought)

Whenever I see a VW drive by, I wonder if you are driving it.
Even when I actually am inside your car.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

...(o teu canto)

I miss you. I miss you a lot, really. I'm still a kid. I need to have someone home, waiting for me, with soup and a hug. With total understanding. No questions asked. Just that one person that holds me and tells me everything is going to be ok. That one person who will love me no matter how screwed up I am. I need my mom, for crying out loud!
Yeah, I know - you can't always get what you want. In this case, I really can't. The only thing I can do is to come here, 'talk' to you.
Other than this, I have nothing. Nothing that's really mine. I have a so-called-life where I constantly depend on others. I hate it. And the only thing that makes it more sufferable is sleeping.



quarta-feira, 2 de junho de 2010

...(And there are storms we cannot weather)




I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream I dreamed.


(Idina Menzel e Lea Michelle, Glee
Música original do musical Les Misérables)

sábado, 29 de maio de 2010

Olá 'colega'...

Eu sei que já lá vai um tempo desde a última vez. Quase dois anos desde aquela tarde, aquele jantar, desde a última vez que nos vimos. Mas houve algo hoje que fez com que eu me lembrasse de ti. Vou tentar explicar…

Hoje estive à conversa. Sim, como todos os dias. Mas o que interessa aqui é com quem eu conversei. Não é uma pessoa que eu conheça extremamente bem, mas é-me minimamente familiar. No entanto hoje foi diferente, hoje senti-me amparada. Pelo contexto, pela experiência paralela, por toda a semelhança, senti que era alguém com quem eu iria gostar muitíssimo de conversar. Porque eu estou desorientada e ela já se orientou, dentro do possível. E acho que foi por aí que me lembrei de ti.

Da última vez que te vi, estavas desorientada. Ambas estávamos. Nenhuma de nós sabia onde “encaixar”. Éramos as tolas no meio da ponte. Nem para a frente nem para trás. Simplesmente “colegas” (tu baptizaste-me), estávamos ali especadas, a olhar à volta, à procura do sítio onde nos enquadrávamos melhor. Ou onde não destoávamos tanto. E depois desse dia, apesar de ter plena consciência de que nunca soubeste, voluntariei-me para te ajudar, para te apoiar, para ser família. Apesar de nunca teres recebido o recado, sei que agora estás bem. Mais do que bem, mesmo. Pelo que ouço estás feliz. Sendo assim, eu fico feliz por ti e ansiosa por te encontrar e to dizer.

Quanto a mim, hoje senti-me tão “sem-abrigo” como há 2 anos atrás. Onde quer que estivesse, estava deslocada, não pertencia. (E por esta altura, já devia…) Então lembrei-me de ti e quão confortável foi estar deslocada contigo. Está para trás, eu sei, e ainda bem. Tu estás porreira e eu hei-de estar. (Eu espero…)


domingo, 11 de abril de 2010

Rock Bottom.


This is it. I've hit the rock bottom.
I'm letting you go.

Ever since I heard this I've been meaning to post it, as goodbye. Only I knew it wasn't true, yet. Now it is.

Because I'm ashamed of having to tell myself everyday that you are not, and never were, perfect. I'm sick of asking myself if you even miss me. It's obvious you don't or you'd have come after me, like I wish you would. Or are you that naive? Did you really think I wanted you gone?

But now, I'm done with all this "sitting, waiting, wishing"... I'm done wondering if I should text you... Done, really done.

"You really like being humiliated, don't you?" No, I don't. That's why this is stopping. Starting now, I’m going to forget all that crap you told me about being together “in the end” and other stuff I’m too much ashamed to bring out in the light, because I believed it.

Today this stops. From now on, the only way is up. I’m sorry this has to end like this. I really thought we could have it all. I guess I was wrong. Now we’ll never know…

Goodbye.

terça-feira, 23 de março de 2010

...(robbie)



I've been doing what I like, when I like, how I like
It's joyless


(3.)

quarta-feira, 17 de março de 2010

Home.



Mas que dia de merda. Lamento, mas não há como ser suave. Mais de 12h fora de casa e tão pouco para aproveitar. Nem umas míseras fotos da parte boa, porque me esqueci de carregar a bateria da máquina, logo, ficou tudo em casa. Um dia para esquecer e no entanto sem nunca me esquecer que não o quero repetir.
E depois deste dia exaustivo, extenuante, avassalador, só queria chegar a casa. Mas não consegui. Não cheguei. Abriu-se uma porta, fiquei entre 4 paredes. Mas não cheguei a casa. O conforto e o aconchego que caracterizam a minha casa não estavam. Aquilo que eu precisava não estava. A casa está fria e desconfortável e não há lareira ou aquecedor que mudem isso.
E mesmo fugindo para o sítio que, apesar de diferente, continua a ser o meu, não houve como conter a tristeza. Tudo me parecia fugir.
A manhã estava limpa, mas o dia foi negro.
Preciso de dormir.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

...(katie)


A tua, a nossa Katie
"And I know you've gone away, but in my heart you'll always stay"
sem sombra para dúvidas




2 months down... how many more to go?

sábado, 23 de janeiro de 2010

...(thunder storm)


SEMPRE QUE UM RELÂMPAGO RISCAR A TRANQUILIDADE MALVA DA PAISAGEM NOCTURNA,
EU VOU LEMBRAR-ME DE TI.
VOU SALTAR DA CAMA E CORRER PARA VER O MAIS BELO ESPECTÁCULO DA NATUREZA.

E ASSIM QUE PUDER, VOU ACORDAR OS MEUS FILHOS PARA O VEREM COMIGO,
TAL COMO FAZIAS COMIGO.


Porque faz hoje um mês que este blog perdeu a mais assídua das leitoras. "Eu todos os dias vou aos blogs das minhas filhas e ao da Laurinda Alves".
Mas não foi só um blog a perder uma leitora. Foram vidas inteiras que sofreram um abalo e ficaram do avesso. Uma delas a minha.

Mas lá vou eu, vivendo, coleccionando coisas para contar sem nunca as poder dizer a quem quero. Vou falando com este e aquele sobre os assuntos que de certa forma nos ligam. Mas não é a mesma coisa. Ninguém te substitui. Eu tento desviar a atenção, mas acabo por dar comigo, várias vezes ao dia, a pensar que queria chegar a casa e comentar isto ou aquilo com a minha Mãe. E não posso. E nenhuma das alternativas é suficientemente boa. (Assim como eu não sou suficientemente boa para te substituir nas suas vidas.)
Mas há coisas que tenho que te dizer.
E aquelas que não couberem cá dentro, terão que vir para aqui.
Quando os sussurros debaixo da almofada não forem suficientes, os gritos virão aqui parar.
E este continuará a ser o nosso espaço. O teu orgulho. E meu. (Às vezes nem tanto, mas enfim...)

E apesar do Octávio dizer que "Adeus é só para quem morre", recuso-me a dizê-lo. Porque tu continuas aí. Eu é que passei para uma realidade alternativa, um universo paralelo a que não pertenço. Mas tu continuas a acordar-me ao fim de semana : aos sábados, junto à cama, e aos domingos, com o típico "Ai Mª Augusta, espero bem que esteja a jogar no EuroMilhões!" gritado da cozinha. Ou do quarto. Ou da sala. Ou de qualquer que seja o sítio em que encontraste algo fora do sítio.
Continuas sentada no sofá quando eu chego a casa ao fim da tarde.
Continuas a levar-me à faculdade de manhã.
Continuas a dizer "dois mil" sempre que alguém diz "ena pá".
Está tudo no sítio, menos eu.
Mas um dia, eventualmente, isso muda, don't worry Mom.
De verde em verde, até à vitória final.


(Special thanks to Ms. Stevens - and you know it's not just for the vocabulary)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

...(mcr)

Não, não vou ficar "emo" :)

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Parabéns oh prima!

Hoje é dia 23 de Dezembro. E pela primeira vez em vários anos, há um oceano que nos separa, tu não estás cá.

Hoje não há sobremesas deliciosas (ai que saudades da tua tarte de chocolate e maracujá e do teu bolo de chocolate...), lutas por morangos, conversas idiotas, trocas de cadeiras... Sei lá, tudo aquilo a que estamos habituados na tua presença, hoje faz falta. (Faz falta hoje como tem feito falta todos os dias...)

Mas aproveito hoje para te dizer que ainda estamos aqui. Quando voltares, tudo aquilo que conheces estará cá. O sotaque nortenho, da Ribeira até à Foz, está cá. Os desconhecidos que te sorriem na rua não estão, mas os conhecidos de todos os dias vão receber-te de braços abertos.

Já não falta muito para o clube W estar reunido novamente. (Posso dizer? Não é demasiado embaraçoso? Cá vai - Clube Weetabix :D )

Desculpa, estou curta de palavras. Tentei dizer qualquer coisa quando foste embora mas não deu. Prometi que ficava para os teus anos. Aqui estão eles e nada me sai...

De qualquer forma, Aninhas, aqui ficam os meus sinceros Parabéns! Um beijo transatlântico de uma prima com saudades!


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Morre lentamente..

Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!

Pablo Neruda

Obrigada Catarina, o "boost" de que estava a precisar... :)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Rua Sésamo*




As coisas que se encontram no youtube...
Saudades da Rua Sésamo :')
(Da próxima vou buscar "Eu gosto de Sopa!")

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Halloween Fail...

Eu sei que é muito feio rirmo-nos das desgraças dos outros.. mas há que admitir que tem piada!

Nem que seja pela máscara!

New Moon !

NECAS, ESTAMOS LÁ! :D
Vai ser a maior risota! xD
(e eu não vou ter que pagar na-daaaa!)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Glee!



Apresento à minha pequena comunidade o meu novo "vício" televisivo - GLEE :D
Ok, ok, eu concordo que é um bocadiiiiinho HSM mas é muito engraçado. Vai no 5º episódio, na FOX americana, ou seja, ainda é fácil acompanhar.. Eventualmente há de estrear na televisão portuguesa...Até lá - thank God for the Internet!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Nothing to say...



Tenho que pedir que me desculpem, minhas queridas, e que não levem a mal, pois tudo o que consigo dizer é que estou sem palavras. E não é aquele "sem palavras" cliché, do transcendentemente espectacular... É um "sem palavras" de quem não sabe o que dizer, de quem nem sabe se tem uma opinião...
Talvez o erro seja meu, por estar aqui a fazer comparações, mas não foi nenhuma "BTE". Mas também não podia. Os tempos são outros, muita coisa mudou. OK, nem tanta, mas mudou uma que não me deixa ser a mesma pessoa naquela casa. Ou seja, eu também mudei e portanto nada podia ser igual. Vendo bem, eu não queria uma igual. Querem-se experiências novas, não repetidas, por melhores que sejam as velhas...
Há quase um mês que fomos, há quase um mês que voltamos, mas as minhas costas ainda não encaixam no colchão e a minha cabeça rejeita a almofada. Algo está errado aqui. E por isso sei que tenho que voltar. Com vocês, com outros, com velhos, com novos..? Não sei, a sério que não sei.
Já pensei em desistir destas aventuras loucas e deixar para a família o que à família pertence. Porque o que eu queria era mostrar, partilhar aquilo que sinto quando lá estou. Mas não é só o recinto que conta, a companhia também. E tudo o que eu senti de bom naquele sítio, durante anos e anos a fio, durante todo o meu crescimento, foi em família. E sem ela presente, o que eu sinto é impartilhável...
Perdoem-me, porque nunca vou ver esta experiência de férias com os vossos olhos. Nunca vou pensar na casa da mesma maneira. Por mais que eu tente, as grandes memórias que ficam, e que eu vou guardar e acarinhar para sempre, não são as que têm sido criadas nos últimos tempos. São as que já cá estavam antes de vocês...
De qualquer forma, fico muito feliz que mais pessoas tenham boas memórias daquele sítio fantástico.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Coisa Pirosa.

Vai chegar O dia. Não vai ser só "um" dia, vai ser "o" dia!
Se tivermos "sorte", será em breve.
Senão, deixa lá.. Já sabemos que quem tem a sorte não somos nós...
Pode demorar mais um pouco, mas ele há de chegar, prometo.
Vai ser O dia em que vamos olhar para trás e não vai doer. Não vão haver lágrimas, não vão haver lenços ranhosos, não vão haver olhos inchados, nem o diabo a quatro. Vamos olhar e ver que tudo o que passou é neutro. Como a passagem da borboleta branca.
Nesse dia, festejamos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Vícios recentes =$

Para o mês de Agosto não passar completamente em branco, ficam alguns dos "vícios" das últimas semanas...



Look for the girl with the sun in her eyes and she's gone...
Lucy in the Sky with Diamonds, The Beatles



For how long, how strong do I still have to be...
Who are you, David Fonseca

Inveja destas mãos...
God help the outcasts, Disney (The Hunchback of Notre-Dame)
Cover feito por Kyle Landry

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Just look over your shoulder...



Don’t listen to them, cause what do they know
We need each other, to have and to hold
They’ll see in time, I know...


Not his best video, I know, but certainly one of his best songs... And I'm sure you know I mean.


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Izzard



O grande Eddie Izzard, para quem não conhece.
Um de muitos vídeos fantásticos. Absolutamente hilariante.

domingo, 12 de julho de 2009

There was something...

I do believe that we have something in common. I just can’t find it, I can’t remember it… And you’re not helping. Lately, everything you do, everything you say, just reminds me of your intolerance and inflexibility and all the things I don’t like (hate?!) about you…

And I ask myself if you really understand who I am! You don’t seem to… You keep talking about subjects you swore you’d close. You insist on mention things that still hurt me. And the worse of it is that you talk like I’m some kind of ridiculous being who has no clue of what life is about, and all my actions and reactions are inappropriate and exaggerated, and basically it is all my fault. Even though I spent hours trying to make you see my point of view. Even though I opened myself up trying to show you what was going on.

I wonder why I’m here, why do we get along. We must have something, or else I know I wouldn’t be here. But right now, I’m completely unable to find that “something” we’re (I’m?) missing.

And what if it’s gone? Well, I guess we’ll just move on. It’s not a suggestion, in case you’re wondering if I’m “dumping” you. I’m just stating a fact, sometimes these things happen. We just have to lower our expectations and try to start over. Because, like it or not, everything moves around us. And that gives us responsibility. We’re the center, and the center must hold. (Yep, I’m quoting Bones…) So we must make an effort. Let’s not try to be “besties”, let’s just try to get along, no fuss. Maybe we’ll go back, maybe we’ll go forward. Maybe together, maybe in opposite directions. You might say – only fate knows… I say – only time will tell. But the point is I guess we have to wait and see where we’re heading.

sábado, 4 de julho de 2009

Les bruits de la conscience

Milan, Londres, Amsterdam, rationnement d'essence
Les dames du macadam s'hibernent le dimanche
Et pour les autoroutes c'est l'aube du silence
Mais dans ma vieille Europe couleur d'austérité
Où le steak se fait cher et la monnaie plus rare
Les amoureux découvrent leurs guitares,
Leur femme,
Leurs trottoirs, et leurs voisins
Richesses oubliées au jour de l'abondance
Et moi j'ai réveillé du lit de ma mémoire
Les noms de mes amis, les bruits de la conscience
Ces années de la rage, ces heures de l'amour
Que je vous chante en rime et sans décor autour
Rien d'autre que ces plages ou tout espoir commence
Ces plages oubliées dans le délire des sens
Les plages de silence !
Herbert Pagani
(La Bonne Franquette, excerto
Não encontrei o vídeo com o resto da música
mas fica a página http://www.megalopolis.it/)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

The stale cold smell of morning..


Eu sei que "devia" ser a Susan Boyle. Até foi ela que me trouxe de volta a esta música.
Mas é Elaine Paige que me faz senti-la como nunca, como sempre, como no Verão de 2003.
É a ela que devo os arrepios que me percorrem a espinha, a nostalgia, a lágrima ao canto do olho...
Por isso é ela que aqui aparece hoje.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Funções!

Estavam as funções todas numa festa. Mas a exponencial estava sozinha, num canto... Até que alguém lhe perguntou "olha lá, porque é que não te integras?". Ao que a exponencial respondeu, desapontada, "É sempre a mesma coisaaa..."

Porque nós, Matemáticos, temos as private jokes mais fantasticas de sempre!
(Se bem que o Lisboeta precisou que a Catarina lhe explicasse...!)
Ah, e somos pessoas cheias de valores próprios!
Obrigada Catarina!

sábado, 9 de maio de 2009

Your Moon.

So if you want to write a song about the heart
And its ever longing for a counterpart
Fly me to the moon
Where you'll never see my shade
or hear the sound of my feet
Write a song about it
It may feel good
And you might want to smile…

You heartbreaker,
Let me sing among those stars
Let me see what spring is like
On jupiter and mars!
In other words, hold my hand
While there's a moon over our lonesome street.
Wherever you're goin', I'm goin'your way
In other words, baby, kiss me.
Patchwork, mais nada!
De ti para mim.
De mim para ti.
Agora tenho que pensar num para o Desafio!
(BTW, jêmêdêtê!)

sábado, 25 de abril de 2009

Primeiro Abril.


(Não terá para todos o significado que tem para mim,
mas não interessa.)
É bom saber que ainda aqui estás, apesar de não estares.
É bom saber que conquistaste aquilo a que vulgarmente se chama "Vida Eterna".
Melhor ainda saber que essa Vida Eterna é mesmo aqui, ao nosso lado.
Enquanto estas pessoas, que te lembram todos os dias e que sentem a tua falta todos os dias, existirem, tu estás aqui.
Enquanto eu existir e sorrir à tua memória, sou tua Neta, tu existes.
Meu Avô Rui.

Rompendo a saudade..


(Desculpem a fraca qualidade do vídeo..)
Sozinho na noite um barco ruma para onde vai.
Uma luz no escuro brilha a direito ofusca as demais.
E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,a vida é sempre a perder...
No fundo do mar jazem os outros, os que lá ficaram.
Em dias cinzentos descanso eterno lá encontraram.
E mais que uma onda, mais que uma maré...
Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé...
Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade,
vai quem já nada teme, vai o homem do leme...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,a vida é sempre a perder...
No fundo horizonte sopra o murmúrio para onde vai.
No fundo do tempo foge o futuro, é tarde demais...
E uma vontade de rir nasce do fundo do ser.
E uma vontade de ir, correr o mundo e partir,a vida é sempre a perder...

Tentamos prender-te, impor-te uma fé mas rompendo a saudade, tu seguiste na tua direcção. Tal e qual o Homem do Leme. E não há Mostrengo que te pare.
E eu? Eu estou aqui, de olho no horizonte, como quem espera avistar um qualquer Sebastião que se perdeu por aí...
Já me disseste uma vez, "as boas amigas são as que esperam".
Estou sentada, na minha cadeira de baloiço imaginária, a beber chá, à tua espera.
Parabéns, minha Gaja do Leme...

segunda-feira, 30 de março de 2009

Today!

Resumo de hoje:
- aprendi a funcionar com a função "spec" do scilab
- uh...

Mais nada!
Está tudo louco!
Fantastique!

sexta-feira, 13 de março de 2009

Para quem?

Para a Helena, a Inês, a Tânia e o Zé Luís!

segunda-feira, 9 de março de 2009

segunda-feira, 2 de março de 2009

Mariella.



Mariella
Kate Nash

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Our Love has changed.

“Our love has changed… It’s not the same...”

Continua. Tu sabes que sim, tu conheces o resto.

Mas achas que continua verdade? Sinceramente, eu acho que não.

Eu disse que ia ser bom, ia ser fácil. A distância ia ajudar os reencontros. Não íamos ter tempo para guerras. Eu ia olhar para ti e esquecer tudo o que me incomoda. Mas já não consigo. Já não é igual. Tens dado provas disso, constantemente. Não somos só nós, a falar e a ouvir, a partilhar com gosto. Eu acho que falo e que não me ouves. Acho que tu falas e que já só te ouço “porque sim”. E não faz sentido.

E por mais que me apeteça sair deste sufoco, ir lá fora gritar tudo, chamar-te e explodir, com tudo o que me vai na alma, sei que iria deitar tudo a perder se o fizesse. E por isso aguento.

Mas mantenho-me fiel à promessa que fiz. Estou a “compartimentalizar”, a racionalizar, a guardar na gaveta aquelas coisas que me incomodam e sobre as quais não me posso debruçar agora. Sublinhado no “agora”.

Porque eu quero debruçar-me sobre este assunto. Eu preciso. Já me disseram para deixar correr. Eu deixei e não deu resultado. Desta tem mesmo que ser. E não sou só eu que o digo. Por isso espero. Espero até poder dizê-lo acompanhada.

Não penses nisto como um ataque, mas antes numa chamada à realidade. É o que os amigos fazem.

E peço-te, por favor, que esperes também. Não é muito. Não é metade do que tive que esperar.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

To do or not to do?

Some people are thinkers.
Some people are doers.
My cousin Tommy and I are more of the thinking kind, I think.
But today, we're doing! We got on a plane heading Brussels and we're about to have a long weekend (ending Tuesday) with our aunt Isabel and my aunt, his grandmother, Luísa!
Skipping class, flying "solo", travelling all by ourselves for the very first time!
Partially exciting, partially frightening. But 100% doing!

(Don't ask why I decided to write in English, I just did. I felt like it so I did it! Because, today, I'm a doer!)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

The Invitation.

It doesn't interest me what you do for a living.
I want to know what you ache for,and if you dare to dream of meeting your heart's longing.


It doesn't interest me how old you are.
I want to know if you will risk looking like a fool
for love, for your dreams,for the adventure of being alive.


It doesn't interest me what planets are squaring
your moon. I want to know if you have touched
the centre of your own sorrow, if you have been opened
by life's betrayals or have become
shrivelled and closed from fear of further pain.


I want to know if you can sit with pain,mine or your own,
without moving to hide itor fade it or fix it.
I want to know if you can be with joy mine or your own,
if you can dance with wildness and let the ecstasy
fill you to the tips of your fingers and toes
without cautioning us to be careful,
be realistic,remember the limitations of being human.


It doesn't interest me if the story you are telling me is true.
I want to know if you can
disappoint another to be true to yourself.
If you can bear the accusation of betrayal
and not betray your own soul.
If you can be faithless and therefore trustworthy.


I want to know if you can see Beauty
even when it is not pretty every day,
and if you can source your own life from its presence.


I want to know if you can live with failure,
yours and mine, and still stand at the edge of the lake and shout
to the silver of the full moon,"Yes."


It doesn't interest me to know where you live,
or how much money you have.
I want to know if you can get up
after the night of grief and despair,weary and bruised to the bone,
and do what needs to be done to feed the children.


It doesn't interest me who you know
or how you came to be here.
I want to know if you will stand in the centre of the fire
with me and not shrink back.


It doesn't interest me where or what
or with whom you have studied.
I want to know what sustains you from the inside
when all else falls away.


I want to know if you can be alone with yourself,
and if you truly like the company
you keep in the empty moments

© Oriah Mountain Dreamer, from the book The Invitation
published by HarperSanFrancisco, 1999

Vem....O resto não interessa!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

I Am Understood...

Sometimes it's embarrassing to talk to you
To hold a conversation with the only one who sees right through
This version of myselfI try to hide behind
I'll bury my face because my disgrace will leave me terrified

And sometimes I'm so thankful for your loyalty
Your love regardless of
The mistakes I make will spoil me
My confidence is, in a sense, a gift you've given me
And I'm satisfied to realize you're all I'll ever need

You looked into my life and never stopped
And you're thinking all my thoughts
Are so simple, but so beautiful
And you recite my words right back to me
Before I even speak
You let me know, I am understood



Chamo-lhe "Friend's song"

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Sermão...

Vou "abusar" e recorrer ao "tu" mais uma vez... Já me deste "autorização", mas eu continuo a só conseguir fazê-lo por escrito.
Além do mais, a nossa língua é muito complicada para fazer o que eu quero em "não tu"...
Vou ralhar contigo, pregar-te um sermão! Por favor não leves a mal...

E porque é que vou ralhar contigo? Sabes muito bem...

Podes até não ter dado conta, mas estive até hoje a dar-te o "tratamento do silêncio". Inspirei-me nos teus rebentos! Eu sei que nestas alturas, "não-férias", o nosso contacto não vai muito além dos mails fofinhos que eu faço questão de passar às Amigas e aos Amigos... Mas a verdade é que nas últimas duas semanas não "falei" contigo.


Estive a "ruminar" no que havia de te escrever... No que havia de te dizer que fizesse sentido e talvez te fizesse repensar e, quem sabe, voltar atrás!

É estúpido. O que mais posso eu dizer, é estúpido! E é estúpido porque é um acto não saudável mas voluntário! Ou seja, é suicida! E o pior é que obriga todos os que estão à volta a assistir!


A minha Mãe pede-me para não ser "mais papista que o Papa", mas a verdade é que eu sempre me insurgi contra este tipo de "hábitos".

O Homem é um bicho.
Por mais avançado, inovador, racional, inteligente que seja, não passa de um bicho! E como bicho, tem fraquezas e corre riscos. E toda esta minha batalha contra o tabaco, não é mais do que o resultado da minha consciência desta fraqueza. Eu luto contra o tabaco (entre outros), é certo. Recuso-me a experimentar por saber que me faz mal. E mesmo quando toda a gente diz "É só provar", eu recuso. Porque no fundo, tenho medo, não quero correr o risco de gostar...

A minha pergunta é - Para quê experimentar algo que facilmente vicia e que nos pode fazer tanto mal?

Por isso é que eu digo que é estúpido!

E por isso, gostava que parasses. E sei que não sou só eu!
Eu e todas as pessoas que gostam de ti gostavam que parasses esse processo lento de auto-destruição. (Dramático, exagerado, eu sei.. mas é a melhor maneira...)
Porque, sim, eu gosto imenso de ti! Adoro os nossos lanches, as histórias que todos contam, os sorrisos por todo o lado! Admiro-te por teres criado 3 filhos espectaculares e ainda teres arranjado tempo para ser um bocadinho minha Mãe também.
Regressando à realidade - eu sei que agora se calhar é difícil parar... É um processo complicado. E as opiniões divergem... Há os (demasiado) decididos que abandonam de um momento para o outro e os ainda um bocado agarrados que preferem ir deixando. Qualquer um deles tem os seus prós e contras. O maior contra é que nenhum nos garante ser definitivo.
Se for demasiado rápido, podem surgir "arrependimentos" e com isso, regressões no processo.
Se for demasiado lento, pode ir esticando, esticando... e nunca mais acabar.
Não interessa. Independente do método que preferires, eu estou disposta a ajudar-te. Há agora um método novo - o método da Margarida:
Sempre que pensares num cigarro, manda-me uma mensagem! Nem que seja a dizer "Olá"!
Eu prometo que respondo! (Eu tenho fama pelas minhas super-mensagens-super-motivadoras!)
É um bocado mania minha querer tomar conta de toda a gente... Mas não é exactamente toda a gente. Há certas pessoas por quem sinto que vale a pena tudo! Tudo vale a pena - mandar 40 mensagens por dia, ficar acordada até tarde a escrever, correr meia cidade...! E és sem dúvida uma dessas pessoas! (Aqui está a prova)
Com tudo isto, só quero dizer - Ganha juízo! E conta comigo!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

2008

A poucas horas do ano novo, sinto que devo pensar o ano velho durante um bocadinho.

Mas que grande ano!
(E não o digo só por ter sido bissexto!)

Fiz a minha viagem de finalistas.
Descobri que tenho os melhores amigos.
Entrei na faculdade.
Atingi a maioridade.
Afinei a minha filosofia.
Consegui que a minha lista de "minhas pessoas" crescesse.
Tentei por tudo mostrar a essas pessoas o quão importante são para mim, e, apesar de não dizer que consegui, acho que, por uma vez, andei lá perto.
Aprendi coisas novas.
Saltei, brinquei, corri, diverti-me!
Faço deste ano um balanço positivo.
(Mas também, conhecendo-me... acho difícil fazer um balanço negativo do que quer que seja!)

Agora, 2009...
Só me resta desejar a todos um grande ano, melhor ainda que 2008!

Meus amigos, espero encontrar-vos a todos em 2009, para mais encontros, jantares, singstar, fotografias, diversão, aventura e, acima de tudo, muita gargalhada! No Porto, em Gaia, ou até no meio do Rio Douro... Onde quer que seja, lá estaremos para animar a paisagem!

Beijinhos
Abraços
(E muitos palhaços!)
Não se esqueçam de entrar com o pé direito!!


E não abusem no champanhe!!

RiR.

OK, eu sei que já vai um bocadinho tarde, mas não queria acabar o ano sem fazer uma pequena crítica, reflexão, qualquer coisa ao Rock in Rio.

Tal como há 2 anos, fui pela Ivete Sangalo.

Começemos por aí, então.


Grande Ivete, nunca me desilude! A sua energia em palco, a maneira como se relaciona com a sua banda, o carinho pelo público e por nós, portugueses, são de facto únicos e fazem-me sempre querer voltar a vê-la!


O concerto foi um espectáculo, tal como há dois anos atrás, no mesmo sítio, e no Queimódromo. Mas algo mudou. Não nela, em mim.

Há dois anos, foi a minha "estreia" a ver Ivete ao vivo. Descobri imensas músicas que não conhecia. (Claro que cheguei a casa, saquei da net e decorei-as!) E no meio de tantas músicas, descobri uma que fazia mais sentido para mim. Cheguei a publicá-la aqui porque, na altura, era o que realmente fazia sentido para mim.


Agora, dois anos depois, ao ouvir a mesma música, novamente no Parque da Belavista... Indescritível.

Ao ouvir aquilo só pensei "Ei, eu há dois achava isto! As voltas que a vida dá..." Mas a verdade é que fiquei satisfeita. Satisfeita porque senti que evoluí, que agora estou no bom caminho.. Foi refrescante sentir isso!


Por isso,

Obrigada Ivetinha!


sábado, 27 de dezembro de 2008

Mom's wisdom.

"It feels like someone kicked you in the stomach.
Feels like your heart stopped beating.
Feels like that dream, you know, the one when you are falling and you want so desperately to wake up before you hit the ground, but its all out of your control!
You cant trust anything anymore, no one is who they say they are, your life is changed forever.

And the only thing to come out of the whole ugly experience is no one will be able to break your heart like that again. "

do filme The Women
A sabedoria das Mães... é sem dúvida qualquer coisa de extraordinário, não?!
Desculpa se parti do princípio que te identificaste com isto tanto como eu...
Mas, sabes, ainda estou um bocado em "estado de choque" e ao mesmo tempo, no chamado "estado de graça"...
Estas coincidências mais recentes deixam-me boquiaberta. E deslumbrada com esta Vida, que dá voltas e voltas, que nós nem percebemos bem, mas que acaba por nos levar a pontos com os quais nós nunca sonhamos! E aqui estamos nós, com toda a nossa bagagem, de braços abertos para o Mundo! E o estranho é que as nossas bagagens são tão parecidas! Bolas, estão me a faltar as palavras, mas acho que tu já sabes aquilo que eu quero dizer... E eu podia dar as voltas todas possíveis, mas havia sempre de acabar da mesma forma - Obrigada!

domingo, 21 de dezembro de 2008

B&S.


O meu resultado de um questionário chamado
"Which Brothers and Sisters Character Are You?" no BuddyTv

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Lua...

Obrigada por teres devolvido a Lua.

No outro dia, procurei-a,
mas não a encontrei.

Deduzi que a tivesses levado a passear,
para alegrar aqueles que (como eu), precisam dela
(e de ti).

Agora que a tenho de volta,
(e a ti também),
Posso dormir descansada:
Tenho quem olhe por mim.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Verdade, Bela?



(do filme Love Actually, que por sinal é dos meus preferidos)

Nós não queremos mais nada...
Certo, Bela?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Nessa ida...

[...]

Passei, embora num comboio expresso
Seguisses, e adiante do em que vou;
No términus de tudo, ao fim lá estou
Nessa ida que afinal é um regresso.


Porque na enorme gare onde Deus manda
Grandes acolhimentos se darão
Para cada prolixo coração
Que com seu próprio ser vive em demanda.

[...]

Fernando Pessoa

domingo, 7 de dezembro de 2008

Campos

Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?

Ser o que penso? Mas penso ser tanta coisa?

E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!


O grande, o único, o incomparável
Álvaro de Campos

sábado, 29 de novembro de 2008

Amizade.

"A amizade é o que nos funda... e nos funde."

Miguel Veiga
24-11-2008
Para onde vamos? Não sei. Acho que ninguém sabe ao certo.
Mas certo é que, se formos sozinhos, há menos hipótese de lá chegarmos.
A Vida é um caminho cheio de curvas e buracos, por vezes desnecessários. E, como se não bastasse, às vezes chove. Às vezes, tudo corre mal e nem sabemos bem porquê. Mas sim, há dias em que nem valia a pena sair da cama. O que nos safa nesses dias, sim, são os Amigos. Vem por aí uma data de treta, clichés, discurso lamecha e piegas.. Mas é ou não essa a melhor parte desta aventura louca a que chamamos Vida?! A lamechice, a pieguice, a ternura pelo que nos rodeia.
Os Amigos são as criaturas mais importantes de sempre.
São aqueles que, com um sorriso ou um abraço, gestos tão "simples", nos enchem o dia com uma alegria inigualável, como só eles sabem. E assim crescemos. E assim nos aproximamos. Crescemos juntos e convergemos para um futuro em comum. Fundamo-nos e fundimo-nos. Vivemos, convivemos, partilhamos experiências que nos definem. E criamos a nossa definição de "eu" com a ajuda dos outros. E explicamos ao mundo quem somos com as nossas vivências e dinâmicas internas. E o mundo diz "São tolos" e nós respondemos "Com orgulho!". Que mundo seria sem loucura?
"Louco, sim, louco, porque quis grandeza
Qual a Sorte a não dá.
Não coube em mim minha certeza;
Por isso onde o areal está
Ficou meu ser que houve, não o que há.
Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?"
D. Sebastião, Rei de Portugal
Fernando Pessoa ("Amigo Nando") in Mensagem
Sem a loucura, nada somos.
Sem os Amigos, nada conseguimos.
Solução: arranjar uns amigos bem loucos!

Vá, meus amigos, fundemo-nos e fundamo-nos!

Adoro cada pedacinho de cada um de vocês!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

All over again...



Josh Groban - Broken Vow
(A voz de que não me canso...)

"Why do I keep on asking why?"


Porra. De repente, uma estranha "need for closure". De repente, sinto-me impelida a ir procurar as respostas de que já tinha desistido. Assim, de repente, nem sei porquê. Assim, do nada, o mundo virou ao contrário. A minha faceta inconformista deu de si e agora impede-me de andar sossegada. Eu, que até já estava "pacífica" com o "nunca vou saber"... Agora só pergunto PORQUÊ? Porque é que foi assim? Porque é que eu não mereço uma resposta? Porquê tudo... (Porque é que a série harmónica é divergente!?)
E de repente, voltaram as músicas. As músicas e as histórias. É tão estranho. Já não me sentia assim há tanto tempo. Parece que dei um passo atrás!

Eu até podia parar com todas estas dúvidas e ir à procura das respostas... Mas, para quê? Para não as conseguir? Ou consegui-las e depois ter que viver com elas (mais as consequências da procura) ?!

Estou perdida, outra vez. Perdi-me.

Pergunto-me se o tempo mudou alguma coisa.

Dia 19.

DIA 19 = DIA DO CARÁTER
O biótipo do dia natalício 19 mostra muita coragem, força de caráter, de natureza audaciosa, apaixonada e até impulsiva, chegando em certos momentos a atos heróicos. Assim como o (5), quer mudanças, é versátil e está sempre desejando o melhor para si e também para a família. É independente, artístico, original e dotado de espírito de iniciativa e criatividade. 19 é o dia do sucesso, da prosperidade e também da felicidade. Esta vibração altamente positiva tem em si embutido também certa tendência à arrogância à teimosia e à vaidade. É também o número dos extremos (1 e 9); desta configuração só poderia resultar em um indivíduo que em certo dia está nas nuvens (rico), e em outro atolado na mais completa miséria. Possui grande poder de realização, mas se irrita com certa facilidade, tendo acessos de crises de violência que normalmente afetam sua saúde. Apesar desta negatividade, jamais guarda rancor de quem quer que seja e rapidamente esquece qualquer ofensa de que é vítima. Sendo o seu lema o caráter, na mais pura expressão, o seu possuidor é um reformador, e como tal, sempre pensa em uma maneira de transformar o mundo, conquistando dessa maneira, simpatias e a admiração de todos. Quando quer alguma coisa, é capaz de gestos teatrais e até atitudes extremas e não aceita seguir o tradicional. Pelo seu instinto 'paternal', as decepções (principalmente com amigos), frustrações (ideológicas) e fracassos (profissionais), podem afetar o seu coração, a circulação sangüínea, a visão e também o sistema auditivo.
Achas que sim ou nem por isso..?
Deixa a tua opinião.
(Tenho disponíveis todos os outros dias, para quem quiser)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Pensamento do dia.

Era uma vez uma cobra que começou a perseguir um pirilampo. Ele fugia com medo da feroz predadora, mas a cobra não desistia.
Um dia, já sem forças, o pirilampo parou e disse à cobra:
- Posso fazer três perguntas?
- Podes. Não costumo abrir esse precedente, mas já que te vou comer,podes perguntar.
- Pertenço à tua cadeia alimentar?
- Não.
- Fiz-te alguma coisa?
- Não.
- Então porque é que me queres comer?
- PORQUE NÃO SUPORTO VER-TE BRILHAR!!!

E é assim....Diariamente, tropeçamos em cobras!

À Isabelinha, que "mora" junto às cobras,
e continua a brilhar, todos os dias!
Adoro-te Princesa, nem sabes quanto!
És o meu orgulho, minha irmã mais nova!

sábado, 15 de novembro de 2008

In the End...





It starts with

One thing I don't know why

It doesn't even matter how hard you try

Keep that in mind I designed this rhyme

To explain in due time

All I know

Time is a valuable thing

Watch it fly by as the pendulum swings

Watch it count down to the end of the day

The clock ticks life away

It's so unreal

Didn't look out below

Watch the time go right out the window

Trying to hold on, but didn't even know

Or wasted it all just to watch you go

I kept everything inside

And even though I tried, it all fell apart

What it meant to me will eventually be

A memory of a time when

I tried so hard and got so far

But in the end it doesn't even matter

I had to fall to lose it all

But in the end it doesn't even matter



One thing, I don't know why

It doesn't even matter how hard you try

Keep that in mind I designed this rhyme

To remind myself how

I tried so hard

In spite of the way you were mocking me

Acting like I was part of your property

Remembering all the times you fought with me

I'm surprised

It got so far

Things aren't the way they were before

You wouldn't even recognize me anymore

Not that you knew me back then

But it all comes back to me in the end

You kept everything inside

And even though I tried, it all fell apart

What it meant to me will eventually be

A memory of a time when

I tried so hard and got so far

But in the end it doesn't even matter

I had to fall to lose it all

But in the end it doesn't even matter

I've put my trust in you

Pushed as far as I can go

And for all this

There's only one thing you should know

I've put my trust in you

Pushed as far as I can go

And for all this

There's only one thing you should know

I tried so hard and got so far

But in the end it doesn't even matter

I had to fall to lose it all

But in the end it doesn't even matter.

Posso ter defeitos...

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.

E que posso evitar que ela vá a falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um 'não'.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou construir um castelo...




Fernando Pessoa
(sempre assim, diferente de si mesmo,
mas sabedor das coisas importantes...)
No dia em que pesam já seis meses sobre a tua partida,
quem mais poderia eu publicar?!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

"Permite-me reformular..."

...para mim.
Aos poucos, vais percebendo que o que sou hoje é fruto de tudo o que vivi (ou fui obrigada a viver).

Não tenho traumas, tenho cicatrizes.

Com a experiência, construí a minha filosofia e a minha maneira de estar no mundo.

No fundo, vamos descobrir que temos mais em comum do que o tabaco, o álcool e a cafeína (ou a falta deles!) mas como temos (pelo menos) 3 anos para isso, não tenho pressa!

domingo, 9 de novembro de 2008

Já viste?

Já viste que giro?
Adoro-te*

Gracias.

Muito Obrigada.
Pelo almoço delicioso.
Pelo passeio turístico.
Por nos tirares os pesos das costas.

Aquela tua capacidade de aliviar os fardos que trago é espectacular! Tens sempre um conselho, sempre as palavras certas, consegues sempre pintar-me um sorriso. Mesmo a 300Km de distância! Por isso, pelos abraços, por seres quem és e o partilhares comigo... Por tudo, um grande obrigada!